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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Resultado do Passatempo 6.º Aniversário - Rainha Vermelha, Victoria Aveyard

E vamos a mais um resultado de passatempo... 

A sorteio esteve um exemplar do título Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard. Uma das minhas leituras favoritas deste ano. 

Quero agradecer a todos os que participaram neste passatempo e dizer que, caso não tenham saído vencedores, mais oportunidades virão no futuro. O segredo é nunca deixar de participar! 

Sem mais demoras, este prémio vau para: 
29. Catarina (…) Silva, Ovar

Os meus mais sinceros parabéns à vencedora! Espero que desfrute de excelentes momentos na companhia destas páginas.

domingo, 4 de outubro de 2015

Rainha Vermelha, Victoria Aveyard [Opinião]




Título Original: Red Queen
Autoria: Victoria Aveyard 
Série: Rainha Vermelha, #1 
Editora: Saída de Emergência 
N.º Páginas: 352

Sinopse
O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate - uma rebelião dos Vermelhos - mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.
A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva... ou condena?


Opinião
A componente visual desta obra do fantástico arrebata-me por completo. Adoro os pormenores da capa, o metalizado do sangue, a simplicidade da coroa, o contraste entre vermelho e prateado – que ganha todo um novo significado uma vez percorridas as suas páginas. Tudo se complementa de forma extraordinária, com uma beleza impressionante, e que vem elevar, ainda mais, as expectativas sobre o que se encontra dentro de tão impressionante embrulho. E deixem-me que vos diga que Rainha Vermelha não desilude. 

Mare Barrow é uma jovem de dezassete anos que vive num mundo dividido pela cor do sangue. De um lado temos os Prateados – poderosos, com habilidades sobrenaturais, intimidantes e governadores do reino – e do outro temos os Vermelhos – a plebe, os fracos, os que se sacrificam e se submetem em prol de um pouco de segurança, de comida na mesa, de uma vida familiar longe da guerra. Mare Barrow sangra vermelho mas o seu espírito, a força de que se encontra dentro dela, é Prateada e essa mistura das duas classes irá trazer-lhe problemas – muitos problemas. 

Gostei bastante de Mare enquanto protagonista desta história. A sua alma é genuína, e foi muito bom ver que a opulência do outro lado da realidade que conheceu durante toda a sua vida não a mudou nem tão pouco definiu o que estabeleceu para o seu futuro. Mare sabe que é diferente, que não é como a sua irmã mais nova, Gisa, que tem um dom natural para a construção das mais belas peças de vestuário, nem como os seus irmãos mais velhos, Shade, Bree e Tramy que sempre treinaram para a possibilidade de terem de sobreviver no campo de guerra, nem tão pouco como Kilorn, o seu melhor amigo, que parece estar seguro na sua personalidade e no seu lugar no mundo. Mas Mare é especial, e essa sua particularidade vai levá-la à mais perigosa, dúbia e impressionante aventura de sempre. 

Com excepção de Mare, gostei imenso de Shade – aquela única carta familiar a que temos acesso é de partir e aconchegar o coração, tudo ao mesmo tempo – e de Lucas – simplesmente adoro a sua aura prateada com mesclas de vermelho. Infelizmente, não consegui criar nenhuma ligação forte com nenhum dos príncipes, Cal e Maven. Cal porque penso que é demasiado implacável e embora a sua seriedade e crenças sejam algo a seu favor, quando dizia respeito a Mare e a Evangeline, penso que as suas emoções eram um pouco frias e não consegui sentir nada real, nada arrebatador, vindo da parte dele. Já Maven, não sei bem como explicar a minha relação com esta personagem. Desde o início que foi muito amor-ódio e penso que os meus instintos estavam a prever algum tempo de revelação inesperada – mais não digo. Mas é figura que não me convenceu mas que estou muito curiosa de ver em desenvolvimentos futuros. Quanto a Evangeline Samos, gostava de ter visto uma garra mais maligna, mais inflexível – mais ao estilo de Elara, a Rainha. 

Adorei as várias habilidades dos Prateados e a demonstração das mesmas na cerimónia de escolha das futuras princesas. Penso que este é um dos elementos mais fortes do imaginário e da escrita de Victoria Aveyard, e aquele pelo qual mais anseio a nível conhecimento, de entretenimento. Gostei imenso de todo o conceito por detrás deste componente, do facto destas habilidades não poderem ser criadas, somente manipuladas, e dos pequenos confrontos mensais entre as várias casas e os diversos poderes. 

