terça-feira, 9 de julho de 2013

Passatempo «A Submissa», Tara Sue Me


Em colaboração com a Lua de Papel, o Pedacinho Literário tem o prazer de oferecer um exemplar de uma das grandes apostasy/novidades no mundo do erótico, Submissa, da autora Tara Sue Me

Para participar e se habilitar a ganhar este fantástico prémio, basta que responda correctamente às questões que se encontram no formulário em baixo, e que preencha todos os campos obrigatórios.
Por favor, tenha em atenção das regras do passatempo!

As respostas às questões podem ser encontradas aqui!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 de 14 de Julho (domingo)
2) Só é válida uma participação por pessoa e/ou e-mail.
3) Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletas serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será posteriormente contactado por e-mail e o resultado será anunciado no blogue.
5) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
6) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio, no correio, de exemplares enviados por si e/ou pela editora em questão.


Boa sorte!

domingo, 7 de julho de 2013

Resultado do Passatempo «Espera por mim», Gayle Forman


A sorteio esteve um exemplar de uma das continuações que mais aguardava, Espera por Mim, da fabulosa Gayle Forman. E com o incomparável apoio da Editorial Presença, o Pedacinho tem o prazer de oferecer este prémio a...:

87. Sílvia Isabel (...) Botelho!

Muitos parabéns à feliz contemplada!
Que esta seja uma leitura cheia de lágrimas mas, também, de sorrisos. 
Aos que não ganharam, fica prometido que mais oportunidades virão!

Boas Leituras


Resultado do Passatempo «Anna e o Beijo Francês», Stephanie Perkins


Antes de iniciarmos uma nova semana, venho deixar-vos os resultados de dois passatempos que estiveram, recentemente, no ar.
A sorteio esteve um exemplar de um dos mais românticos e amorosos livros YA contemporâneo que tive o prazer de ler, Anna e o Beijo Francês, da fabulosa Stephanie Perkins. E com o apoio da espectacular Quinta Essência, o Pedacinho tem o prazer de oferecer este prémio a...:

187. Luís Afonso (...) Correia!

Muitos parabéns ao feliz contemplado!
Que esta seja uma leitura tão ou mais emocionante quanto foi para mim. 
Aos restantes, que não ganharam, nada de desesperos. Mais oportunidades virão no futuro... 

Boas Leituras!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Espera por mim, Gayle Forman [Opinião]




Título Original: Where She Went
Autoria: Gayle Forman
Editora: Editorial Presença
Colecção: Noites Claras, N.º 19


Sinopse:

Passaram três anos desde que o amor de Adam ajudou Mia a recuperar após o trágico acidente que vitimou a sua família – e três anos desde que Mia decidiu afastá-lo da sua vida sem lhe dar explicações. Quando uma noite os seus caminhos se cruzam na cidade de Nova Iorque, ambos têm a oportunidade de se confrontar com os fantasmas do passado e de abrir o coração ao futuro. Mas conseguirão perdoar-se um ao outro antes de cada um ter de regressar à vida tal como a deixaram?


Opinião:

Quando se ama, se ama verdadeiramente alguém, com todo o nosso ser, com tudo o que possuímos e tudo o que somos, ficamos eternamente marcados, eternamente ligados a essa pessoa, aconteça o que acontecer, quando acontecer. Mas assim que a separação dá de si e o fio se estria, se quebra, o vazio sentido é, sempre, por demais e a única solução com vista à estabilidade física e emocional passa, muitas vezes, pelo esquecimento, pelo seguir em frente, mas sem nunca perder a ínfima esperança de reaver o que outrora foi nosso, o que outrora fez parte de nós. Aqui, temos a perspectiva de Adam, sobre aquele que foi—e será—o grande amor da sua vida.

Espera por mim é, muito provavelmente, das continuações, por mim, mais aguardadas do ano, principalmente tendo em conta o quanto me identifiquei com Se eu Ficar, e o quanto ansiava conhecer, mais a fundo, uma personagem que tanto me marcou, Adam. Sobre perdas e rupturas, sobre desilusões e decisões difíceis, reencontros inesperados e sentimentos que não se extinguem, esta é uma história absolutamente incrível, e pulsante, sobre um dos temas mais delicados de se escrever—o amor.
Gayle Forman tem uma das escritas mais bonitas e envolventes que conheço, principalmente tendo em conta o género em que escreve, cativando, assim, continuamente o seu leitor a querer, não só, descobrir mais dos seus mundos, mas, e também, mais das suas personagens. Com rapidez, esta é uma autora que cativa pelas descrições simples e intimas, pessoais, dos escritos na primeira pessoa, e que deslumbra pelos diálogos naturais e, muitas vezes, divertidos e românticos.

