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quarta-feira, 16 de março de 2011

Com a Papiro

Título: Um ano em Telavive
Autoria: Cristina Vogt-da Silva
N.º Páginas: 65

PVP.: 13,00€

Sinopse: Pretendi com estas crónicas sobre Israel aproximar o país real do leitor português, tal como o vivenciei e senti no primeiro ano em que vivi em Telavive. Os textos contêm impressões subjectivas, humor, o todo permeado de informações obtidas por pesquisa, com alguns parágrafos imaginados, explorando alguma hipérbole e muitas conversas com israelitas e viagens pelo país.
Escolhi encabeçar os textos com manchetes dos jornais diários seguindo a sequência de publicação, com o objectivo de:
i. manter sempre presente o enquadramento político e datar os textos;
ii. mostrar que é possível viver à margem, e paralelamente, aos conflitos uma vida perversamente normal e mundana;
iii. equilibrar o desequilíbrio ao nível da informação que muitas vezes os Media nos comunicam sobre Israel, escolhendo propositadamente manchetes sobre as agressões mútuas; o que não foi difícil – estavam presentes todos os dias nos jornais israelitas!

terça-feira, 1 de março de 2011

Em Março... com a Papiro

Título: Uma Nova Oportunidade
Autoria: Alfredo Leiria
N.º Páginas: 288
PVP.: 16,60€

Sinopse: Uma Nova Oportunidade é baseado num episódio real ocorrido em Abril de 1987, na EN125, no Algarve.

O professor de História José Estanislau só por duas ou três vezes utilizara aquele percurso da EN 125, mas naquela manhã foi buscar o seu amigo jornalista ao aeroporto de Faro. Regressavam já a Quarteira quando o professor foi obrigado a travar a fundo para não se ver envolvido num trágico acidente de viação. Tudo se desenrolou, ali, à sua frente, a poucos metros, num sucedâneo de imagens dolorosas.
Iriam ser noites e noites em que os sonos do professor seriam assaltados por estranhos pesadelos. Em todos eles, assistia de perto a decisivos episódios do Brasil de quinhentos, na companhia de uma das vítimas do acidente – por aquela altura em coma.
Quando Pires soube que aqueles pesadelos revelavam ao professor um sítio, na costa algarvia, onde naufragara uma nau, carregada de tesouros do Brasil, contratou, de imediato, um iate para os resgatar do fundo do mar.
Aproveitando tal entusiasmo, o professor, sob receita e orientação de uma psicóloga, pretendeu combater os pesadelos dramatizando-os, a bordo do dito iate.
Perante o inesperado resultado de tão caro empreendimento, Pires, inconformado, enceta, desde logo, uma obstinada inquirição. Correram muitos anos até à sua última tentativa para desvendar o imbróglio que encobria aquela caça ao tesouro, que a tanto custo financiara. Contudo, não podia fazer ideia de como a sua derradeira jogada iria levantar questões tão invulgares como decisivas.

Título: Projecto Frâncio
Autoria: Rodrigo Nicolau de Almeida
N.º Páginas: 244
PVP.: 9,80€

Sinopse: Projecto Frâncio é um livro cuja forma e conteúdo se podem incluir no campo do fantástico. Conspirações internacionais de dominação planetária, seres robotizados e criaturas mutantes são alguns dos elementos da primeira obra deste autor, que espanta pela qualidade, criatividade e promete cativar os leitores.
páginas de saborosa leitura.”
(Do prefácio)

Título: Palavras de Andreia
Autoria: Andreia Camilo
N.º Páginas: 100
PVP.: 11,40€

Sinopse: Andreia Camilo tem paralisia cerebral. Palavras de Andreia conta-nos, na primeira pessoa, a sua história. Um exemplo de coragem e perseverança que não irá deixar o leitor indiferente.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Em Fevereiro com ... a Papiro

Título: Deixai-me Cantar a Floresta
Autoria: Sara Timóteo
N.º Páginas: 56

PVP.: 11,00€

Sinopse: Em Deixai-me Cantar a Floresta, Sara Timóteo resgata meditações íntimas, visões mitológicas, forças subterrâneas de uma natureza que pulsa sob o manto celeste, e instiga o leitor a procurar nas suas profundezas aquilo que jaz à tona do verso. 

