sábado, 21 de dezembro de 2013

Passatempo Natal «Memórias de um Amigo Imaginário», Matthew Dicks



Porque a época natalícia está mesmo aí à porta, não há nada melhor do que receber um livrinho de presente. Assim, com o espectacular apoio da Planeta Manuscrito, o Pedacinho tem, a sorteio, um exemplar do título Memorias de um Amigo Imaginário, da autoria de Matthew Dicks. Uma obra fabulosa, sobre o imaginário de uma criança autista.

Para se habilitar a ser o vencedor deste fantástico prémio basta responder acertadamente às questões que se encontram no formulário, preencher os campos obrigatórios e, claro, ter em atenção as regras do passatempo. 

As respostas às perguntas podem ser encontradas aqui e/ou aqui.


Regras do Passatempo:
1) Ser seguidor do blogue.
2) O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 5 de Janeiro (domingo).
3) Só é válida uma participação por pessoa/email.
4) Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
5) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será posteriormente contactado via email e o resultado do mesmo será anunciado no blogue. 
6) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
7) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio, no correio ou outros, de exemplares enviados por si e/ou pelas editoras.


Boa sorte!

Memórias de Um Amigo Imaginário, Matthew Dicks [Divulgação]


Um livro que irá falar ao seu coração.

Uma parábola brilhante sobre o raro poder da amizade.

Título: Memórias de um Amigo Imaginário
Autoria: Matthew Dicks
N.º Páginas: 328
PVP.: 18,85€

Sinopse
Matthew Dicks inspirou-se no imaginário de uma criança autista que conheceu e criou uma calorosa história de amor e lealdade, narrada por uma personagem improvável: Budo, o amigo imaginário de Max, o menino autista. 
Budo é uma voz original e inesquecível, pois é capaz de falar sobre a vida, o amor, a amizade, a infância, a morte, e a paternidade, como uma personagem poderosa e inteligente dentro da cabeça de uma criança autista. Mas os amigos imaginários só podem existir desde que os seus amigos reais continuem a acreditar neles. Mas um dia Max deixa de acreditar! 
E quando Max fica em perigo, mesmo tendo a criança deixado de acreditar nele, Budo arrisca tudo, incluindo a sua existência, para salvá-lo, ou melhor resgatá-lo do que todos à sua volta querem que Max seja e que nunca poderá ser. 


Sobre o autor
É escritor e professor primário e tem publicados no Hartford Courant. É também um contador de histórias e venceu duas vezes o StorySLAM. Memórias de um Amigo Imaginário catapultou-o para a fama, devido à sua abordagem do imaginário de uma criança autista. 
Vive em Newington, Connecticut, com a mulher, Elysha, e os filhos, Clara e Charlie. 

A Quote to Remember #10


'Quando se é um fantasma, não se deixa de existir apenas porque alguém deixou de acreditar em nós. Ou se esqueceu de nós. Ou encontra qualquer coisa melhor para nos substituir. Se eu fosse um fantasma, podia existir para sempre.' Matthew Dicks, Memórias de um amigo imaginário

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Diário de uma Maratona: Objectivos



Não será a primeira vez que a Pedacinho irá participar numa read-a-thon, a novidade reside no facto de esta ser uma maratona organizada por outros blogues portugueses e, como gostei imenso da ideia das meninas do Algodão Doce para o Cérebro, decidi aderir à iniciativa de transportar a maratona lusa para o blogue e, com maior ou menor dedicação, ir tentando postar uma actualização diária como se fosse, ora aí está, um diário!

Visto ainda não estar absolutamente certa do que irei ler ao longo da semana da maratona (a última deste ano!), vou colocar aqui o leque de livros dos quais espero retirar as minhas leituras semanais. Aqui fica a listinha (longa!): 

    

    


Dizer que gostaria de os ler a todos, seria demasiado sonhador, não concordam? A boa notícia é que já me encontro ligeiramente a mais de meio de Memórias de um amigo imaginário, pelo que, quem sabe, talvez até consiga adiantar bastante desta lista... 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

'What's your tattoo?', revelado mais um pouco de Divergent...


Ao que parece, os vários produtores de Hollywood querem desejar-nos, a todos, um excelente e torturante natal, pelo que têm passado a semana com revelações bombásticas relacionadas com o mundo literário. Ontem, foi o poster absolutamente lindíssimo de The Fault in Our Stars (A Culpa é das Estrelas, em português, editado pela ASA), hoje é um clip de uma das mais aguardadas cenas do filme Divergent, pelo menos assim o é para os fãs dos livros. O que me leva a questionar: porque raio haveriam logo de divulgar esta cena em particular, e em primeiro lugar? Ai, que o meu coração não aguenta!

Aqui fica, para vocês se deliciarem também...


