quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Deslumbrante, Madeline Hunter [Opinião]




Título Original: Ravishing in Red
Autoria: Madeline Hunter
Editora: ASA
Nº. Páginas: 320
Formato: eBook


Sinopse:

Numa época em que a reputação de uma mulher é o seu bem mais precioso, Audrianna desafia todas as convenções. Ela é uma jovem determinada, independente... e disposta a tudo para aniquilar o seu adversário, o altivo Lord Sebastian Sommerhayes. A uni-los está um homem: o pai de Audrianna, que morreu envolto nas malhas de uma conspiração. Para Audrianna, essa tragédia significou o fim da sua inocência. Para Sebastian, que liderou a investigação, foi apenas uma morte merecida. Audrianna jurou limpar o nome do pai, mas nunca esperou sentir um desejo tão avassalador pelo homem que o arrasou. A busca pela verdade vai levá-la demasiado longe numa sociedade que é implacável perante a ousadia feminina. Ao ver-se mergulhada num escândalo que pode ser-lhe fatal, Audrianna tem apenas uma inconcebível opção... Deslumbrante é o primeiro volume da série As Flores Mais Raras. Mais uma apaixonante e sensual saga histórica pela mão da Rainha do Romance.


Opinião:

Alguns, embora não muitos, autores representam histórias obrigatórias na minha estante. Sejam melhores ou piores tentativas de expressar o seu talento enquanto contadores de fábulas, eu, enquanto ávida leitora dos seus trabalhos, sinto uma necessidade violenta de acrescentar cada novo título, cada momento escrito mais antigo, à imensa quantidade, já em casa existente, de outros romances por eles escritos, e essa é urgência à qual não consigo fugir. Madeline Hunter é um desses nomes ‘especiais’, que detém uma posição privilegiada entre todas as narrativas que fazem parte do meu quotidiano literário.

Não é que faça já bastante tempo desde o instante em que folheei a última página deste enredo, mas verdade seja dita que muita informação, grande parte académica, me perturbou nos ‘entretantos’, e, talvez devido a isso mesmo não esteja capaz de precisar alguns dos momentos chave, algumas das peculiaridades ditas mais interessantes, que perfazem o conteúdo romântico desta obra. Ainda assim, e embora a impressão inicial não tenha sido das mais envolventes, recordo que terminei a leitura deste que é o primeiro volume de uma ‘nova’ tetralogia da autora, intitulada, em português, de As Flores Mais Raras, com uma sensação de satisfação, não plena, não absolutamente arrebatadora, mas, no entanto, com o seu quê de agradável.
Deslumbrante segue, então, o mesmo caminho traçado por tantas outras abordagens históricas de Hunter, focando-se, desta feita, numa personagem feminina que, de uma forma ou de outra, tem vindo a desafiar algumas das convenções próprias da época ao residir, em conjunto, com mais quatro mulheres solteiras, enquanto, no outro pólo, se encontra um homem de reputação inigualável que procura confirmar a réstia de esperança, e de vingança, que o consome a si, ao seu irmão, e à sua família.  

Não sendo história que fuja, em grande medida, do que é já esperado por parte desta autora, foi com um misto de familiaridade e ressentimento amargo que percorri os capítulos das vidas de Audrianna e de Lord Sebastian. Familiaridade porque, inadvertidamente e logo ao começar, já me sentia conhecedora do ‘felizes para sempre’ que ambas as personagens principais iriam encontrar nos braços uma da outra, e ressentimento amargo porque, sem totalmente o perceber, esperava, torcia, por algo novo, algo refrescante e diferente que pelo menos tentasse arrebatar-me. Infelizmente, tal não aconteceu...
A minha pouca ligação sentimental com esta obra em especifico expressa-se logo pelo facto de os intervenientes que mais me marcaram, mais me fizeram rir e compadecer com as suas situações, serem figuras secundárias, dois homens que tanto têm de brilhante como de corrosivo. Morgan, o irmão de Sebastian que se viu martirizado na guerra, e Castleford, que não se nega aos prazeres do jogo e da carne, foram quem captou a minha atenção e, por sinal, a minha simpatia e aqueles que espero, ardentemente, ‘ver’ melhor explorados em volumes futuros. Quanto a Audrianna e Sebastian, não é que não tenha pedido pelo seu amor ou felicidade, somente não me senti tão atraída e tão curiosa pelo seu desfecho, pela conclusão do mistério que os afecta a ambos—e a outros—como aconteceu com as duas personagens anteriormente referidas.

