sábado, 31 de outubro de 2015

Ferals - O Rapaz que Falava com os Corvos, Jacob Grey [Divulgação]

Uma história diferente baseada em animais que podem comunicar com os seres humanos, e de um rapaz com o poder de comandar os corvos e de aceder a um mundo mágico. 

Título Original: Ferals 
Autoria: Jacob Grey 
Editora: Planeta Manuscrito
N.º Páginas: 256
PVP.: 16,95€

Sinopse
A narrativa é colmatada com uma atmosfera portentosa e a descoberta do jovem herói Cau da sua habilidade como Feral. Um Feral é alguém com capacidade de falar com animais, neste caso com os corvos. 
A história passa-se em Blackstone que foi, em tempos, uma próspera metrópole. Mas tudo se desfez com a chegada do Verão Negro - uma vaga de crimes e violência que assolou a cidade oito anos antes, orquestrada pelo temível Tecedor. 
Cau tem o poder de comandar os corvos e irá descobrir que para a vida voltar ao normal, terá de utilizar as suas capacidades de Feral para derrotar o Tecedor. 

A consciencialização de gostar e tratar bem os animais ganhou impacto nos últimos anos e este livro segue esta tendência, através de uma narrativa muito bem imaginada e de heróis corajosos. 

Sobre o autor
Pouco se sabe sobre o misterioso Jacob Grey. Dizem que vive numa grande cidade dos EUA, onde vagueia pelas ruas à noite sonhando com as suas histórias obscuras. 
Nutre um profundo amor pelos animais e até conversa como corvos... embora ninguém saiba se percebe as suas respostas. 

Endgame 2 - A Chave do Céu, de James Frey & Nils Johnson-Shelton [Passatempo] 

Este não conta para o Halloween mas... 

Com o fantástico apoio da Editorial Presença, o Pedacinho tem o enorme prazer de oferecer um exemplar de Endgame 2 - A Chave do Céu, dos autores James Frey & Nils Johnson-Shelton. O segundo volume de uma trilogia que tem dado que falar. 

Para se habilitarem a receber este fabuloso prémio em casa, basta que respondam acertadamente à questão que se encontra no formulário, que preencham todos os campos obrigatórios tendo em conta as regras do passatempo e, como já vem sendo habitual, que sejam seguidores do blogue – e, se possível, que também sigam a Página do blogue no Facebook. 

As respostas à pergunta podem ser encontradas aqui, no blogue, ou aqui, no site da editora.


Regras do Passatempo: 
1) Ser seguidor do blogue.
2) O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 8 de Novembro (domingo).
3) Só é válida uma participação por pesso e/ou endereço de email. 
4) Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas. 
5) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será posteriormente contactado via email e o resultado será anunciado no blogue. 
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
7) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio, no correio ou outros, de exemplares enviados pela mesma e/ou por editoras.
8) Boa sorte! 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Peregrino, Terry Hayes [Divulgação]

Uma corrida vertiginosa contra o tempo 
e um inimigo implacável

Título Original: I am Pilgrim 
Autoria: Terry Hayes
Editora: Topseller 
N.º Páginas: 656
PVP.: 22,90€

Sinopse
Uma jovem mulher brutalmente assassinada num hotel barato de Manhattan. 
Um pai decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita. 
Os olhos de um homem roubados do seu corpo ainda vivo. 
Restos humanos ardendo em fogo lento na montanha de uma cordilheira no Afeganistão. 
Uma conspiração para levar a cabo um crime terrível contra a Humanidade. 
E um único homem para descobrir o ponto preciso onde estas histórias se cruzam: Peregrino. 

