quinta-feira, 20 de setembro de 2012

(5) Passatempo "O Coração de Murano", Marina Fiorato


E deixo-vos hoje o quinto de dez passatempos celebrativos do terceiro aniversário do Pedacinho Literário! Lembrem-se que estes são passatempos curtos, de três dias, por isso, estejam atentos!

Em colaboração com a Porto Editora, o Pedacinho Literário tem o prazer de oferecer três exemplares de um dos melhores livros deste ano, O Coração de Murano, da autoria de Marina Fiorato.

Para participar e se habilitar a ganhar um destes fantásticos exemplares, basta que responda correctamente às questões que se encontram no formulário em baixo, e que preencha todos os campos obrigatórios.

Por favor, tenha em atenção as regras do passatempo! 

As respostas podem ser encontradas aqui e/ou aqui

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 de 22 de setembro (sábado).
2) Só é válida uma participação por pessoa e/ou e-mail.
3) Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletas serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será posteriormente contactado por e-mail e o resultado será anunciado no blogue.
5) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
6) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio, no correio, de exemplares enviados por si e/ou pela editora em questão.


Boa sorte a todos!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Novidade Porto Editora - «Escândalos em Família», Susan Lewis


O romance Escândalos em Família chegou ontem, 18 de Setembro, às livrarias nacionais e marca o regresso de Susan Lewis, aquela a quem muitos chamam a Jodi Picoult inglesa.
As obras desta autora são presença assídua nos principais tops de vendas do Reino Unido. Oferecendo aos seus fiéis leitores narrativas assentes em dramas íntimos e familiares intensos, Susan Lewis inclui ainda nas suas histórias um elemento de mistério que tem vindo a cativar mais e mais leitores.
A Porto Editora já publicou, de Susan Lewis, os seguintes romances: Desaparecido, Um Amor Inesperado e Depois da Luz. A autora vive actualmente em França e tem mais de vinte livros publicados.

Título: Escândalos em Família
Autoria: Susan Lewis
N.º Páginas: 472

Lançamento: Já disponível
PVP.: 16,60€

Sinopse: Quando Alicia Carlyle regressa à casa da sua infância, depois da morte trágica do seu marido, espera poder finalmente esquecer o passado. Mas para isso terá de enfrentar a mulher que quase destruiu o seu casamento e lhe dividiu a família - a sua cunhada, Sabrina. As suas não se suportam, mas Alicia está decidida a começar uma nova vida com os seus filhos, Nathan e Darcie, e a resgatar a relação que tinha com o seu querido irmão.
Mas quando o futuro começa a parecer mais risonho, a filha de 15 anos de Sabrina, Annabelle, acusa Nathan, de 17 anos, de um crime que ele insiste não ter cometido. E uma vez mais as duas famílias veem-se presas numa batalha de desconfiança, traição e mentiras - uma batalha que ameaça destruí-los a todos...
Da autora bestseller de Um Amor Inesperado, um romance carregado de intriga e paixão, sobre as consequências dos segredos e da traição. 

Sobre a autora: 
Susan Lewis é uma reconhecida autora britânica, com mais de 20 títulos publicados. Tendo iniciado a sua vida profissional na televisão, após a bem-sucedida edição de quatro romances, mudou-se de Londres para o Sul de França, onde agora vive e escreve. 

Imprensa:
«Mistério e romance par excellence
Sun

«Sensual e excitante.»
Sunday Times

«Um dos melhores romances no mercado.»
Independent

Resultado do (2) Passatempo - "21.12", Dustin Thomason


Trago-vos hoje o resultado do segundo passatempo comemorativo do terceiro aniversário do Pedacinho! Assim, e com o inconfundível apoio da Editorial Presença, entrego os três exemplares de um dos mais empolgantes thrillers lançados este ano, 21.12, de Dustin Thomason, a:

61. Cristina (...) Pinto
72. José (...) Matos
80. Sandra (...) Lourenço

Parabéns aos felizes contemplados!! Espero que desfrutem tanto desta leitura quanto eu, certamente, o irei desfrutar.
Aos que ainda não ganharam, não desesperem! Nova oportunidade mais daqui a pouco... 

Boas Leituras!

Quarta em Imagens


Numa nova rubrica semanal, o Pedacinho apresenta «Quarta em Imagens»!
Todas as quartas feiras será publicado o destaque de um determinado autor, livro ou série/saga, em formato visual, ou seja, através de uma fotografia. O Pedacinho espera, com isso, divulgar algumas das obras que se encontra actualmente a folhear assim como dar um vislumbre das opiniões que poderão vir aí...

Assim, hoje trago-vos... Julia Quinn!, com a série «Bridgertons».