os homens não perseguem a natureza
já não procuram o território inviolado
das coisas
na sua desilusão constroem-se lacunas imensas
no rasto vazio do tempo

Título: Portugal no 1.º Quartel do Séc. XX
Autoria: Graça Fernandes
N.º Páginas: 400

PVP.: 16,60€

Sinopse: “Os jornais eram, então, o palco e cenário do grande pulsar da acção política e cultural. Manuel Laranjeira, nas páginas do jornal O Norte, pouco antes do regicídio, proclamava num texto que ficou célebre, que em Portugal “o pensamento representa um capital negativo”. Referia-se ao suicídio de homens como Antero, Camilo e Soares dos Reis — ele que pouco depois se suicidaria também. Ora é este País “desencontrado” e “caótico”, mas também erudito nas franjas mais esclarecidas, para recorrer a expressões do mesmo Manuel Laranjeira, que Graça Fernandes redescobre e nos devolve nestas páginas de saborosa leitura.” (Do prefácio)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Novidades Papiro

Em Dezembro, a Papiro apresenta:

Ao folhear este livro o leitor deparar-se-á com casos verídicos de fenómenos paranormais que, por vezes, nos assaltam e nos deixam na fronteira do inexplicável. Foi neste contexto, nesta vontade incontrolável de encontrar respostas, que me entreguei por completo à procura «da outra parte que de mim se desprendera» sem pensar nas consequências que podem advir desta minha certeza: de que há vida depois da morte.
A leitura deste livro relembra subtilmente o que há mais de dois mil anos um célebre taumaturgo do século I a. C. deixou nos seus valiosos escritos: «ninguém morre a não ser na aparência».


« Como Foucault nos ensinou a ver, a loucura tem sido um companheiro da cultura europeia desde a Idade Média. Paulo Alexandre e Castro coloca em cena três internados com a alienação mais perigosa de todas: a lucidez. Apenas um pequeno número de outros autores construíram personagens com excesso de lucidez. Pense-se, entre outros, em O Alienista, de Machado de Assis, ou em Os Físicos, de Dürrenmatt, a que poderíamos acrescentar o Dr. Mabuse, de Fritz Lang, ou o Dr. Strangelove, de Stanley Kubrick. Seria bom que algumas peças futuras nos auxiliassem a compreender o que em Aqui Entre Nós está já equacionado: será que a vida normal, lógica e bem organizada é, de facto, uma manifestação de loucura?»
Manuel Curado In Prefácio

Graça Fernandes acentua as transformações que sofreram os principais órgãos de comunicação social e os ataques de que os mesmos foram alvo devido às alterações de regime (da Monarquia para a República) e, mesmo, dentro do regime republicano, aquando de governos totalitários e ditatoriais, como o de Sidónio Pais.
Refere ainda a autora alguns dos nomes dos principais média conotados com diferentes áreas sociais, como no caso dos que trataram da emancipação da mulher, do cinema e também do desporto.
 Finalmente, no sentido de apresentar uma panorâmica mais precisa do ambiente político coevo, seleccionou dois jornais – A Monarquia e o República, que lutavam com as suas próprias armas pela defesa dos “puros” ideais que perfilhavam.
 Através da leitura de variadíssimas notícias desses jornais, cujo conteúdo sintetizou, será fácil ao leitor tirar as ilações mais contundentes sobre as forças que então se digladiavam no terreno.

“Não consigo lembrar-me de ter existido hoje. É claro que me recordo de determinados actos, de algumas vozes, de ter passado nesta rua e naquela, mas o meu rosto dissolveu-se em cada passo que dei, em cada gesto que fiz, até eu próprio me transformar numa marioneta animada de movimento sem qualquer significado. Gastei o meu dia fingindo não ser eu, da
mesma forma que todos fazemos para podermos continuar a acreditar uns nos outros. Anoiteceu há poucas horas e sinto já a obrigação de mais um
dia que se avizinha. Vou-me deitar a querer sentir-me estendido na cama, quente e com sono e depois adormecer. Dispo-me no quarto enquanto um carro acelera ao longe na rua, algum tempo depois uma mota.
Onde me posso agarrar?”