Sobre o autor
Terry Hayes, nascido no Reino Unido, emigrou para a Austrália em criança e foi jornalista no maior jornal do país, The Sydney Morning Herald. Foi correspondente nos Estados Unidos, e regressou a Sydney para se tornar jornalista de investigação, correspondente político e colunista. 
Escreveu, com George Miller, o argumento de Mad Max 2: O Guerreiro da Estrada.
Também co-produziu e escreveu Calma de Morte, o filme que lançou a carreira internacional de Nicole Kidman, Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão e inúmeros telefilmes e mini-séries, duas das quais receberam nomeações para os Emmy internacionais. No total, recebeu mais de 20 prémios em cinema e televisão. 
Em Los Angeles, trabalhou como argumentistas em grandes produções de estúdio, como Payback - A Vigança, com Mel Gibson, A Verdadeira História de Jack, o Estripador, com Johnny Depp, e Limite Vertical, com Chris O'Donnell. 
Peregrino é o seu romance de estreia e foi logo um bestseller internacional, vendido para mais de 25 países, e vencedor do National Book Award (Reino Unido), o Crimson Scribe Award e o Hebban Crimezone Award. O livro irá ser adaptado ao cinema pelos estúdios MGM em 2016, com realização de Matthew Vaughn. 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Endgame 2 - A Chave do Céu, James Frey & Nils Johnson-Shelton [Divulgação]

Restam nove Jogadores. Mas o Jogo mudou. 
Agir. Lutar. Jogar. 
Servem pelo menos um propósito. 
Esquecer. 

O Endgame é real. 
O Endgame já começou. 

Título Original: Sky Key: Endgame Novel 
Autoria: James Frey & Nils Johnson-Shelton 
Editora: Editorial Presença 
Colecção: Via Láctea, N.º 128
N.º Páginas: 464
PVP.: 17,90€

Sinopse
O mundo começa a desmoronar-se, a desintegrar-se, a enlouquecer. Ainda assim, os Jogadores continuam a jogar. A Chave da Terra foi encontrada. Restam duas chaves - e nove Jogadores. Há que encontrar as chaves mas apenas um Jogador pode vencer. 
Aisling Kopp está em Queens, Nova Iorque e pensa ter encontrado uma forma de interromper o Jogo. Hilal ibn Isa al-Salt escapou por pouco a um ataque que o deixou terrivelmente desfigurado mas agora sabe algo que os outros Jogadores não sabem. Sarah Alopay encontrou a primeira chave, aliou-se a Jago e estão a vencer. Mas conseguir a Chave da Terra teve graves consequências para Sarah. 
A Chave do Céu - onde quer que esteja, o que quer que seja - é o que se segue. E os restantes nove Jogadores vão fazer de tudo para conseguir encontrá-la. 

Endgame está aqui. 

Sobre os autores
James Frey e Nils Johnson-Shelton são ambos autores de diversos livros que alcançaram grande sucesso internacional. A Presença publicou de James Frey Uma Vida em Mil Pedaços e a série juvenil, internacionalmente aclamada, que integra os títulos Sou o Número Quatro, O Poder de Seis e A Ascensão do Nove, que escreveu sob o pseudónimo Pittacus Lore. 
Endgame: A Chamada é o primeiro volume da nova série a que se junta agora A Chave do Céu. É um bestseller do New York Times e um fenómeno multimédia e literário à escala internacional. 

Para mais informações sobre a obra, visite aqui. 

sábado, 24 de outubro de 2015

As Páginas Percorridas em Setembro [Aquisições]

Acabou de se dar um momento muito engraçado... 



... dado que esta é uma rúbrica mensal, confesso que percorro sempre o link da última ligação desta série em busca de um pouco de inspiração e de alguns termos de comparação quanto ao número e à qualidade das leituras do actual mês, e do mês que se lhe antecedeu. Ainda há minutos estava no blogue e li ‘As Páginas Percorridas em Agosto’ e, em pânico, pensei: o que é feito de Setembro? Só depois é que me apercebi que ainda estou em Outubro, não em Novembro, e que o atraso desta publicação se deveu ao aniversário do blogue... ah, cabeça a minha. 

Seja Setembro, pois então! 
O mês foi bem menos produtivo devido ao aniversário do blogue. Não sei se repararam mas durante seis semanas, de 7 de Setembro a 18 de Outubro, houveram publicações ‘quase’ diárias referentes aos livros semanais exclusivos aqui no blogue. Ora, preparar todos esses posts acabou por roubar algum tempo à leitura e com semanas complicadas em termos de trabalho e cansaço, não houve como proporcionar um melhor resultado em Setembro – e Outubro segue o mesmo caminho. Enfim... foram lidos 5 livros, o que, no final de contas, não foi tão mau assim mas poderia ter sido melhor – I know, I know. 