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Deslumbrante, Madeline Hunter [Opinião]




Título Original: Ravishing in Red
Autoria: Madeline Hunter
Editora: ASA
Nº. Páginas: 320
Formato: eBook


Sinopse:

Numa época em que a reputação de uma mulher é o seu bem mais precioso, Audrianna desafia todas as convenções. Ela é uma jovem determinada, independente... e disposta a tudo para aniquilar o seu adversário, o altivo Lord Sebastian Sommerhayes. A uni-los está um homem: o pai de Audrianna, que morreu envolto nas malhas de uma conspiração. Para Audrianna, essa tragédia significou o fim da sua inocência. Para Sebastian, que liderou a investigação, foi apenas uma morte merecida. Audrianna jurou limpar o nome do pai, mas nunca esperou sentir um desejo tão avassalador pelo homem que o arrasou. A busca pela verdade vai levá-la demasiado longe numa sociedade que é implacável perante a ousadia feminina. Ao ver-se mergulhada num escândalo que pode ser-lhe fatal, Audrianna tem apenas uma inconcebível opção... Deslumbrante é o primeiro volume da série As Flores Mais Raras. Mais uma apaixonante e sensual saga histórica pela mão da Rainha do Romance.


Opinião:

Alguns, embora não muitos, autores representam histórias obrigatórias na minha estante. Sejam melhores ou piores tentativas de expressar o seu talento enquanto contadores de fábulas, eu, enquanto ávida leitora dos seus trabalhos, sinto uma necessidade violenta de acrescentar cada novo título, cada momento escrito mais antigo, à imensa quantidade, já em casa existente, de outros romances por eles escritos, e essa é urgência à qual não consigo fugir. Madeline Hunter é um desses nomes ‘especiais’, que detém uma posição privilegiada entre todas as narrativas que fazem parte do meu quotidiano literário.

Não é que faça já bastante tempo desde o instante em que folheei a última página deste enredo, mas verdade seja dita que muita informação, grande parte académica, me perturbou nos ‘entretantos’, e, talvez devido a isso mesmo não esteja capaz de precisar alguns dos momentos chave, algumas das peculiaridades ditas mais interessantes, que perfazem o conteúdo romântico desta obra. Ainda assim, e embora a impressão inicial não tenha sido das mais envolventes, recordo que terminei a leitura deste que é o primeiro volume de uma ‘nova’ tetralogia da autora, intitulada, em português, de As Flores Mais Raras, com uma sensação de satisfação, não plena, não absolutamente arrebatadora, mas, no entanto, com o seu quê de agradável.
Deslumbrante segue, então, o mesmo caminho traçado por tantas outras abordagens históricas de Hunter, focando-se, desta feita, numa personagem feminina que, de uma forma ou de outra, tem vindo a desafiar algumas das convenções próprias da época ao residir, em conjunto, com mais quatro mulheres solteiras, enquanto, no outro pólo, se encontra um homem de reputação inigualável que procura confirmar a réstia de esperança, e de vingança, que o consome a si, ao seu irmão, e à sua família.  

Não sendo história que fuja, em grande medida, do que é já esperado por parte desta autora, foi com um misto de familiaridade e ressentimento amargo que percorri os capítulos das vidas de Audrianna e de Lord Sebastian. Familiaridade porque, inadvertidamente e logo ao começar, já me sentia conhecedora do ‘felizes para sempre’ que ambas as personagens principais iriam encontrar nos braços uma da outra, e ressentimento amargo porque, sem totalmente o perceber, esperava, torcia, por algo novo, algo refrescante e diferente que pelo menos tentasse arrebatar-me. Infelizmente, tal não aconteceu...
A minha pouca ligação sentimental com esta obra em especifico expressa-se logo pelo facto de os intervenientes que mais me marcaram, mais me fizeram rir e compadecer com as suas situações, serem figuras secundárias, dois homens que tanto têm de brilhante como de corrosivo. Morgan, o irmão de Sebastian que se viu martirizado na guerra, e Castleford, que não se nega aos prazeres do jogo e da carne, foram quem captou a minha atenção e, por sinal, a minha simpatia e aqueles que espero, ardentemente, ‘ver’ melhor explorados em volumes futuros. Quanto a Audrianna e Sebastian, não é que não tenha pedido pelo seu amor ou felicidade, somente não me senti tão atraída e tão curiosa pelo seu desfecho, pela conclusão do mistério que os afecta a ambos—e a outros—como aconteceu com as duas personagens anteriormente referidas.

O ambiente em si persiste na linha de muitos dos romances precedentes de Hunter­—sente-se a vivência britânica e a época festiva e de valores ‘duvidosos’ nos conceitos do que é correcto socialmente e do que é esperado de uma mulher. Ainda assim, foi com um imenso prazer que vi uma temática do meu interesse ser explorada nesta narrativa—as flores. Sem dúvida, um tema que espero encontrar fortemente presente nos três livros que ainda faltam para a conclusão desta pequena série.
Não sendo o melhor trabalho da autora, Deslumbrante continua a ser uma excelente aposta por parte das Edições ASA, numa escrita que é, certamente, bastante acarinhada pelo público português feminino. Provocadora, o segundo volume desta tetralogia encontra-se já publicado, no nosso idioma, e conta com a história de outro dos homens interessantes de Deslumbrante, o elegante Hawkeswell.

Poster de 'The Fault In Our Stars' revelado...


O primeiro poster oficial da adaptação cinematográfica de um dos meus all-time favourites, foi, finalmente, revelado. E não é que cumprem o que prometem? Um poster que vos fará sentir...


O que acham? Eu cá, adoro, pura e simplesmente, adoro, e se antes estava algo duvidosa quanto aos actores escolhidos para representar Hazel e Augustus, principalmente este último, agora posso dizer, com certeza, de que parte dessas dúvidas se evaporaram... parte.

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