NASCI NO SOFRIMENTO

Nasci por baixo da bandeira
portuguesa, no vale do
sofrimento, no ano da independência
quando o refúgio de uma
criança era debaixo de uma cama.
Nasci no país marcado por
cicatrizes e sangue,
onde o povo sorri de tristeza e
chora de alegria
em compasso
melancólico.
Nasci na cidade desértica,
na presença da Welwitschia mirabilis,
onde as dunas são perfumadas pela brisa do mar,
onde o pôr-do-sol é mágico e as noites
frias se perdem nos nevoeiros
esbranquiçados.
Nasci no sofrimento
onde a cruz que carrego
faz de mim forte para sorrir e ter
esperança a cada dia
da minha vida.

“Histórias da Minha Avó” é um livro que compila alguns contos e jogos tradicionais.
São histórias que passaram de geração em geração, como “O Cordeirinho”, “O Laranjal”; “O Canavial”; “Grão de milho-miúdo”; “Ó Ana”; “Zé que mama na burra”; “O Vento”; “Os meninos com Estrelinha de ouro na testa” e “Corre, corre Cabacinha”. A autora também inclui três jogos: “Jogo do anel”; “Jogo do compadre Zé Badico” e “Jogo da Arrochada”.
Fernanda Paixão fez uma recolha destes contos e jogos junto da sua avó Pureza e registou-os numa cassete áudio.
A autora defende que estas histórias devem ser contadas, em vez de lidas.

Flores de Outono é constituído, na sua grande maioria, por sonetos. Está dividido em duas partes, cuja diferença reside no carácter mais ou menos intimista da poesia, sendo a primeira de cariz existencial, onde o poeta se auto caracteriza na sua relação com o mundo, e a segunda, de cariz mais reflexivo, onde o poema é espelho da realidade que se observa.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Novidades Papiro Editora

Aqui ficam as novidades da Papiro Editora para o mês de Outubro:

Título: Deuses ou Civilizações das Estrelas?
Autoria: António Alves
N.º Páginas: 310

Lançamento: 2 de Outubro
ISBN: 978-989-636-608-0
PVP.: 16,00€

Sinopse: Desde a sua criação até hoje, o nosso planeta e outros do nosso sistema solar receberam visitas celestes de várias partes do Universo. Visitas que deram origem ao aparecimento de religiões, lendas e mitos, e até de povos que se autoclassificam como visitantes da Terra. Com eles, chega também um verdadeiro conhecimento tecnológico que fornece aos povos da Terra a evolução de que tanto necessitavam. É minha pretensão divulgar algumas lendas, mitos e escrituras sagradas de todo o mundo que falam destes seres das estrelas como missionários da evolução da humanidade, dando exemplos de civilizações que escolheram esta Terra com o intuito de a colonizar ou permanecer nela por algum tempo.

Título: Lisaha
Autoria: Miguel Esteves Pinto

PVP.: 8,70€

Sinopse: Lisaha versa sobre o amor e a perda dele. Centra-se num casal separado, e na falta de interesse pela vida quando se deparam com o vazio. Aqui, enquanto seguimos Pedro numa viagem que muda radicalmente a sua vida, vamos sabendo de outra, a de Leonor, colateral mas semelhante. São viagens às suas próprias profundezas, ao (re)conhecimento do amor e à tomada de consciência de que tudo se tinha dissolvido, parecendo que já nada fazia sentido.


Título: Amor Esquecido
Autoria: Isaac Barradas
N.º Páginas: 104

ISBN: 978-989-636-519-6
PVP.: 12,00€

Sinopse: Após dois anos a esconder um amor incondicional por Marta, Sam pensa revelar à melhor amiga aquilo que sente, mas as dúvidas começam a surgir-lhe à medida que entra em algo novo na sua vida. Ao longo de toda a história, esse amor mostra-se mais forte, mas algo irá acontecer. É num registo fluido e em mensagem ficcionada que Isaac Barradas escreve para aqueles que mais o compreenderão: trata-se de um livro de e para adolescentes, em jeito de homenagem a uma das fases mais intensas da vida, esse futuro pretérito imperfeito que jamais será esquecido...