A dor é um dos sentimentos mais palpáveis, mais bem retratados neste romance, a par com o enorme desespero de Adam, a sua sensação de impotência, de vazio, de tormento, de ruptura psicológica. Mas também o perdão é algo que impera, um fio de esperança no meio da solidão, da multidão que nada nos diz, que não nos é nada. E esse perdão, esse vislumbre de salvação, de felicidade, é o ponto catalisador que embala o leitor nesta viagem de um só dia (no presente), e de tantas outras vidas (no passado), de duas personagens que, depois de Se Eu Ficar, já nos são imensamente queridas. Por inúmeras vezes torci por elas, pelo reencontro que lhes fugiu por entre os dedos, pelo amor que se viu camuflado, escondido face um futuro em separado. Incontáveis foram, também, os momentos em que a agonia de Adam foi a minha angústia e em que a vontade de Mia foi o meu desejo.

Muito para lá da emocionante história que envolve estas duas personagens singulares, estão pequenos pormenores descritivos e de enredo que, na minha perspectiva pessoal, fazem toda a diferença. Estruturalmente falando, Forman dividiu a trama em dois momentos distintos no tempo—o passado, onde o leitor tem a oportunidade de rever e obter mais detalhes, mais informações sobre o período comatoso de Mia na perspectiva de intervenientes externos; e o presente, onde o leitor segue as passadas famosas de Adam, agora uma estrela da rock, num mundo, universo, que não o completa—, estando a real beleza da criatividade da autora presente nos excertos das letras do álbum Collateral Damage, escritas por Adam e profundamente dedicadas às emoções que o atingiram durante a ausência de Mia, e que, a cada capítulo par, vai abrindo os horizontes do leitor para a avalanche de sentimentos e ressentimentos existentes no decorrer da acção.

Houve qualquer coisa neste romance em particular que simplesmente me seduziu, e me manteve cativa durante toda a narrativa, ainda que esta tenha sido algo breve. Inicialmente, confesso que tive uma certa dificuldade em voltar a ambientar-me ao mundo de Adam e Mia, pois muitas das situações chave de Se Eu Ficar estavam, na altura, meio apagadas e confusas e própria história não fornece informação retrospectiva suficiente para ajudar o leitor a enquadrar-se, mas a personalidade de Adam, o rancor que o percorre, a raiva contida, o sarcasmo inocente foram tão apelativos, tão fascinantes, que rapidamente me vi apaixonar por um intelecto sofredor que se viu rejuvenescer uma vez reencontrada a sua amada. Muitos foram os pormenores que me enterneceram, e é, sem dúvida, com grande saudade que abandono estas duas personagens que tanto me disseram, tanto me ensinaram a viver.

Uma aposta magnífica por parte da Editorial Presença, numa autora que escreve maravilhosamente dentro do género YA contemporâneo, e que espero, em breve, vir a conhecer mais profundamente. Gostei muito. Mesmo.  

Descubra mais sobre este livro em: Espera por Mim

terça-feira, 2 de julho de 2013

Pedacinho picks... Porto Editora


Gosto muito—mas mesmo, mesmo muito—de distopias e sempre que me deparo com uma, é aquisição certa. Claro que, se de alguma forma extraordinária, juntarmos anjos à equação, I’m totally in for it! Assim, mesmo não conhecendo a autora e sabendo que esta é a sua obra de estreia no campo do fantástico, estou mais do que pronta para me atirar... de cabeça!
O Império das Asas, uma das escolhas da Pedacinho, para o mês de Julho, com carimbo Porto Editora. 

O Império das Asas
Claire Corbett

Sinopse:
Voar deixou de ser um sonho impossível, mas apenas os ricos e poderosos podem pagar a cirurgia, medicamentos e manipulação genética para tal. Peri, uma jovem de classe baixa, está disposta a qualquer coisa para conseguir as suas asas e juntar-se à elite, mas cedo descobre que o preço do seu sonho é mais elevado do que alguma vez imaginára. Será ela capaz de abdicar de tudo o que lhe é fundamental na vida?





