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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Mais Um Dia, David Levithan [Divulgação]


Depois do aclamado romance A Cada Dia, bestseller do New York Times, David Levithan conta a história de Rhiannon e da sua busca desesperada pelo amor verdadeiro

Título: Mais Um Dia
Título Original: Another Day
Autoria: David Levithan
Série: Every Day, #2
Editora: Topseller
N.º Páginas: 352
PVP.: 17,99€

Sinopse
Todos os dias da Rhiannon são iguais. Ela resignou-se com a vida, convenceu-se de que não merece mais do que um namorado distante e frio, o Justin, e até delimitou regras para a sua vida: não ser demasiado carente, evitar aborrecê-lo, nunca esperar demasiado. 
Até que uma manhã muda tudo. De repente, e pela primeira vez, o Justin parece olhar para ela, querer estar com ela, e juntos vivem um dia perfeito - um dia perfeito de que o Justin não se recorda na manhã seguinte. Confusa, deprimida e desesperada por mais um dia tão inesquecível quanto esse, Rhiannon começa a questionar tudo. 
Então, certo dia, um estranho diz-lhe que o Justin com quem ela passou esse dia, e que a fez sentir-se uma nova pessoal... não era o Justin. 

Um livro que toca profundamente a imperfeição humana, os maus relacionamentos, a despropositada importância da aparência, a sexualidade ou a insignificância dos géneros. 

Sobre o autor
David Levithan é autor e editor. Conta no seu currículo com muitas obras em nome próprio e várias parcerias com John Green ou Rachel Cohn. A Cada Dia, igualmente editado pela Topseller, é bestseller do New York Times e foi finalista de múltiplos prémios. 
O autor foi galardoado com o Prémio Margaret A. Edwards 2016, atribuído pela American Library Association. Uma distinção que premeia autores cujo trabalho constitua uma contribuição significativa e duradoura para a literatura direccionada ao público jovem adulto. 

«Uma história intensa que mostra os leitores e profundidade das suas personagens... Embora Levithan considere este como o romance "gémeo" do autor [A Cada Dia], ele tem uma identidade distinta, íntima, encantadora e com uma leitura própria.»
Booklist

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

A Cada Dia, David Levithan [Divulgação]



«Num livro original, engraçado, e dolorosamente honesto, David Levithan explora brilhantemente o dilema adolescente de não se sentir bem na sua pele e não saber onde pertence. Eu não li A Cada Dia, eu devorei-o.»
Jodi Picoult

Título Original: Every Day
Autoria: David Levithan
Editora: Topseller
N.º Páginas: 288
PVP.: 16,59€

Já disponível nas livrarias

Sinopse
A cada dia um novo corpo. 
A cada dia uma nova vida.
A cada dia o mesmo amor pela mesma rapariga. 
A cada dia A acorda no corpo de uma pessoa diferente. Nunca sabe quem será nem onde estará. A já se conformou com a sua sorte e criou regras para a sua vida: nunca se apegar muito. Evitar ser notado. Não interferir. 
Tudo corre bem até que A acorda no corpo de Justin e conhece Rhiannon, a namorada de Justin. A partir desse momento, as regras de vida de A não mais se aplicam. Porque, finalmente, A encontrou alguém com quem quer estar a cada dia, todos os dias. 


Sobre o autor
David Levithan é autor e editor. Conta no seu currículo com muitas obras em nome próprio e várias parcerias como Will & Will, com John Green, ou Nick and Norah's Infinite Playlist, com Rachel Cohn. 
A Cada Dia é um dos seus trabalhos mais aclamados e finalista dos seguintes prémios: YALSA Teens' Top Ten (2013), Abraham Lincoln Award (2014), Andre Norton Award (2012), Cybils Award for Fantasy & Science Fiction (Young Adult) (2012), YALSA Best Fiction for Young Adults Top Ten (2013). 
  

sábado, 13 de setembro de 2014

The Perks of Being a Londoner #2


13 de Setembro será sempre uma data importante para mim — ocorra esta numa sexta-feira (como no ano passado) ou num outro qualquer dia da semana. Marca, no meu calendário de vida, o dia e o mês em que viajei, com regresso incerto, para o Reino Unido. Hoje, comemoro um ano de lutas, de saudades infinitas e dores imagináveis, de momentos de pura alegria e de oportunidades imperdíveis. Hoje, celebro um ano de residência em terras de sua majestade, e por isso decidi escrever um Perks ligeiramente especial.