O ambiente em si persiste na linha de muitos dos romances precedentes de Hunter­—sente-se a vivência britânica e a época festiva e de valores ‘duvidosos’ nos conceitos do que é correcto socialmente e do que é esperado de uma mulher. Ainda assim, foi com um imenso prazer que vi uma temática do meu interesse ser explorada nesta narrativa—as flores. Sem dúvida, um tema que espero encontrar fortemente presente nos três livros que ainda faltam para a conclusão desta pequena série.
Não sendo o melhor trabalho da autora, Deslumbrante continua a ser uma excelente aposta por parte das Edições ASA, numa escrita que é, certamente, bastante acarinhada pelo público português feminino. Provocadora, o segundo volume desta tetralogia encontra-se já publicado, no nosso idioma, e conta com a história de outro dos homens interessantes de Deslumbrante, o elegante Hawkeswell.

Poster de 'The Fault In Our Stars' revelado...


O primeiro poster oficial da adaptação cinematográfica de um dos meus all-time favourites, foi, finalmente, revelado. E não é que cumprem o que prometem? Um poster que vos fará sentir...


O que acham? Eu cá, adoro, pura e simplesmente, adoro, e se antes estava algo duvidosa quanto aos actores escolhidos para representar Hazel e Augustus, principalmente este último, agora posso dizer, com certeza, de que parte dessas dúvidas se evaporaram... parte.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Adding to the Pile (10) [Aquisições]


Já lá vai algum tempo desde a última vez que por aqui tivemos um post de aquisições, não é verdade? Confesso que até eu já tinha saudades de compilar algumas das novas stars da estante e mostrar-vos o quão empolgada estou por as ler. Assim, hoje trago-vos cinco livrinhos que me chegaram a casa recentemente, quatro deles esta semana, e somente tenho pena de não vos conseguir ‘desvendar’ mais, pelo menos no que diz respeito a edições originais, pois encontram-se em terras londrinas. De qualquer das formas, aqui ficam elas!



The Madman’s Daughter
Megan Shepherd
Andava mais do que em pulgas para adicionar este à estante, e muito mais do que isto não consigo escrever! Tinha em vista adquirir a versão hardback, por gostar, e bastante, de edições de capa dura, mas o visual deste paperback britânico é, de facto, muito apelativo e por isso não lhe consegui resistir ao surgir a oportunidade de o ‘ter’ a um preço absolutamente ridículo. Yey para mim!
Quero muito lê-lo em breve, embora queira ainda mais ler outro desta lista e mais umas quantas versão portuguesas de livros que aqui tenho por casa, MAS, vou fazer por pegar neste menino em breve. Muito em breve!

Poison Study
Maria V. Snyder
Várias foram já as pessoas que me recomendaram esta autora, e mais ainda as que me falaram desta trilogia em particular. Não sei se se recordam (ou se cheguei sequer a mostrar-vos), mas há uns tempos adquiri o segundo volume pelo BD novamente a um preço irrisório, e quando este primeiro livro apareceu pelos mesmos valores, pensei: perfect! Agora só falta mais um e a ‘colecção’ fica completa, e já vos disse o quanto gosto destas novas capas da Mira Ink? Adoro!




Icons
Margaret Stohl
De certo que o nome desta escritora vos soa familiar... e com razão! Stohl escreveu, em conjunto com Kami Garcia, as Caster Chronicles cujo primeiro volume chama-se Criaturas Maravilhosas. Assim, e embora ainda não tenha desfolhado a série anteriormente referida, não consegui evitar adquirir este primeiro livro de uma nova série/trilogia (?) que tão prometedor me parece. E o segundo já tem, inclusive, capa e data de lançamento. Boa!




An Abundance of Katherines
John Green
São precisas apresentações? Hmmm... penso que não. Este é um dos meus autores favoritos e por isso não resisti a comprar a restante sua obra (não figuram aqui mas em casa encontram-se também Paper Towns e Will Grayson, Will Grayson). Por as obras deste escritor serem tão importantes para mim, este é outro daqueles casos em que gostaria de adquirir os hardbacks, mas a verdade é que a capa deste paperback, também britânico, é fabulosa e, por isso, não houve volta a dar — e lá veio o paperback


 
All These Things I’ve Done
Gabrielle Zevin
Oh, aleluia! Há muito, muito tempo que andava a namorar este livro e ainda nem quero acreditar que finalmente o tenho nas mãos. Ando aqui entre trabalhos da faculdade e leituras em português à espera, à caça, de um bocadinho livre para lhe pegar. Não imaginam o quanto quero ler este livro, e nem eu estou ainda consciente do quanto provavelmente ainda terei de aguardar até, efectivamente, o ler. Ai ai... 





