quarta-feira, 9 de julho de 2014

Entre as Páginas de... #2


... Puros, de Julianna Baggott.


Esta aposta da Editorial Presença (mais informações sobre Puros, aqui) parece-me que vai ser uma leitura assim... algo sofrida — é que está a ser tão interessante, tão inesperada, inovadora e inebriante que estou mesmo a ver que quando estiver próxima do seu final simplesmente não vou querer virar o último folhear de páginas. Ah, não vou, não.
Encontro-me algures no começo da história, numa altura, na narrativa, em que as suas várias camadas traumatizantes se desenrolam com poder e sofrimento — aliás, vou tão no início que ainda nem vi a página 100 —, e como se o conteúdo, de si, não fosse já deveras viciante, esta é, sem sombra de dúvida, uma capa que, enquanto leitora, me faz suspirar em absoluto, e me enche, com perfeição, as medidas. Oh, que coisa mais linda!

terça-feira, 8 de julho de 2014

A Revelação, Lissa Price [Divulgação]


O lançamento desta série distópica oferece-nos uma mestria notável da técnica e levanta pertinentes questões sobre classes sociais, o corpo como propriedade e a mente como separação.
Publishers Weekly

Título Original: Enders
Autoria: Lissa Price
N.º Páginas: 280
PVP.: 18,85€

Sinopse:
O fim está prestes a chegar...
Como o fim da Destinos Primordiais, Callie já não tem de alugar o seu corpo a sinistros Terminantes. Mas o neurochip que lhe implantaram no cérebro torna-a vulnerável a todos os que quiserem entrar dentro da sua cabeça e obrigá-la a fazer coisas contra a sua vontade. Os Iniciantes que contêm este chip tornam-se cobaias nas mãos dos mais poderosos Terminantes, e alguém anda a fazer explodir os dispositivos, transformando-os em bombas humanas. 
Callie continua a ser perseguida pela voz do Velho, bem como pelas memórias da sua ex-locatária, Helena. Determinada a vencer o medo e dar uma vida normal ao irmão, Callie decide ripostar. Um aliado improvável associa-se à sua busca. Encontrar o Velho e travá-lo talvez seja uma sentença de morte, mas ela está disposta a tudo para descobrir a verdade. Mesmo que o mundo, tal como o conhecia, nunca mais volte a ser o mesmo. 
Uma aventura pós-apocalíptica onde os jovens têm de lutar contra uma sociedade fascinada pelas aparências e que se aproveita deles. Uma sociedade onde a juventude é o bem mais apreciado e uma verdadeira mercadoria.
Uma história inteligente, uma narrativa ágil e fluída, uma trama viciante que a autora conseguiu combinar com mestria, e que prende o leitor até à última página.

Sobre a autora:
Lissa Price estudou fotografia e escrita, mas o mundo acabou por ser o seu maior professor. Andou com os elefantes no Botswana, nadou com pinguins nos Galápagos, viu o pôr do Sol num campo com duzentos nómadas em Gurajat na Índia. Foi cercada por centenas de búfalos-do-cabo na África do Sul e assitiu a um coro quase silencioso de uma centena de golfinhos selvagens na costa de Oahu. Dançou em cabanas de barro em casamentos na Índia e bebeu chá com a mais famosa personalidade viva no Kyoto. Quando se sentou para escrever, percebeu que a mais surpreendente viagem estava dentro da sua cabeça. Vive no sopé das colinas no Norte da Califórnia com o marido e os ocasionais veados.  