Londres, de entre tantas outras palavras, é sinónimo de arte e cultura. E uma das regalias de se viver em tão vibrante cidade, particularmente quando se é apaixonado por literatura, remete para os muitos autores (nacionais e internacionais) que visitam terras britânicas. Neste ano que hoje passa, tive o prazer e a felicidade de conhecer nove autores. Poderia ter conhecido muitos mais, mas estes nove representam um leque que em muito me agrada, e me deixa feliz.


Precisamente no dia em que aterrei em Londres (uma chuvosa sexta-feira 13), adquiri Styxx e abri as portas a conhecer uma das minhas mais curiosas autoras, Sherrilyn Kenyon. É verdade que há muito que deixei de ser a sua saga Predadores da Noite, não por não gostar mas pela falta de tempo e edições portuguesas que aqui não chegam, mas confesso que este não poderia ter sido um welcome mais especial — afinal de contas, quando poderia eu conhecer tão popular autora? 


David Levithan foi uma sessão de Q&A um pouco inesperada. Conhecia, somente de nome, parte da sua obra (este que, para além de escritor é, também, editor em Nova Iorque), mas nunca tinha lido nenhum dos seus romances. Com Will Grayson, Will Grayson a repousar na estante e o fascínio que Every Day tinha vindo a deixar, fechei os olhos e atirei-me de cabeça. Neste momento, Every Day é um dos meus contemporâneos favoritos, e Levithan um dos autores mais simpáticos e carismáticos que conheci. 


John Connolly foi, igualmente, uma surpresa. Tenho um dos seus livros fantásticos em casa (em Portugal) mas já tinha ouvido falar, e muito bem, desta sua nova série que se inicia com Conquest. Por isso, disse cá para mim: why not? Sem dúvida, um final de tarde muito gratificante. 


Já em 2014 (ou foi ainda em 2013? Hmmmm...) tive a oportunidade de ir a um evento cujas cabeças de cartaz eram Tanya Byrne (autora britânica) e Lauren Kate (autora americana), numa discussão sobre Literatura YA: USA vs. UK. Gostei imenso do evento o seu todo e, embora desconhecesse por completo Byrne, foi com enorme agrado que adquiri um dos seus livros e o trouxe para completar um pouco mais a estante. Quanto a Kate, sei que dispensa apresentações...


No Festival Gollancz, de entre tantos outros autores fantásticos, tive o prazer de trocar dois dedos de conversa e de escutar duas sessões de Q&A e entrevista com dois autores absolutamente fantásticos — Patrick Rothfuss e Joe Hill. 


Rothfuss é um dos meus escritores de fantasia favoritos e confesso que foi um bocadinho ‘sonho tornado realidade’ os breves momentos que passei na sua companhia. Quando a Hill, este é filho de Stephen King e um dos seus mais aclamados romances, Horns (Cornos, em português) vai ser adaptado ao cinema, com estreia prevista para este Halloween. Um dia inesquecível, é tudo o que tenho a dizer. 


Estive ainda com Lauren Oliver, autora da trilogia Delirium (o primeiro volume encontra-se já publicado em terras lusas), do contemporâneo Panic e do novo e fantasmagórico livro Rooms, de entre outros. Esta foi uma sessão muito intimista e agradeço imenso a oportunidade dada de conhecer esta autora que não só é fantástica como dedicou grande parte do seu tempo a conversar com os seus leitores. 


Finalmente, e há poucas semanas atrás, tive o prazer de conhecer a inesquecível Charlaine Harris. Descobri que a autora vinha cá um pouco em cima do acontecimento e embora estivesse um tempo terrível nesse dia, dou graças a me ter esforçado em sair da cama e ir conhecê-la, pois é de uma simpatia sem igual.

2013/2014 (de Setembro a Setembro) foi, sem sombra de dúvida, um ano literário extremamente gratificante para mim. Posso, somente, agradecer a todos estes autores, à cidade de Londres pelo fascínio e às fenomenais editoras por se esforçarem e trazerem até cá nomes do panorama mundial. Não foi um ano fácil... tratou-se de um ano de adaptação, de muitas saudades da família humana e da família animal, mas tenho consciência de que tais oportunidades nunca surgiriam noutro lugar. E, por isso mesmo, sinto-me grata. 

P.S. - Lamento pela pouca qualidade de algumas das fotos. Aconteceu, muitas vezes, o telefone e a luz não estarem do meu lado.

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