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Persépolis, Marjane Satrapi [Opinião]




Título Original: Persepolis
Autoria: Marjane Satrapi
Editora: Contraponto
Nº. Páginas: 351
Tradução: Duarte Sousa Tavares


Sinopse:

Com uma memória inteligente, divertida e comovente de uma rapariga que cresce no Irão durante a Revolução Islâmica, Marjane Satrapi consegue transmitir uma mensagem universal de liberdade e tolerância. 
‹‹Estamos em 1979 e, no Irão, sopram os ventos de mudança. O Xá foi deposto, mas a revolução foi desviada do seu objectivo secular pelo Ayatollah e os seus mercenários fundamentalistas. Marjane Satrapi é uma criança de dez anos irreverente e rebelde, filha de um casal de classe alta e convicções marxistas. Vive em Teerão e, apesar de conhecer bem o materialismo dialético, ter um fetiche por Che Guevara e acreditar que consegue falar directamente com Deus, é uma criança como qualquer outra, mergulhada em circunstâncias extraordinárias. 
Nesta autobiografia gráfica, narrada com ilustrações monocromáticas simples mas muito eloquentes, Satrapi conta a história de uma adolescência durante a qual familiares e amigos "desaparecem", mulheres e raparigas são obrigadas a usar véu, os bombardeamentos iraquianos fazem parte do quotidiano e a música rock é ilegal. Contudo, a sua família resiste, tentando viver uma vida com um sentido de normalidade. Um livro inteligente, muito relevante e profundamente humano.››BBC
Em 2007, Persépolis foi adaptado ao cinema e das muitas nomeações para prémios que teve destaca-se a do Óscar para melhor filme de animação. 


Opinião:

Encaro a novela gráfica, muitas vezes, como um método peculiar e algo suavizado de transmitir, ao leitor, toda uma série de ensinamentos e mensagens importantes. Enquanto umas narrativas se centram no comic em si, enfatizando a espectacularidade da personagem protagonista ou o seu irrealismo como super herói numa sociedade moderna, outras mostram-se intensamente pessoais, ricas em sentimento, e propícias a atingir o leitor da forma mais arrebatadora possível.

Persépolis é precisamente tudo isso e muito mais. É uma visão inteiramente diferente, para um povo claramente ocidental, de uma realidade extremista que afectou toda uma nação. É um relato impressionante da vida de uma jovem rebelde, de uma jovem que deseja ser livre de expressar os seus gostos, as suas revoltas, num país onde a liberdade foi uma das primeiras componentes sociais e individuais a ser cortada. É a demonstração gráfica da importância da união familiar, quando tudo o resto falha, quando tudo se torna opressivo, tirânico, perseguido. É o refúgio de um intelecto único, de uma inteligência fora de série, numa comunidade perigosa, numa comunidade que não tem medo de infligir a dor e a morte aos seus habitantes, sejam eles homens ou mulheres.
Marjane Satrapi escreve de forma sincera, de forma tocante. Através dos seus olhos de criança crescida, e da sua imensa ligação com uns pais revolucionários e uma avó que só quer o seu bem, a sua felicidade, o leitor vê-se catapultado para o seio de uma família que de tudo fará para proteger os seus. Acompanhada de ilustrações elegantes e muitas vezes funestas, Marjane expõe a sua voz enquanto lutadora, enquanto sobrevivente num mundo onde a imagem da mulher adquiriu – e ainda adquire – contornos excessivamente irreais e incompreensíveis, inaceitáveis.

Esta foi uma leitura explosiva, uma viagem alucinante até uma realidade verdadeiramente aterradora, onde a caracterização da própria morte, algo que deveria de ser digno, de ser pessoal, é feita de maneira fria e cruel. Quantos não se sacrificaram em prol de um futuro e regime melhores?! Quantos não se manifestaram pelas ruas, lutaram contra ataques policiais, infringiram as regras por entre quatro paredes?! Mas quantos desses não foram mortos, foram perseguidos, mutilados, torturados, de formas atrozes, inumanas?
O medo é uma arma poderosa, imponente até, e a sensação aceite de perigo constante, seja através dos instáveis bombardeamentos ou da promessa de morte iminente, é o suficiente para oprimir todo um povo que somente batalha por alcançar, novamente, um passado onde a grandiosidade, a notoriedade foi soberana, onde a distinção, face o resto do mundo, se traduzia em avanços capazes e intelectuais.

