sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Insurgente [Poster + Trailer Oficial]



Tinham prometido o lançamento mundial do trailer durante os anúncios de Mockingjay (Os Jogos da Fome – A Revolta) nas salas de cinema. Uns dias mais tarde, surgiu um teaser trailer... que muito deixou a desejar por retratar uma cena que, aparentemente — confesso que a minha mente já está um pouco enublada no que diz respeito ao conteúdo de Insurgente —, não consta no livro.
Hoje, finalmente, por entre quase uma semana de expectativa, de stills que somente visavam deixar água na boca, e de mais um teaser trailer que não veio, em nada, ajudar à ânsia pela qual os fãs da série já passavam... eis que surge o trailer oficial. 


Insurgente, com estreia marcada para Março, já tem algo mais a oferecer às multidões que seguem estes livros, e estes filmes, como a uma religião. Insurgente apresenta, em cerca de dois minutos de vídeo, o que muitos queriam ver, o que muitos receavam que acontecesse, e o que muitos fervorosamente aguardam. Se dá uma aparência de fidelidade às páginas que compõe esta história, lamento dizer que... ainda não sabendo ao certo, penso que não — irei, sem dúvida, reler a obra antes da estreia no cinema —, mas que está espectacularmente enquadrado, belissimamente representado e epicamente vibrante, isso está. Que venha Março. Que venha o filme.

A Minha Outra Metade, Marianne Kavanagh [Divulgação]


Se toda a gente tem uma alma gémea, onde estará a sua?

Título Original: For Once in my Life
Autoria: Marianne Kavanagh
Editora: Topseller
N.º Páginas: 304
PVP.: 17,69€

Sinopse
Tess e George podem muito bem ser as duas metades de um casal perfeito. 
Conheça a Tess. Uma rapariga jovem, obcecada por roupas vintage, presa a um trabalho que detesta. Desde a faculdade que namora com o maravilhoso, escultural e bem-sucedido Dominic, e tem um apartamento fantástico que partilha com a sua melhor amiga, Kirsty. Mas se a sua vida pessoal corre assim tão bem, porque é que se sente destroçada sempre que lhe perguntam pelo futuro? 
Conheça o George. Um músico de jazz brilhante, que passa quase tanto tempo a resolver as discussões entre os membros da sua banda, como passa com o seu pai enfermo. Pelo caminho, tenta corresponder às altas expectativas da sua melhor corretora, com quem nunca deveria ter casado. Para um tipo que sempre acreditou no romance, o lado prático e deprimente da vida dos vinte e tais é para ele um choque. George procura algo mais, e alguém especial. 
Se ao menos os seus caminhos se cruzassem? 
Siga Tess e George ao longo de uma década de maus namoros, jantares e festas caóticas, aniversários mágicos, empregos sem saída, relações desiguais, e muitos recomeços. A Minha Outra Metade é uma comédia moderna de costumes, de amizades e de desencontros, deliciosamente inteligente. 

Sobre a autora
Marianne Kavanagh foi directora da edição britânica da revista Marie Claire e colaborou com diversos jornais, revistas e sites, incluindo o Daily Telegraph e The Guardian. Vive actualmente em Londres e escreve uma coluna semanal sobre parentalidade para o site Parentdish. 

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Bookish Cuties #2



Já lá vai bastante tempo desde a última — que, por sinal, foi também a primeiro — publicação desta rubrica. Perdoem-me!
Não é que não tenha maravilhas literárias para vos mostrar — dessas não faltam cá por casa, acreditem — é mesmo por este tipo de posts requerer um pouco mais de tempo, cuidado e trabalho que, nem sempre, tenho disponível em mãos. Mas deixemo-nos de frases tristes — isto porque tentarei, como seria de esperar, ser um pouco mais assídua na publicação de Bookish Cuties.