Título: Lisboa Café
Autoria: Daniel Costa

PVP.: 10,00€

Sinopse: Lisboa Café será composto por um conteúdo interessante que tendo por ideia retratar uma certa sociedade de Lisboa, feito de observações que fui captado dos meus onze empregos, em cerca de dez anos. Sobretudo devido ao óptimo prefácio do meu ilustre e velho amigo, Prof. Yébora Martins, acabei por verificar que teria dado um contributo para a história, relatando factos de certa importância. Como eram elaborados os jornais da época, é bastante mencionada o Jornal a Capital, no início da segunda fase em que esteve sedeado na Rua do Século e impresso nas oficinas gráficas desse jornal, uma parte da sua historiografia, que julgo omitida, ainda, pelo próprio vespertino. É recordada a revista Plateia, da Agência Portuguesa de Revistas, o Clube das Donas de Casa e outras. Ainda a União Gráfica, o Jornal Novidades, a revista Flama. Também a "Dona" Censura para a imprensa, etc. O primeiro assalto a uma agência bancária em Portugal, excluindo o plítico de Palma Inácio. O tormentoso início do Circulo de Leitores, como nasceu o primeiro sócio. O eléctrico de Benfica, o café Paraíso de Benfica, o sózinhito, no cimo da Avenida Gomes Pereira, que os Parodiantes de Lisboa imortazivam na sua agressiva publicidade radiofónica. Enfim, valerá a pena conhecer um pouco do meio gráfico e editorial dos anos sessenta e outras histórias até à Revolução dos Capitães.

Título: Sítios da Memória
Autoria: Isabel Bracourt
N.º Páginas: 48

ISBN: 978-989-636-533-2
PVP.: 9,00€

Sinopse: Estes Sítios da Memória situam-se entre a Figueira da Foz e o Algarve. A morte de um golfinho numa praia deserta, uma conversa no piano-bar, um papagaio improvisado num jardim de bairro ou uma noite na discoteca servem aqui de pretexto para Isabel Bracourt escrever o efémero, a solidão e o insólito que acontecem à sua volta, fazendo um contraponto entre o presente e passado.

Título: A Canção da Amizade
Autoria: Jorge Neto de Melo
N.º Páginas: 72

ISBN: 978-989-636-531-8
PVP.: 9,00€

Sinopse: Desde os clássicos — veja-se a Odisseia de Homero — que o papel do cão no mundo humano é salientado como uma presença benéfica. Sabem também disso as crianças através dos seus livros, onde quase sempre surge uma personagem divertida e protectora, de quatro patas e focinho molhado. (…) Acima de tudo, na literatura o cão tem uma função de suporte à personagem principal, quer como fiel companheiro dotado de capacidades de sobrevivência superiores às humanas, quer assumindo — não raras vezes — um valor simbólico ou até hiperbólico, ao salientar determinado sentimento ou ponto de vista. (…) Mais ou menos amigo, o cão de Jorge Neto de Melo continua a ser o reflexo inocente das nossas vergonhas, da velha miséria humana — a qual é tão obscenamente solitária que, até quando transposta para a literatura, necessita de um companheiro.

Título: Transparêcia da Alma
Autoria: José Luís Cordeiro

PVP.: 9,90€

Sinopse: Escrever não é fácil. Escrever poesia é muito difícil. Mostrar a poesia que se escreve é, além de delicado, um acto de coragem. Mas a coragem, a força, o ânimo, o entusiasmo e o arrojo só são possíveis quando algumas pessoas estão ao nosso lado. E foi graças a essas pessoas que este livro nasceu! Das palavras do seu autor vê-se o seu retrato, porque nelas estão espelhadas várias situações vividas em diferentes fases de uma vida bem cheia. Das palavras do seu autor nasceu este livro de poemas que mais não são do que fragmentos de memória, pedaços da sua própria existência, transparências da sua própria alma. É, pois, através da palavra poética que o autor se mostra: despido de vergonha, ausente de receios, capaz de mostrar aquilo que ao longo de toda uma vida foi guardando nos mais diversos suportes de escrita.

Neste livro que agora nasce, nasce também um libertar dos sonhos, pois é de diferentes temáticas que este livro vive: do sonho, do medo, da morte, da natureza, da ausência, do amor, em suma, da vida!