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Scarlet, Marissa Meyer [Opinião]





Título Original: Scarlet
Autoria: Marissa Meyer
Editora: Planeta Manuscrito
Nº. Páginas: 384
Tradução: Victor Antunes


Sinopse:
Cinder elabora um plano para fugir da prisão e, se for bem-sucedida, irá tornar-se a fugitiva mais procurada da Comunidade. Do outro lado do mundo, a avó de Scarlet Benoit desapareceu. Scarlet entra em pânico e, na sua busca, acaba por descobrir que existem muitas coisas sobre a avó que desconhece, assim como ignorava o grave perigo que correu toda a vida. Quando Scarlet encontra Wolf, um lutador de rua que poderá ter informações sobre o paradeiro da avó, sente-se relutante em confiar nele, mas ao mesmo tempo sente-se inexplicavelmente atraída. Scarlet e Wolf tentam desvendar o mistério do desaparecimento da avó, mas deparam-se com outro quando encontram Cinder. Além de todos os problemas em que estão mergulhados, ainda terão de antecipar os passos da maléfica rainha Levana, que fará qualquer coisa para que o belo príncipe Kai se torne seu marido, seu rei, seu prisioneiro.


Opinião:
Existem livros especiais e, para mim, Scarlet é, sem dúvida, um deles.
Faz já algum tempo que folheei esta narrativa — até agora perdida na infindável pilha de livros a opinar —, sequiosa por descobrir a continuação de um final tão surpreendente quanto emotivo e expectante, presente nas páginas de Cinder, e tudo o que posso, agora, dizer é que Scarlet não só correspondeu às minhas já de si bastante exigentes expectativas como, inclusive, as superou. Cinder foi uma leitura que esteve muito perto de atingir a perfeição, focando-se num retelling distópico de uma das mais conhecidas e adoradas histórias tradicionais, Cinderela, contudo, onde esta pecou, onde esta não foi capaz de alcançar tamanha mestria e primor — que, atenção, são erros quase inexistentes —, Scarlet brilhou e dominou ainda mais a minha curiosidade, levando-me a apaixonar, forte e decididamente, por este mundo radioso, por estas personagens singulares e por esta autora absolutamente esplêndida.

Dentro do seu género, posso afirmar que as Crónicas Lunares de Marissa Meyer é das minhas trilogias/sagas/séries favoritas de sempre. Não há como igualar a imaginação desta escritora, ou o seu cuidado para com a narrativa e para com o leitor em constantemente oferecer uma história nova, única e maravilhosamente viciante. É quase sem fôlego que o leitor se deixa embalar em cada uma das suas viagens extraordinárias pelo campo do sobrenatural distópico, experienciando com Cinder e, agora, com Scarlet e Wolf todos os pormenores de encanto, de vingança, perigo e amizade presenteados. E se Cinder foi um amor impulsivo e à primeira vista, Scarlet foi o fortalecer de uma paixão com intento à eternidade.
Scarlet e Wolf são uma dupla exímia, tão apaixonante quanto Cinder e Kai — ela pelo seu sentido de independência e força, com traços muito acentuados de uma personalidade irreverente, e ele pelo mistério existente em torno da sua pessoa, tornando-se, em igual medida, arrojado e excitante. Pronta a correr mundos e fundos em busca da sua avó, Scarlet acaba por entrelaçar a sua história com a de Cinder e por se deparar com personagens (algo) secundárias possantes e soberanamente espectaculares — Iko volta a dar sinais de vida, agora com uma imagem totalmente renovada que, por momentos, me deixou impossibilitada de computar, e Thorne é outra das figuras que surge de modo surpreendente e que deixa um sorriso nos lábios de qualquer leitor. Por outro lado e noutras ‘terras’, Kai mantém-se presente na trama, ainda que com menor destaque, mas agora com uma responsabilidade acrescida para com o seu povo ao ser Imperador — e quem não se lembra de Levana, tamanha figura maléfica? Esta é uma personagem que ainda me faz arrepiar, e que Meyer descreve tão, mas tão bem.