Hoje trago-vos a edição limitada de coleccionador do romance contemporâneo Fangirl, da autoria da brevemente conhecida em terras lusas, Rainbow Rowell.
Para os adeptos de leituras no original, tenho quase a certeza de que esta belíssima edição não é nenhuma novidade, mas aos que ainda não se aventuraram por esses universos, ou têm curiosidade mas gostariam de ter uma melhor percepção do que é uma edição especial, hardcover, de um livro em inglês, aqui fica este post.


Confesso-me louca por edições de capa dura. Para além de serem de uma beleza estonteante, são livros com uma maior durabilidade quando comparados com os paperbacks, que não só tendem a ser mais pequenos em tamanho, como o próprio nome indica, a capa é feita de papel maleável.
Quanto a este hardcover em particular, deixem-me que vos diga que estive bastante tempo para o comprar. Não é que não o adore — pois adoro —, nem que não tenha curiosidade — porque estou a morrer dela — mas, sendo uma special collector’s edition o que muitas vezes acontece, caso a pessoa não adquira o dito livro logo de início, é que este entra em temporárias vias de extinção. Umas vezes há, outras vezes não há.


Ainda não li nada de Rainbow Rowell — este tipo de situações são uma constante na minha aquisição de livros com capas bonitas —, mas encontro-me neste momento por entre as páginas de Eleanor & Park, que irá brevemente ser publicado em português, e este Fangirl será, igualmente, uma leitura a ser folheada muito rapidamente. Agora, digam-me lá que esta edição não está espectacularmente perfeita?


Esta vossa leitora está a organizar uma leitura conjunta deste mesmo livro, Fangirl, com início para Janeiro. Não importa que não tenham esta edição, ou mesmo que não possuam este livro em formato físico — os ebooks são mais do que bem-vindos! Se gostariam de participar, ou têm curiosidade com o conceito, sigam este link, aqui, e juntem-se a mim!

domingo, 7 de dezembro de 2014

A Todos os Rapazes que Amei, Jenny Han [Opinião]




Título Original: To All the Boys I’ve Loved Before (To All the Boys I’ve Loved Before #1)
Autoria: Jenny Han
Editora: Topseller
N.º Páginas: 272


Sinopse:
«Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.
Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.
Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»


Opinião:
Não há, para mim, nada melhor que o aconchego de uma leitura ternurenta e rica em afectos e dilemas românticos adolescentes — principalmente se o dia lá fora se mostrar frio e chuvoso. É absolutamente maravilhoso, uma sensação inebriante até, encontrar histórias que marcam pela desigualdade das personagens, pela beleza e simplicidade da escrita, e pela peculiaridade dos temas abordados — ou, pelo menos, do momento inesperado em que tudo muda. A Todos os Rapazes que Amei é tudo isto e muito, muito mais — uma narrativa impressionista que aborda o comum de forma insigne, sem nunca perder o rumo do que é verdadeiramente importante, e do que todos nós, bem no íntimo, procuramos um dia encontrar.

Amar alguém distante é sofredor — Lara Jean sabe-o melhor do que ninguém. E é por isso que escreve as suas cartas de (des)amor sempre que se apaixona por um rapaz que deseja não mais sentir afecto por. Através da eternidade da tinta, Lara Jean coloca todos os seus sentimentos e emoções no papel, e assim que sela as suas promessas em envelopes simples endereçados a destinatários que nunca as verão, guardando-os na sua caixa de chapéus, a paixão que nutria por essas pessoas extingue-se. Mas e se, num acto de pura surpresa, essas cartas secretas e íntimas chegassem ao seu real destino? Como seria ver no rosto de todos esses antigos enamoramentos a reflexo e consequência das suas palavras?

Jenny Han tem uma escrita muito, muito inteligente — e o seu imaginário não se fica atrás. A forma como entrelaça todas as pequenas e deliciosas peças de um puzzle adolescente de proporções astronomicamente desastrosas é deveras impressionante, o que se traduz num romance divertido, leve e, sem dúvida, perfeito para leitores de corações quentes. As suas personagens são singulares e muito bem trabalhadas, ao mesmo tempo que o seu tom jovial e quase de confidência embala o leitor num percorrer de páginas veloz. As temáticas que discute são, também elas, uma componente atractiva — impopularidade, amores não correspondidos, incompatibilidades fraternais, ausência parental, vinganças levadas a cabo pelo calor do momento, amizades turbulentas e ausência familiar são, somente, alguns dos pontos tocados por Han, e parte do motivo pelo qual tão rapidamente me apaixonei por este livro.