O que não me agradou por aí além foi o romance. Existe um ponto na história em que o triângulo amoroso se transforma num quadrado e se dois dançam o tango mas três são demais, conseguem imaginar quatro? Victoria Aveyard precisa de explorar melhor as relações entre personagens e isso recai, negativamente, no suposto par/triângulo/quadrado amoroso tendo em conta que nenhum deles é forte o suficiente, e carismático o suficiente, e arrebatador o suficiente para se tornar credível. No que diz respeito a intriga, lutas de domínio, descrições ambientais e até de acção, Aveyard é magnífica mas quando se passa para o campo emocional, para aqueles pequenos pontos na história que necessitam de ser ligados entre sim com emoções, e relações, e sentimentos, Aveyard falha. Estou a fazer figas para que esta seja uma situação melhorada e ultrapassada no próximo livro pois esta é uma trilogia com tanto potencial, e com tanto de inovador e original, que seria uma pena as personagens sobreviverem por si mesmas e não umas com as outras. 

No final de contas, e mesmo com um ou outro aspecto menos positivo, confesso-me agradavelmente surpreendida com Rainha Vermelha e em tudo curiosa com o que aí vem – principalmente tendo em conta o final inesperado deste primeiro volume. Farley deixa muita expectativa no ar e agora que parte do véu sobre a Guarda Escarlate foi revelada... hmmm... mal posso esperar. É só isso que consigo dizer – mal posso esperar! Glass Sword – outra capa magnífica! – é publicado, no original, em Fevereiro do próximo ano. Façam figas para que não demore muito tempo a chegar a território nacional. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Rainha Vermelha, Victoria Aveyard [Divulgação Fotográfica]

Para vos aguçar o apetite...


... deixo-vos com uma foto do meu exemplar de Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard, que foi, também, uma das minhas últimas leituras - e pela qual eu me apaixonei. 
Esta capa é absolutamente magnífica. Estou fascinada pelo efeito metalizado do sangue na coroa, e pelo brilho que este ganha ao estar na direcção da luz. Adoro as nuances e o contraste entre as cores na capa e o significado que estas têm na história - a sua divisão, os seus confrontos, os seus atributos. 
Uma das minhas favoritas de sempre. 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Entre as Páginas de... #14

... Rainha Vermelha, de Victoria Aveyard. 



Estou a adorar!

Não sei o que é que este livro tem mas estou absolutamente viciada na sua leitura – tanto que o mais provável é já o ter terminado pela altura da publicação deste post. Gosto imenso do mundo criado pela autora e se há algo que Rainha Vermelha me fez perceber sobre o meu gosto literário é que cada vez mais sou fã de uma boa história que envolva – potenciais – princesas e castelos. Toda a questão da divisão política e biológica entre Vermelhos e Prateados é excelente e adoro o desabrochar de Mare, a nossa protagonista, no que diz respeito às surpresas que guarda dentro de si. Estou a gostar e recomendo, embora consiga já denotar umas falhas próprias de um debut – mas completamente ultrapassáveis, continuo apaixonada por esta narrativa. 

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Rainha Vermelha, Victoria Aveyard [Passatempo 6.º Aniversário]

E o quarto passatempo deste aniversário está, oficialmente, no ar! 

Com o fantástico apoio da Saída de Emergência, o Pedacinho tem o enorme prazer de oferecer um exemplar de Rainha Vermelha, da autora Victoria Aveyard. Uma obra viciante, diferente e que não deixará nenhum leitor do género indiferente. 

Para se habilitarem a receber este fabuloso prémio em casa, basta que respondam acertadamente à questão que se encontra no formulário, que preencham todos os campos obrigatórios tendo em conta as regras do passatempo e, como já vem sendo habitual, que sejam seguidores do blogue – e, se possível, que também sigam a Página do blogue no Facebook. 

As respostas às perguntas podem ser encontradas neste link, e/ou aqui.

Regras do Passatempo: 
1) Ser seguidor do blogue.
2) O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 12 de Outubro (segunda-feira).
3) Só é válida uma participação por pesso e/ou endereço de email. 
4) Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas. 
5) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será posteriormente contactado via email e o resultado será anunciado no blogue. 
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
7) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio, no correio ou outros, de exemplares enviados pela mesma e/ou por editoras. 
8) Boa sorte! 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Rainha Vermelha, Victoria Aveyard [Divulgação]

A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. 
Será que o poder de Mare a salva... ou condena?

Título Original: Red Queen
Autoria: Victoria Aveyard
Editora: Saída de Emergência 
N.º Páginas: 352
PVP.: 18,50€

Sinopse
O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados. 
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate - uma rebelião dos Vermelhos - mesmo que o seu coração dite um rumo diferente. 

«Aveyard tece um novo mundo cheio de desafios e surpresas repletas de acção e emoções fortes... Inventivo e com fortes personagens.»
Kirkus

Sobre a autora
Victoria Aveyard é uma autora de 24v anos com formação em Escrita de Argumentos da Universidade do Sul da Califórnia que, tendo verificado que todas as histórias boas para filmes já tinham sido usadas (e as más também) decidiu ela própria escrever uma: Rainha Vermelha
Agora divide o seu tempo entre East Longmeadow, Massachusetts e Los Angeles. Neste momento dedica-se ao segundo volume depois de Rainha Vermelha, enquanto tem outros projectos literários e cinematográficos. A Universal Pictures já detém os direitos para uma produção a partir do livro. 
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