Cress, o terceiro volume desta saga, é já uma muito forte presença na minha mente enquanto leitora — explorando a história de Rapunzel, é com uma enorme ânsia que aguardo a sua publicação por terras lusas. E oh como estou curiosíssima em relação à capa! É que o design de Cress é, até ao momento, o meu favorito das Crónicas Lunares e tendo em conta que a Planeta tem oferecido um certo twist na sua abordagem pessoal à série, confesso-me bastante interessada em ver o produto final. Uh, mal posso esperar por mais Meyer, mais Cinder, mais Scarlet e, claro, mais da minha adorada Iko!

domingo, 6 de julho de 2014

Shadowfell, Juliet Marillier [Opinião]




Título Original: Shadowfell
Autoria: Juliet Marillier
Editora: Planeta Manuscrito
Nº. Páginas: 381


Sinopse:
Na terra de Alban, onde o jugo tirânico de Keldec reduziu o mundo a cinzas e terror, a esperança tem um nome que só os mais corajosos se atrevem a murmurar: Shadowfell. Diz a lenda que aí se refugia uma força rebelde que lutará para libertar o povo das trevas e da opressão.
E é para lá que se dirige Neryn, uma jovem de dezasseis anos que detém um perigoso Dom Iluminado: o poder de comunicar com os Boa Gente e com as criaturas que vivem nas profundezas do Outro Mundo. Será Neryn forçada a fazer esta perigosa viagem sozinha? Ou deverá antes confiar na ajuda de um misterioso desconhecido cujos verdadeiros desígnios permanecem por esclarecer?
Perseguida por um império decidido a esmagá-la e sem saber em quem pode confiar, Neryn acabará por descobrir que a sua viagem é um teste e a chave para a salvação do reino de Alban pode estar nas suas próprias mãos.


Opinião:
É com um certo peso no coração que começo a escrever esta opinião, e tudo porque, ao longo de todos estes anos enquanto ávida apreciadora de fantasia tenho somente escutado maravilhas sobre os mundos criados por Juliet Marillier, no entanto, agora que finalmente dei o ‘primeiro passo’ necessário à descoberta decidindo assim aventurar-me por algumas das suas páginas, não é com um sorriso no rosto e um brilho especial no olhar que termino esta leitura — é, e isso sim, com um pesar inimaginável e inigualável, uma vez que dificilmente voltarei a pegar numa obra desta autora, pelo menos num futuro próximo.

Estou desiludida. Muito, muito desiludida. Confesso que estava à espera de algo extraordinário, de uma viagem única pelas terras da fantasia épica e da magia, com personagens absolutamente encantatórias e um misto de criaturas fascinante — contudo, tudo o que encontrei foi uma escrita aborrecida, uma figura principal desprovida de quaisquer traços de personalidade e uma jornada que pouco ou nada me interessou. Nem mesmo o rico leque de personagens secundárias foi cativante o suficiente para me agarrar à leitura, e isso é dizer muito.

Honestamente, nem sei bem o que escrever sobre Shadowfell, a não ser que não cumpriu uma única das promessas que deixou latentes quanto ao seu conteúdo excepcional. Admito que a premissa que rege a história é interessante — a ideia de uma demanda quase impossível, altamente perigosa e capaz de salvar uma terra é algo que me impressiona, contudo, Neryn é fastidiosa com todos os seus pensamentos envolventes do seu estado sobrenatural, e das suas dúvidas quanto a Flint, e das suas incertezas quanto ao mundo em geral. Os diálogos, esses, foram parte da razão pela qual continuei a ler esta narrativa, sequiosa por um pouco de emoção, por uma descoberta, uma vingança, um engano... mas, até estes, ao fim de um tempo se tornaram maçadores, desprovidos de qualquer perturbação ou desordem ou outra sensação de entrega e mistério à trama em si.

A um nível inteiramente pessoal, penso que grande parte do problema deste livro poderia ter sido facilmente resolvido com o acréscimo de um segundo POV (point of view = ponto de vista), quem sabe até mesmo de Flint, proporcionando assim, à trama, um certo entusiasmo e novidade com vista a contrabalançar a monotonia que até os momentos de mais tensão experienciados por Neryn ao longo da sua viagem possuem. Talvez esta não tenha sido a melhor altura para ler esta obra e talvez esta não seja, também e mesmo, o melhor trabalho criativo da autora, porém, admito não dispor de grande vontade em continuar a folhear esta trilogia, com o segundo volume O Voo do Corvo. Os fãs de Marillier que me perdoem mas Shadowfell não foi, nem de perto nem de longe, o que eu esperava — e isto no mau, péssimo até, sentido.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Literatices em Comum #1