Como vêem, algumas destas aquisições são livros que há muito esperava ou que, de uma maneira ou de outra, representam histórias obrigatórias na minha estante... mas a outra metade foram compras de impulso, oportunidades que não poderia perder...
E quanto a vocês... Ainda que estas sejam narrativas em inglês, existe por aqui alguma que gostaria de folhear ou, melhor, que já conhecem e adoram?
Contem-me tudo!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Quando Tu Eras Meu, Rebecca Serle [Opinião]




Título Original: When You Were Mine
Autoria: Rebecca Serle
Editora: Planeta Manuscrito
Nº. Páginas: 252
Tradução: Andreia Mendonça


Sinopse:

E se a maior história de amor de todos os tempos estivesse enganada?
Todos pensam que Romeu e Julieta foram impotentes face ao seu destino, que ficaram à mercê do amor que nutriam um pelo outro. Não é verdade. Julieta não era nenhuma rapariga doce e dilacerada pelo destino. Ela sabia exactamente o que fazia. O problema é que Shakespeare não. Romeu não pertencia a Julieta; pertencia-me a mim. Devíamos ficar juntos para sempre e teria sido assim se alguém não mo roubasse. Talvez isso pudesse ser evitado. E então talvez ainda estivesse vivo.

Opinião:

Poucos devem ser os leitores que, por esta altura, ainda não se encontram familiarizados com aquela que é considerada a mais fatídica e deslumbrante história de amor de todos os tempos — falo d’ A Tragédia de Romeu e Julieta, do indiscutivelmente singular William Shakespeare. Quando Tu Eras Meu promete, sem meias medidas, um recontar romântico, ainda que pontuado por traços de tristeza e amargura, desta fábula de tempos antigos vista agora pelos olhos de Rosalina, a rapariga que outrora foi a razão do palpitar inconstante do coração de Romeu. Acontece que, e numa perspectiva absolutamente pessoal, Rebecca Serle não foi capaz de atingir os objectivos a que se auto-propôs, e muito menos mostrou a competência necessária, e ardentemente por mim esperada, em captar, por completo, a atenção desta vossa leitora.

E se Julieta não fosse a menina inocente, de temperamento afável, que Shakespeare retratou com tanto cuidado? E se fosse antes Rosalina aquela que deveria de ficar com tão galante amante, Romeu? E se Romeu não tivesse morrido por amor, mas sim por remorso?
Numa cidade da Califórnia do Sul, algures nos tempos modernos, três amigas de Liceu discutem os relacionamentos que construíram parte do seu passado, as amálgamas que tecem no presente, e as esperanças que aguardam para o futuro. Mas Rosalina é a única que encontra em Robert, a representação do seu próprio Romeu, a expectativa e o desejo de uma união que sabe, bem no fundo do seu peito, pertencer ao destino. Mas Robert padece de uma mutabilidade que se tornará facilmente perceptível com a súbita chegada de Julieta, e esta, por sua vez, não olhará a meios para atingir os seus fins...

Talvez não fosse esta associação à A Tragédia de Romeu e Julieta, e este livro teria um impacto diferente, mais marcante, mais vincado, principalmente tendo em conta a sua componente young adult. Mas talvez devido ao facto de a ter, e de na realidade não haver uma ligação assim tão forte assente no enredo, parte do seu encanto e parte do motivo que me levou a pegar-lhe simplesmente perdeu-se. Não é que o seu conteúdo não tenha o seu quê de interessante ou curioso, mas, infelizmente, os pequenos elementos que se destacam pela positiva e pela instância de novidade não são suficientemente fortes para esconder, renegar, todos os outros que pouco ou nada enfeitiçam.
Rosalina trata-se de uma personagem invulgarmente admirável e até familiar, mas a sua linguagem, enquanto narradora, não é, de todo, das mais atraentes. A distinta tonalidade teen provoca um certo afastamento num leitor mais maduro, mas é também verdade que, em dada medida, essa linguagem mais fácil e simples é agradável a um olhar mais jovem e, sem esquecer, é também muito própria entre as idades dos protagonistas. Ainda assim, mesmo que esta seja uma figura dotada de um certo magnetismo, as inconstâncias temporais presentes na narrativa, o pouco desenvolvimento oferecido a muitos dos intervenientes mais secundários, e os vários momentos abruptos em situações de notoriedade não ajudam a que a qualidade desta obra no geral seja, por si só, muito elevada.

Quanto Tu Eras Meu tem diversas falhas características de uma escrita estreante, mas possui, igualmente, uma essência que leva o leitor comum a devorar página após página, após página. A forma como a autora organizou o enredo, dividindo-o em capítulos que, por sinal, estão divididos por quatro actos foi uma metodologia interessante de introduzir na história e embora sejam só uma componente algo curiosa, oferecem uma jovialidade muito peculiar ao todo em si.
Por fim, é ainda merecedor de referir os vários temas que Rebecca Serle aborda ao longo da narrativa, desde a infância traumatizante de uma criança que não é totalmente amada pelos pais ao sofrimento pela perda de um amor querido, de um amigo que foi tanto mais. Estas e outras temáticas incorporam um certo carisma na leitura e é engraçado como, perto do final, se nota um estranho mas agradável amadurecimento não somente na escrita como na personagem principal, Rosalina. É quase como se esta se apercebe-se de todas as potencialidades que a sua vida ainda tem, e da felicidade que ainda pode alcançar, caso esteja disposta a lutar por ela.