Vamos lá, então, à desgraça do mês... 

Novos na Estante

Este mês só vos vou trazer as aquisições em português uma vez que estas já ocupam três fotos e, assim, as inglesas virão com as de Outubro.


Há dois livros nesta pilha que são o brilho dos meus olhos – conseguem adivinhar quais são? Eu digo-vos: Sedução de Seda, de Loretta Chase e Ensina-me a Amar, de Jess Michaels. Uma foi leitura de Setembro – que adorei por completo – e a outra será leitura de Novembro. Estava muito expectante acerca destas duas histórias quando as recebi no correio e neste momento, após ter devorado o romance da Jess Michaels, só me resta esperar para que Loretta Chase seja tão absolutamente maravilhosa quanto eu acredito que é. 
Deixem-me, ainda, referir A Espada de Shannara, de Terry Brooks. Não tenho por hábito ler muita fantasia adulta mas certos autores suscitam-me curiosidade e após ter ficado mais do que convencida com a obra de Sanderson, achei que tinha chegado a altura de conhecer outro grande nome da literatura fantástica. 


Nem acredito que já saiu mais um livro de Madeline Hunter, O plano de Miss Fairbourne – adoro de coração esta autora, inclusive já tive o prazer de a conhecer pessoalmente num raro momento em que esta visitou Lisboa – mas ando super atrasada com as suas obras e nem sei para onde me virar de toda e cada vez que vejo os seus livros na estante. A ver se não deixo ficar este a ganhar pó durante muito tempo... espero que não! 
Outro dos grandes favoritos é O Herói das Eras, de Brandon Sanderson. Adorei o primeiro livro desta trilogia mas acho que só continuarei viagem quando a segunda metade do último volume estiver cá fora – bah, é bem possível que leia O Poço da Ascensão antes disso. 


Reparei agora que Jess Michaels encontra-se, novamente, nesta pilha – oops! 
Daqui tenho a destacar Estação Onze, de Emily St John Mandel, e que é já um dos grandes favoritos do ano. Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard, que é outro que me fez as delícias e também Fala-me de um dia perfeito, de Jennifer Niven, que há muito tempo quero ler. Menção honrosa, por assim dizer, para Um Mundo Sem Príncipes, de Soman Chainani, por mais uma belíssima edição em capa dura e A Vinha do Anjo, de Sveva Casati Modignani pela edição especial que é e pela versão final que se encontra noutra foto autografada pela autora. Sou uma leitora feliz. 

Páginas Percorridas


O Trono de Vidro, Sarah J. Maas (Opinião)
Estação Onze, Emily St John Mandel (Opinião)
Rainha Vermelha, Victoria Aveyard
Ensina-me a Amar, Jess Michaels
Seeker - O Clã dos Guardiões, Arwen Elys Dayton (Opinião)

Uma das minhas leituras de Setembro não se encontra na foto uma vez que não só foi lida em modo ebook como, pela altura destas fotos, ainda me aguardava à espera da chegada do exemplar de leitura. Assim, vamos somente imaginar que ela se encontra lá, sim? 
Falo então de O Trono de Vidro, de Sarah J. Maas. Esta foi uma leitura absolutamente extraordinária e que recomendo, sem quaisquer reservas, a todo o apreciador de uma boa história e de uma protagonista sem precedente. 
Estação Onze, de Emily St John Mandel é, também, um dos grandes favoritos uma vez que foi uma surpresa do início ao fim. Não sei o que este livro tem mas agarrou-me de tal maneira às suas páginas que mal conseguia respirar de toda e cada vez que pensava que tinha de o colocar de lado. Uma obra pós-apocalíptica genial e com um sentido de veracidade impressionante. 
Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard, foi uma surpresa inesperada. Já tinha ouvido maravilhas sobre este começo de trilogia mas não sabia bem o que esperar. A verdade é que o conteúdo é tão belo quanto a capa que a enriquece e posso dizer que estou verdadeiramente curiosa com o que mais a autora trará debaixo da manga. 
Ensina-me a Amar, de Jess Michaels, foi outra daquelas leituras de cortar o fôlego. Adorei o protagonista masculino e adorei o conceito que Michaels apresentou neste romance. Para mim, o melhor da autora até ao momento – e nem sei como é que vai conseguir superar esta história em termos de qualidade, mas bem que aqui vou estar para ler tudo o que da sua mão vier. 
Finalmente, Seeker – O Clã dos Guardiões, de Arwen Elys Dayton. Um conceito interessante, uma base com enorme potencial mas uma execução muito fraca. Provavelmente uma das grandes decepções do ano – estava à espera de mais, de muito mais. 