Confesso que não tenho por hábito planear o que vou ler num dado mês, semana ou mesmo dia. Deixo-me, mais vezes do que devia dada a extensa pilha de livros a ler, levar pelo sabor do vento, e ir escolhendo as minhas leituras de forma gradual, conforme o meu estado de espírito e/ou estilo de narrativa ou género que me está a puxar 'naquele' momento em particular. No entanto, dei comigo esta manhã absolutamente surpreendida com o plano que, mentalmente e quase sem dar por isso, fiz das minhas próximas três ou quatro leituras. Terá sido porque se trata de histórias que quero há muito percorrer? Ou será que existem algumas 'segundas intenções', como quem diz e para mim ainda desconhecidas, por detrás do que estou a 'escolher' ler? Sinceramente, não consigo dar-vos uma resposta, mas o que sei, e isso sim, é que não apaga, em nada, a surpresa que foi para mim ter um plano de leitura — ainda que relativamente pequeno. Conseguirei cumpri-lo? Veremos! Assim, deixo-vos a mesma pergunta... 

Costumam planear as vossas leituras?
Se sim, que métodos utilizam?
Se não, porque não?

quarta-feira, 2 de julho de 2014

O Olhar do Amor, Bella Andre [Opinião]




Título Original: The Look of Love
Autoria: Bella Andre
Editora: Planeta Manuscrito
Nº. Páginas: 188
Tradução: Maria das Mercês de Sousa


Sinopse:
Enquanto fotógrafo de êxito que passa a vida a viajar, Chase Sullivan está farto de mulheres bonitas e sempre que vai a casa, em São Francisco, um dos seus sete irmãos tenta arranjar-lhe outra. Chase acha que a vida que tem é formidável, até que uma noite conhece Chloe que tem o carro atolado na valeta de uma estrada de Napa Valley. O fotógrafo nunca conheceu uma mulher mais encantadora, tanto por dentro como por fora, mas apercebe-se rapidamente de que Chloe tem mais problemas para além do carro acidentado e em breve vê-se a querer remover montanhas para a amar e proteger. Mas Chloe permiti-lo-á?


Opinião:
Esta vai ser, para mim, uma opinião extremamente difícil de escrever — e isto porque, se por um lado gostei do que li e tenho perfeita noção de que, enquanto romance breve, este seja um livro que serviu, em absoluto, o seu propósito, por outro penso que algumas das situações ocorreram demasiado abruptamente, acontecendo quase que por magia, o que me leva a, de certa forma, questionar as opções criativas da autora. É-me então completamente impossível evitar uma review que tanto será positiva no que diz respeito ao entretenimento puro desta obra, quanto negativa pelos acontecimentos descritos.

O Olhar do Amor não é o primeiro romance que leio de Bella Andre — em meados do ano passado, devorei Sedução pela forte componente erótica e, esse também, pela brevidade do enredo —, contudo, esta foi, e sim, a minha primeira experiência com o clã Sullivan, e gostava eu de que tivesse sido bastante mais vibrante e, principalmente, detalhada. Gosto de livros pequenos, admito, até porque recentemente tenho sofrido de uma certa falta de tempo para dedicar a leituras prazerosas, no entanto, penso que esta obra em particular peca pela conclusão excessiva a que chega, em tão, mas tão poucas páginas.
A ideia base que dá suporte à história é assaz interessante — temos uma mulher algo submissa, Chloe, que ao ser vítima de maus tratos busca refúgio numa fuga inesperada contra o seu agressor, mas que, numa noite em que nada de pior poderia alguma vez acontecer, acaba por sofrer um acidente e ter de ser socorrida por um elegante fotógrafo, detentor do olhar mais lascivo do universo, Chase —, porém, a partir do momento em que Chloe se deixa ser salva, ainda que, na sua mente inocente tal seja algo temporário, a narrativa sofre toda uma sucessão de eventos que, embora necessitassem de algum aprofundamento e até, quem sabe, uma certa adversidade aqui ou ali, simplesmente se limita a encaixar, peça a peça, numa história de amor nascida da singularidade do sexo mas concluída na troca de promessas eternas.