Quanto às vidas que fazem pulsar de entusiasmo esta obra do contemporâneo, Lara Jean foi, para mim, quem mais se destacou e quem acabou por ser uma enorme surpresa. Adorei todas as suas pequenas particularidades — tanto a nível de feitio como de hábitos pessoais — que a transformaram numa personagem não só complexa como completa. A sua personalidade é embriagante e marcada por certos rasgos de genialidade, e a forma como se nota o seu crescimento ao longo do romance — o seu desabrochar para algo que começou como um contrato — é maravilhoso.
Também Josh e Peter K. foram figuras que me tocaram, dentro das personagens masculinas, assim como o pai de Lara Jean. Josh pela sua garra, impulsividade e persistência — mesmo perdendo, ainda que muito ligeiramente, o rumo dos seus sentimentos —, Peter pela novidade que oferece à trama e pela forma como encara a sua situação com Lara Jean, e o pai da nossa protagonista pelo carinho, dedicação e amor que demonstra, numa constante, ter pelas filhas.

Dizer que gostei muito de A Todos os Rapazes que Amei é um eufemismo. Estas páginas fizeram-me as delicias, encheram as minhas tardes de alegria e perpetuaram um sorriso carinhoso nos meus lábios. Muito possivelmente um dos melhores romances do contemporâneo young adult que li este ano — é deslumbrante a esse ponto! E deixem-me que vos diga que mal posso esperar pela continuação, que se chamará P. S. – Ainda te Amo, e que a Topseller já prometeu publicar em 2015 (previsão: Novembro). 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Entre as Páginas de... #8


... Black City, de Elizabeth Richards.


Acreditem que não é exagero quando escrevo aqui que, neste momento, me encontro entre as páginas de 4 livros diferentes (5, até, talvez?). Parece muito — é muito, na verdade — mas é algo que me acontece quando determinada leitura não me está a agarrar por aí além — agora imaginem a determinada leitura multiplicada por quatro!

Para o Entre as Páginas de hoje escolho Black City, de Elizabeth Richards. Infelizmente, esta é uma obra do sobrenatural (uma distopia vampírica) que ainda não se encontra publicada por terras lusas — mas cuja trilogia já se encontra completa no original —, mas assim que me chegou às mãos, esta manhã por sinal, não tive como resistir a pegar-lhe — além de que a edição ao vivo é linda, com aquela sensação de capa emborrachada. Continuando... tenho imensas saudades de ler um livro sobre ou com vampiros, e este pareceu-me o ideal por misturar um outro género que também adoro — a distopia. Ainda vou muito no início — o dia hoje não está a ser muito produtivo em leituras uma vez que o trabalho é imenso e aperta — mas, do que li até agora, estou a gostar. Tem uma vibe diferente, uma ambiência obscura e opressiva, com um pouco de experimentação científica pelo meio.

E vocês, que páginas devoram neste momento?

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

As Páginas Percorridas em Novembro



Sabem quando estão à espera que um mês seja excelente em (quantidade) de leituras, e depois chegam à contagem final e depararam-se com um número bem inferior ao que tinham planeado? Outubro foi um mês mau e embora Novembro tenha sido bastante melhor, até em termos de qualidade, ainda assim não foi suficiente — maldita reading slump que me atacou nos últimos dias do mês! Ainda assim, consegui devorar seis livros... o que não foi mau mas também não foi excelente.

Este é, para mim, uma das grandes surpresas do ano. Já andava para pegar na obra de Rick Yancey há bastante tempo mas desmotivada pela temática alienígena — que não é, de todo, a minha praia — acabei por adiar, e adiar, e adiar mais um bocadinho... até agora. Deixem-me que vos resuma este livro numa só palavra: WOW! Curiosos? 