O Eleito do Mês

  

Quero muito colocar as quatro das cinco leituras deste mês de que gostei aqui mas vou ser corajosa e só colocar duas – três, vá!  Por muito que quisesse trazer Aveyard para este grupo, penso que é importante admitir que as outras três obras que aqui se encontram me impressionaram mais. Adorei Mare, e adorei o conceito dos Vermelhos e dos Prateados, mas Estação Onze foi qualquer coisa de muito especial, O Trono de Vidro tem uma das protagonistas mais fortes que li em toda a fantasia e Ensina-me a Amar levou-me para alguns dos momentos mais apaixonantes do ano. Mais palavras para quê?!

Literaturas Diversas


Fairest, Marissa Meyer (Opinião)

Este mês tenho muito pouco e tanto de diverso para vos mostrar. Foi publicada a opinião de Fairest, de Marissa Meyer, em antecipação do lançamento de Winter no original, e tivemos o 6.º aniversário do blogue que gerou uma série de publicações giras aqui no blogue. Deixo-vos com os links dedicados às publicações visuais – fotográficas) – deste mês. 


As Aventuras Que Se Seguem

 

Outubro será ainda mês de aniversário – foi? Está a ser? Nem sei bem que termo usar – pelo que algumas das opiniões que poderia aqui colocar já foram publicadas. Assim, posso dissertar um bocadinho sobre duas que espero conseguir publicar – e com isto quero dizer escrever – este mês. O que está em atraso é mais do que imenso, pelo que nem sei bem por onde começar. 
Peregrino, de Terry Hayes, sairá, decididamente, em Outubro. E talvez... Para Sir Phillip, Com Amor, de Julia Quinn – uma vez que já teve referência na rúbrica anterior e quero eu pensar que estão ansiosamente à espera. =)*

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O Miniaturista, Jessie Burton [Opinião]



Título Original: The Miniaturist 
Autoria: Jessie Burton 
Editora: Editorial Presença 
Colecção: Grandes Narrativas, N.º 599
N.º Páginas: 404

Sinopse
Num dia de outono de 1686, a jovem Nella Oortman, recém-casada com um próspero mercador de Amesterdão, Johannes Brandt, chega à cidade na expetativa da vida esplendorosa que este casamento auspicioso lhe promete. Mas, entre a amabilidade distante do marido e a presença repressiva da cunhada, Nella sente-se sufocar na sua nova existência. 
Até que um dia, Johannes lhe oferece uma réplica perfeita, em miniatura, da casa onde vivem. Nella encomenda então a um miniaturista algumas peças para ornamentar a casa. Mas algo de surpreendente acontece: novas encomendas de miniaturas continuam a chegar sem terem sido solicitadas, como presságios silenciosos de futuras tragédias.

Opinião
Amesterdão, 1686. Só pela época em que este romance tem acção, a curiosidade perante a obra atinge proporções gigantescas. A par com uma sinopse que deixa um intenso e perfumado mistério no ar, não há como lhe resistir – afinal de contas, não é todos os dias que um livro desta envergadura histórica, e tão bem aclamado pela crítica internacional, me vem parar às mãos. O interesse pelo enredo que a descrição deixa antever esteve lá desde o início, mas não julguem que esta é uma leitura fácil – nem tão pouco simples. Jessie Burton pode ter criado uma obra singular nesta que é a sua grande estreia na literatura, mas a sua escrita é complexa, o seu estilo é moroso e intricado, e ainda que toda a sua pesquisa seja notória e esteja altamente presente nas descrições e ambiência da acção, no todo O Miniaturista trata-se de um romance que não é para todo o tipo de leitor. 