Chloe é, todavia, uma personagem com um determinado carisma aprazível e que vai, gradualmente, conquistando o leitor. O seu crescimento, enquanto figura principal do romance mas também enquanto mulher, é visível e bastante notável até, mas a sua facilidade em confiar em alguém que não conhece, em alguém que é, para si, um perfeito e absoluto estranho, tendo em conta tudo pelo que passou, é um pouco precipitada — e essa imprudência torna-se perceptível sobretudo quando todas as barreiras erguidas vão sendo desmoronadas num período temporal de três, quatro dias.
Chase, por sinal, é o cavaleiro andante exemplar no corpo de um homem bonito habituado a receber tudo de todos, nomeadamente do sexo feminino. Uma vez que devido a ossos do ofício esta é uma figura acostumada a lidar com um certo conceito de beleza, o modo como encara a naturalidade de uma mulher comum é, no mínimo, maravilhosa e, consequentemente, desejável. Imponente, com o seu quê de arrogância mas igualmente dotado de um interior capaz de igualar ou até mesmo superar o seu exterior, Chase é, sem dúvida, uma das razões pela qual continuei a ler O Olhar do Amor enquanto, secretamente, desejava por uma participação mais activa relativamente ao seu passado. Muito fica a descoberto, até porque esta é uma série dedicada à sua família, os Sullivan, mas penso que não foi desvendado o suficiente e, por isso, só me resta esperar que, em romances seguintes, Chase continue a ser uma personagem assídua na trama.

Em jeito de conclusão, penso que é importante referir que esta á uma obra que se define, maioritariamente, pela componente de entretenimento que oferece. Simples, fácil e extraordinariamente rápido, O Olhar do Amor é o livro perfeito para quem procura umas horas de leitura aprazível, ou anseia ler algo leve e descomplicado por entre obras mais exigentes. E é precisamente por esta característica mais espontânea e elementar que sofro da vontade de continuar a acompanhar as aventuras desta família, seguindo-se, em A Partir Deste Momento, a vez de Marcus, o Sullivan mais velho.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Puros, Julianna Baggott [Divulgação]


Julianna Baggott conseguiu o que parecia ser impossível e criou uma visão única da catástrofe... Uma obra fervilhante de criatividade...
The Sunday Times (Londres)

Título Original: Pure
Autoria: Julianna Baggott
N.º Páginas: 392
Colecção: Via Láctea, N.º 117
PVP.: 18,90€

Sinopse:
Depois de uma série de denotações atómicas destinadas a exterminar grande parte da Humanidade, apenas uma pequena elite de puros deveria ter sobrevivido, protegida dentro da Cúpula até que a Terra se regenerasse por completo. Mas não foi isso que aconteceu... Muitos foram os que sobreviveram às explosões, deformados, com mutações terríveis, refugiados entre as ruínas da cidade, num clima de opressão por parte da milícia entretanto formada, que os aterroriza e explora. 
Pressia Belze é uma jovem de dezasseis anos, uma mutante que tenta fugir à milícia; Partridge é um rapaz da elite, um Puro atormentado pela suspeita de que um plano secreto está a ser desenvolvido pela elite científica da Cúpula. Numa terra devastada, os caminhos destes dois jovens acabam por se cruzar, dois sobreviventes em busca de um futuro menos sombrio, que nem desconfiam do laço secreto que os une... 

Sobre a autora:
Julianna Baggott é uma autora bestseller norte-americana, que tem sido agraciada com diversas distinções literárias. Puros foi considerado um dos 100 Notable Books de 2012 pelo jornal The New York Times. Esta trilogia foi Escolha do Editor do New York Times Book Review. Julianna Baggott é também uma reconhecida poetisa e ensaísta nos Estados Unidos. 

Para mais informações consulte o site da Editorial Presença, aqui

Disponível a 2 de Julho
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