Ainda assim, o que mais impressiona e cativa é a vontade própria, a força que Marjane foi outrora e que, certamente, persiste em ser. Ela é um exemplo de como levar uma vivência de reclusa déspota pode afectar o comportamento de uma pessoa uma vez atingida a liberdade, tanto de expressão como de pensamento. Penso que, em certa medida, a sociedade iraniana levou a que esta figura majestosa, na história do seu regresso, se manifestasse de forma extremamente rebelde e curiosa e que, de certa forma, essa declaração pessoal lesou o seu íntimo enquanto pessoa, uma vez regressada à sua pátria. Marjane foi uma criança que se viu obrigada a crescer demasiado cedo, que se viu destituída do seu real sentido de infância e que, mais tarde, sofreu o despoletar de um acesso de raiva, de revolta, tanto para com a sua comunidade de nascença, como também para com a relutante aceitação estrangeira da sua própria nacionalidade. Nos países ocidentais persistiu – e ainda persiste, por vezes – a ideia de que todas as nações radicais e extremistas, assim como respectivas populações, são fruto da mesma semente. Não existem distinções, não existem diferenciações. Todos são representantes de um mesmo fruto podre.

Muito fica por dizer aquando a leitura destas novelas gráficas corajosamente reais. Relatos de memórias passadas que ficarão eternizadas no interior de quem as viveu, de quem as assumiu como suas. Para mim, Persépolis é uma exímia lição de vida e uma grande fonte de conhecimento, relatada na primeira pessoa, numa narração inesperada. Uma obra única que certamente marca pela diferença, pela evolução, pela carga emocional que alberga ao longo das páginas. Um livro absolutamente marcante, que encantará muitos leitores, não só de banda desenhada, como de qualquer género literário. Uma brilhante aposta Contraponto, numa grafia que merece todo o destaque possível.

Novidade Contraponto - "Fun Home - Uma Tragicomédia Familiar", Alison Bechdel


«Inteligente, destemido e cheio de humor negro. Uma obra-prima sobre duas pessoas que vivem na mesma casa, mas em mundos diferentes.»
Time

Título: Fun Home - Uma Tragicomédia Familiar
Autoria: Alison Bechdel
N.º Páginas: 240

Lançamento: Já disponível
PVP.: 16,60€

Sinopse: Best-seller internacional e obra pioneira, Fun Home descreve a relação frágil que Alison Bechdel manteve com o pai ao longo da sua infância e adolescência. Na sua narrativa, a história íntima e pessoal de uma família transforma-se numa obra cheia de subtileza e poder. 
Exigente e distante, Bruce Bechdel era professor de Inglês e dirigia uma casa funerária - a que Alison e a família chamavam, numa pequena piada privada, a «Fun Home». Só quando estava na universidade é que Alison, que recentemente admitira aos pais que era lésbica, descobriu que o pai era gay. Umas semanas depois desta revelação, Bruce morreu, num suposto acidente, deixando à filha um legado de mistério, complexos e solidão.

Imprensa:
«Uma magnífica obra literária.»
Welt am Sonntag

«Uma narrativa gráfica de invulgar riqueza, profundidade, qualidade literária e complexidade psicológica.»
Kirkus Reviews

«Trabalho de luto e de identidade, questionamento das formas e do si, Fun Home é uma banda desenhada verdadeiramente adulta em todos os sentidos da palavra. É também um projecto que nos abre os olhos e faz entender que o horizonte é bem maior do que o que gostaríamos que fosse.»
Pedro Moura, blogue Ler BD

«Uma obra pioneira, que desbrava o caminho para dois géneros literários: os comics e as memórias. O traço tem o pormenor e a mestria técnica de R. Crumb e o texto tem uma seriedade e uma complexidade emocional muito próprias. Finalmente, uma BD para amantes de boa literatura.»
The New York Times Book Review

«Uma das melhores memórias da década.»
New York Magazine

«Uma obra-prima.»
Village Voice

«Uma espécie de radiografia emocional da vida familiar, escrita com honestidade implacável, mas também com humor e compaixão.»
Elle

domingo, 16 de setembro de 2012

(4) Passatempo "A Culpa é das Estrelas", John Green


E deixo-vos hoje o quarto de dez passatempos celebrativos do terceiro aniversário do Pedacinho Literário! Lembrem-se que estes são passatempos curtos, de três dias, por isso, estejam atentos!

Em colaboração com a ASA/Livros com Sentido, o Pedacinho Literário tem o prazer de oferecer três exemplares de um dos melhores livros deste ano, A Culpa é das Estrelas, da autoria de John Green.

Para participar e se habilitar a ganhar um destes fantásticos exemplares, basta que responda correctamente às questões que se encontram no formulário em baixo, e que preencha todos os campos obrigatórios.
Por favor, tenha em atenção as regras do passatempo! 

As respostas podem ser encontradas aqui e aqui

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 de 18 de setembro (terça-feira).
2) Só é válida uma participação por pessoa e/ou e-mail.
3) Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletas serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será posteriormente contactado por e-mail e o resultado será anunciado no blogue.
5) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
6) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio, no correio, de exemplares enviados por si e/ou pela editora em questão.



Boa sorte a todos!

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