Título: Nuvens Cinzentas de Maio
Autoria: Álvaro Góis
N.º Páginas: 232

ISBN: 978-989-636-528-8
PVP.: 16,20€

Sinopse: Estonteante como imperceptível essa rapidez com que passam os dias e os anos, consumindo vorazmente o tempo que, connosco, se vai interpondo entre o berço e a tumba. Mas as memórias… ah! Essas ficam e vão passando de geração em geração, na tentativa de se eternizarem e dar testemunho das razões que subjazem à evolução que o mundo experimenta na permanente busca de fórmulas e de verdades que nunca, ou dificilmente, serão plenas e finais. Assim sendo, é no espírito dessa missão que o presente romance se assume e, como condutor de imaginário veículo, se propõe a transportar o leitor, num interessante percurso temporal e transversal à vida portuguesa nos conturbados anos de profunda transição política, em que se vivia procurando libertar as últimas amarras da ditadura e ensaiar os primeiros passos em democracia. Terá valido a pena? A dúvida persiste nos que são cépticos, até perante a maior evidência, porém, não poderão ignorar que o bemestar
do presente – se é que ele existe – é, também, fruto das terríveis dores e angústias já sofridas por uma sociedade que avança corajosa sobre o chão movediço que percorre.


Calendário de Eventos:

Deuses ou Civilizações da Estrelas? — António Alves
Monografia — 02 Outubro, 15h00
Livraria Dom Pepe, Évora

Lisboa Café — Daniel Costa
Crónicas — 08 Outubro, 19h00
Fábrica Braço de Prata, Lisboa

Amor Esquecido — Isaac Barradas
Juvenil — 08 Outubro, 20h00
Fábrica Braço de Prata, Lisboa

Transparências da Alma — José Luís Cordeiro
Poesia — 08 Outubro, 21h30
Biblioteca Municipal de Alpiarça

Canção da Amizade — Jorge Neto de Melo
Contos — 09 Outubro, 16h00
Biblioteca Municipal de Albufeira, Algarve

Império Terra — Paulo Fonseca
Ficção — 09 Outubro, 15h30
Feira de Artesanato e do Livro da Biblioteca de Algés, Oeiras

D. Luísa Francisca de Gusmão Medina Sidónia, Rainha de Portugal —  Mª do Pilar de Vasconcelos
Romance — 12 Outubro, 18h00
Fnac Sta. Catarina, Porto

Lisaha — Miguel Esteves Pinto
Novela — 12 Outubro, 21h00
Fábrica Braço de Prata, Lisboa

Sítios da Memória —  Isabel Bracourt
Crónicas — 22 Outubro, 18h00
Biblioteca Municipal de Portimão, Algarve

Nuvens Cinzentas de Maio — Álvaro Góis
Romance — 29 Outubro, 21h30
Clube Literário do Porto

Nuvens Cinzentas de Maio — Álvaro Góis
Romance — 30 Outubro, 17h30
Câmara Municipal de Oliveira do Bairro

Sítios da Memória — Isabel Bracourt
Crónicas 30 Outubro, 18h00
Casino Figueira da Foz

sábado, 6 de março de 2010

Mistério em Connellsville, Beatriz Neves Barroca








Título Original: Mistério em Connellsville
Autoria: Beatriz Neves Barroca
Editora: Papiro Editora
Nº. Páginas: 92


Sinopse:

“Acordei agitada e minutos depois o despertador tocou. Tinha tido um pesadelo. Sonhei que estava na escola vazia e que um homem encapuzado levava uma rapariga. Eu via-os, mas eles não me viam a mim. Era como se fosse um filme. “Andas demasiado envolvida neste assunto...” pensei, censurando-me. (...) Esboçámos um aceno e fomos para o carro. Abri a porta e sentei-me no banco. Estremeci e a memória do sonho dessa noite assaltou-me com um flash.”


É com muito agrado que divulgo este livro. Fico muito satisfeita em saber que cada vez mais jovens portugueses publicam as suas obras. Algo que, sem dúvida, deve ser levado em frente pelas editoras – apostar não só no que é estrangeiro mas também no que é português.

Parabéns Beatriz, espero em breve ter a oportunidade de ler o teu livro. Boa sorte! 

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