Essencialmente, este é um romance que me deixa os vários sentimentos que por ele nutro em total confusão. Se por um lado existem momentos de beleza imutável, com substância, por outro vários são os instantes em que a sensação de estar perdida e ‘fora’ do contexto da história, à espera que algo mude, que tudo melhore, me deixam na constante expectativa, o que enfatiza esta revolução desordenada face o fim da leitura.
Em todo o caso, esta é uma aposta Planeta Manuscrito que prima pela diferença. Acredito que seja história de muitos leitores, principalmente se estes estiverem à procura de uma leitura suave, ‘descomplicada’ e relativamente breve. Aos que precisam de algo com mais âmago, talvez esta não seja a aposta mais certeira.

Luz e Sombra, Leigh Bardugo [Divulgação]


Título: Luz e Sombra
Autoria: Leigh Bardugo
N.º Páginas: 312
PVP.: 16,90€

Sinopse:
Rodeada por inimigos, a outrora grande nação de Ravka foi dividida em duas pelo Sulco de Sombra, uma faixa de escuridão quase impenetrável cheia de monstros que se alimentam de carne humana. Agora, o seu destino pode depender de uma só refugiada. Alina Starkov nunca foi boa em nada. Órfã de guerra, tem uma única certeza: o apoio do seu melhor amigo, Maly, e a sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa do regimento militar, numa das expedições que tem de fazer ao Sulco de Sombra, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros volcra e ficar brutalmente ferido. O seu instinto leva-a a protegê-lo, e ela revela um poder adormecido que lhe salva a vida, um poder que poderia ser a chave para libertar o seu país devastado pela guerra. Arrancada de tudo aquilo que conhece, Alina é levada para a corte real para ser treinada como membro dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina no seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir o Sulco de Sombra. No entanto, nada naquele mundo pródigo é o que parece. Com a escuridão a aproximar-se e todo um reino dependente da sua energia indomável, Alina terá de enfrentar os segredos dos Grisha... e os segredos do seu coração. 

Sobre a autora:
Leigh Bardugo nasceu em Jerusalém, cresceu em Los Angeles e licenciou-se na Universidade de Yale. Satisfaz o seu pendor para o glamour, o macabro e os disfarces na sua outra vida como maquilhadora em Hollywood e por vezes pode ser ouvida a cantar com a sua banda, os Captain Automatic
Luz e Sombra é o seu primeiro romance e o primeiro volume da Trilogia Grisha. 

domingo, 15 de dezembro de 2013

A Quote to Remember #9


'There are a million things in this world that can end you, that can in one second obliterate the life you work so hard to keep alive. Our lives are structured around not dying. Eating, sleeping, looking both ways before you cross the street. It's all, all of it, to keep us safe from the thing that we know is going to get us anyway. It doesn't even make sense, if you think about it. It's the world's biggest joke. Our entire lives are set up around not dying, knowing all the while that it's the one thing we can't avoid.'  Rebecca Serle, When You Were Mine

Aos leitores


Aos leitores,

Não falta muito para que o calendário assinale dois meses de ausência neste espaço. Dois meses sem publicações, sem opiniões ou passatempos, sem qualquer curiosidade literária. Acontece que, infelizmente, surgem momentos (inesperados) nas nossas vidas em que as prioridades se alteram e em que o que construímos com tanto amor, tempo e dedicação, por vezes, se perde ligeiramente no tempo...
Não posso, nem quero, prometer como fiz da última vez, em que não fui capaz de cumprir, uma presença assídua neste cantinho, ou tão regular quanto o foi no passado, mas posso tentar e prometer, isso sim, um esforço redobrado da minha parte por ‘algo’ e ‘alguém’ que me é tão querido — o Pedacinho e vocês.
Assim, sinto-me voltada a recomeçar, a voltar ao início. Por ser já tão tarde, iremos esquecer os passatempos que se encontram ‘actualmente’ em curso, e focar-nos-emos antes em novas e futuras oportunidades. Iremos publicar algumas opiniões, de livros que foram já lidos há algum tempo e de leituras recentes, e tentaremos (ou, melhor, tentarei) aperfeiçoar algumas das falhas que o blogue tem vindo a criar — em todos os sentidos.
Assim, este pedido de desculpa e esta justificação de tamanha ausência servem, ou assim o espero, para vos recordar da existência do Pedacinho e para os mostrar o quão importante é para mim, e para este espaço, a vossa presença por aqui. Desse modo, agora despeço-me com um ‘até já’, pois conto ainda preparar algumas coisas para vocês...


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