Tudo começa quando um marido desatento e ausente oferece à sua recém esposa uma réplica, em miniatura, da casa onde os dois vivem – ele, mercador e homem influente; ela, muito jovem e ingénua. Sentindo-se profundamente deslocada numa cidade que não conhece e num seio familiar um pouco estranho e hostil, algo frio até, Nella concentra-se no preencher, belo e aristocrático, da sua casa de bonecas. Porém, e sem qualquer aviso, Nella começa a receber mais miniaturas, enviadas pelo mesmo miniaturista que contratou, e que pressagiam trágicos eventos futuros. Descobrir a identidade deste homem torna-se, então, fulcral e para Nella nada se mostra mais assustador ou importante. 

Se tivesse de nomear somente uma personagem como aquela que mais me surpreendeu e a de que mais gostei, essa seria, sem dúvida, Marin. Irmã de Johannes, Marin é aquela figura que por tudo o que representa, por tudo o que é, por tudo o que mostra, é demasiado fácil odiar. Extremamente inteligente, de ideias fortes, exigente e em tudo fria, Marin encanta pela sua independência e espírito forte. A aura enigmática que a envolve ao longo da narrativa é exuberante, e as pequenas particularidades que a fazem a mulher que é, a personagem que é, é o que a torna tão interessante aos meus olhos. 
Também o próprio miniaturista me deixou cativada quanto baste. Desde o começo que a sua presença paira no ar e as nuances misteriosas acerca da sua identidade, a magia que se mescla no seu dom, são componentes que enriquecem o texto. 

Porém, penso que Jessie Burton leva muito tempo a desvendar alguns dos pontos fulcrais do romance, deixando-se levar pela sua escrita elaborada e, tantas vezes, demasiado floreada – para o meu gosto. Esta foi, a vários níveis, uma leitura complicada, com muitos altos e ainda mais baixos, e que tomou mais de mim, do meu espírito, da minha sanidade, do meu pensamento, do que eu estava à espera. Penso que esta não foi a melhor altura para me dedicar a O Miniaturista, pois trata-se de uma obra que exige paciência, tempo e atenção – e embora não possa dizer que não gostei, pois foi, de facto, surpreendente, julgo que se o tivesse folheado numa outra altura, com outra disposição, o resultado teria sido diferente, mais prazeroso.   

Para mim, esta é uma leitura de Inverno. Um daqueles livros para se desfrutar em frente à lareira – ou ao aquecedor – com uma manta e uma bebida quente. Não tenho dúvidas de que vos fará pensar, que vos fará tremer de expectativa e de ansiedade, e que vos levará a uma Amesterdão de outros tempos onde o papel da mulher era insignificante mas onde neste romance a sua figura, a sua excelência, ganha novas proporções. Se gostam de História, então vão devorar esta obra como nenhuma outra. Se gostam de escritas complexas, um pouco poéticas, então vão delirar com esta obra. Se gostam de mistérios e de intrigas com um pouco ou nada de magia, muito subtil, então vão-se apaixonar por esta obra. Infelizmente, a mim não me convenceu por completo e penso que em grande parte se deve à morosidade do enredo que por diversas vezes me viu a revirar os olhos – não de desaprovação mas de cansaço – mas irei dar-lhe outra oportunidade, numa ocasião em que me sinta mais propícia a ler este tipo de literatura, e quem sabe não mude de ideias. 


Para adquirir ou ler mais informações sobre O Miniaturista, clique aqui. 

Resultado do Passatempo 6.º Aniversário - Estação Onze, de Emily Mandel

E chegou o momento de começar a anunciar os vencedores dos passatempos de aniversário. 

A sorteio esteve um exemplar do título Estação Onze, de Emily St. John Mandel. Uma obra pós-apocalíptica que fará qualquer leitor olhar o mundo com outros olhos. 

Quero agradecer a todos os que participaram neste passatempo e dizer que, caso não tenham saído vencedores, mais oportunidades virão no futuro. O segredo é nunca deixar de participar! 

Sem mais demoras, este prémio vau para: 
123. Eulália (…) Sousa, Gondalães

Os meus mais sinceros parabéns à vencedora! Espero que desfrute de excelentes momentos na companhia destas páginas.

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