Não sei se estão recordados mas aqui há uns tempos — um ano, dois talvez? — publiquei a opinião deste livro em inglês. Com a publicação de A Seleção por parte da Marcador, foi-me dada a oportunidade de voltar a reler esta história e sim... continuo a adorá-la! Uma distopia muito, muito leve com um conceito algo inovador e muito, muito televisivo. Adorava ver esta série adaptada ao grande ou ao pequeno ecrã — é um dos meus guilty pleasures. 

Depois de ter feito um trabalho com a aparição deste espectacular autor e comediante britânico para a faculdade, confesso que a vontade de folhear as suas obras, por mais infantis que sejam, era gigantesca. E graças à Porto Editora isso tornou-se possível — penso que realmente só precisava de um empurrãozito para passar do ‘tenho vontade’ para o ‘é hoje que o vou ler’. Avozinha Gângster foi uma belíssima surpresa, e é também um livro que recomendo vivamente — tanto aos mais novos como aos graúdos. Muito giro. 

Colin Bridgerton — preciso dizer mais? Este quarto volume da série Bridgerton de Julia Quinn foi tudo e ainda mais do que eu poderia alguma vez esperar. Adorei a história de Colin — o meu Bridgerton favorito — e de Penelope. Há qualquer coisa nos romances desta autora que me fascinam em absoluto... e talvez por isso este foi um dos grandes favoritos do mês. 

Protagonista excelente. História excelente. Escrita excelente. Tudo é excelente neste romance contemporâneo. Já antes havia lido uma obra da autora, em co-autoria com Siobhan Vivian, Burn for Burn, e não tinha saído desiludida por isso quando vi que este ia ser lançado por terras lusas não tive como lhe resistir. Opinião em breve. 

Holly Black não é nenhuma estranha na minha estante. Recentemente li o seu Doll Bones — do qual, embora seja mais infantil, gostei bastante — e por isso, quando surgiu a oportunidade de devorar este seu Gata Branca simplesmente não tive como resistir. E uau, que bela surpresa. Gostei imenso pela peculiaridade da história e intensidade do protagonista, e mal posso esperar por ler a sua continuação. Muito, muito bom. Opinião em breve.

E em Novembro foi isto — seis histórias muito boas, seis autores espectaculares e seis mundos que me deram um enorme prazer conhecer. Somente posso desejar que Dezembro seja igualmente bom...

E vocês, que páginas percorrem no penúltimo mês do ano?

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Passatempo Especial Natal — Half Bad, de Sally Green + A Bússola dos Sonhos, de Pierdomenico Baccalario


O Natal está quase, quase a chegar... e, por isso, não há nada como celebrar esta quadra tão especial com um fantástico passatempo — com um livro para os mais novos e um livro para os um bocadinho mais velhos. 

 

Com o insubstituível apoio da Editorial Presença, o Pedacinho tem o prazer de oferecer um pack, com um exemplar de Half Bad — Entre o Bem e o Mal, da estreante autora Sally Green + um exemplar de A Bússola dos Sonhos, do aclamado autor Pierdomenico Baccalario. Dois livros maravilhosos com um belíssimo toque de magia.

Para se habilitarem a receber este fantástico prémio em casa, basta que respondam acertadamente às questões que se encontram no formulário, que preencham todos os campos obrigatórios e, como vem já a ser habitual, que sejam seguidores do blogue.

As respostas às perguntas podem ser encontradas aqui e/ou aqui, no blogue, ou aqui e/ou aqui, no site da Editorial Presença.


Regras do Passatempo:
1) Ser seguidor do blogue.
2) O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 21 de Dezembro (Domingo).
3) Só é válida uma participação por pessoa e/ou email.
4) Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
5) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será posteriormente contactado via email e o resultado do mesmo será anunciado no blogue.
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
7) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio, no correio ou outros, de exemplares enviados pela mesma e/ou por editoras.
8) Boa sorte!


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