Sobre a autora:
Claire Corbett nasceu no Canadá trabalhou em cinema. Os seus artigos e contos têm sido transmitidos na Radio National e publicados em várias revistas e jornais, nos quais se incluem Rolling Stone, Cinema Papers, Picador New Writing e Sydney Morning HeraldO Império das Asas é o seu primeiro romance. Claire vive com o marido e os filhos nas Montanhas Azuis, na Austrália.

domingo, 30 de junho de 2013

As Cinquenta Baboseiras de Toni, Rossella Calabrò [Opinião]




Título Original: Cincuenta Sombras de Gregorio
Autoria: Rossella Calabrò
Editora: Planeta Manuscrito
Nº. Páginas: 131
Tradução: Ana Maria Pinto da Silva


Sinopse:

O senhor Grey é lindo, rico, sensível, misterioso e sexy. E é o protagonista do fenómeno literário do ano: a trilogia As Cinquenta Sombras de Grey. Há só um problemazinho, este senhor Grey não existe. E o Toni? O Toni claro que existe. Onde o Grey conversa garbosamente com a amada, o Toni recita o alfabeto inteiro arrotando. Quando o senhor Grey assume o comando, o Toni pega no comando. Se o senhor Grey toca de forma magistral piano, o Toni fica escarrapachado no sofá. O Toni, em suma, é o nosso companheiro/marido/amante, com quem nos encontramos à frente no exacto momento em que paramos de sonhar acordadas com o fatal Grey literário. Menos fascinante, mas muito mais divertido e com pelo menos cinquenta razões narradas neste livro hilariante. O Toni esconde-se dentro de T-shirts decoradas a gordura (de carne assada), e em vez da leitura refinada, prefere o último número do jornal A Bola. Bem, há qualquer coisa que falta ao senhor Grey: ser amado por provocar um sorriso. Por isso, se depois de lermos de um só fôlego a trilogia de E. L. James, nos perguntarmos quem é o exemplar de homem que ressona alto ao nosso lado, este é o livro certo para descobrir. E o mais importante, para rir. Porque, afinal, o riso é a coisa mais erótica que existe.


Opinião:

Movida por uma curiosidade quase mórbida, não resisti a experimentar uma leitura que sabia, à partida, não só ser única e absolutamente diferente das demais que têm vindo a preencher, com avidez, as prateleiras hoje em dia, como, e em igual medida, futuro alvo de polémica, de ebulição por parte de (algumas) fãs—acérrimas, por sinal—da muito afamada trilogia As Cinquenta Sombras de Grey. É que mais do que um pequeno—grande—livro que satiriza muitos dos elementos e atitudes que personificam a personagem de Christian Grey, esta obra enfatiza (também) a ideia errónea que muitas mulheres construíram do seu príncipe encantado, confrontando-as, assim, com a personalidade—e, às vezes, a falta dela—de Toni, um homem do mundo real.

As Cinquenta Baboseiras de Toni trata-se de um misto de situações e reacções comuns que visam clarificar a ideia de que o companheiro perfeito, pura e simplesmente, não existe, e de que o Mr. Grey não passa, nem nunca passará, de um objecto de ficção—e de adulação—que muitas leitoras somente poderão guardar no seu íntimo, talvez até com uma certa saudade. Mas o mais hilariante deste romance é precisamente a sensatez e sentido mordaz com que a autora, Calabrò, encara cada momento importante e decisivo, e cada resposta tresloucada que Toni oferece a Tina, mesmo sendo ela (a autora), também, uma apreciadora do trabalho que James transformou num gigantesco êxito de vendas.
Rossella Calabrò foi, portanto, uma estreia que não só me proporcionou inúmeras ocasiões de diversão pura, como, e também, uma surpresa na medida em que, mesmo estando à espera de uma abordagem algo diferente ao tema encontrado, em nenhum aspecto o seu estilo, como escritora, o seu imaginário e/ou a sua linguagem representaram uma desilusão. Simples, directa e cáustica, Calabrò entrega, aqui, o que de melhor brinca com um tema que tem vindo a provocar, cada vez mais, respostas contraditórias por parte dos leitores.

Este livro é, sem sombra de dúvida, uma obra que tem—antes de mais—de ser folheada para, então, ser plenamente compreendida por quem a lê. É que palavras descritivas do que se poderá encontrar, no seu conteúdo, de pouco ou nada servirão pois, a meu ver, é praticamente impossível colocar em meras frases a hilaridade tangente e pulsante presente em cada uma das baboseiras enumeradas por Calabrò. E estas são, decididamente, do mais diversificadas possível. Desde as pancadinhas de amor que o Sr. Grey exerce na sua Ana (e o modo como Toni encara esta delicadeza insinuante), à forte insistência relativamente à alimentação, a autora não deixou escapar um único pormenor, um único detalhe, e é simplesmente bela a forma como tudo se encaixa com naturalidade, e realismo, fora de um campo ficcional tantas vezes enganador.

Gostei bastante deste livro de bolso pelo mote descontraído e simples que o rodeia, e pelo facto de me ter entretido durante pouco mais de uma hora, tendo-o folheado rapidamente e com avidez, sem nunca ter necessidade de despregar os olhos das suas páginas. O tom suave e divertido é o seu maior trunfo, e as comparações entre o Grey que conhecemos dos livros e o Toni com que lidamos na realidade são, absolutamente, geniais. Tenho pena de não poder escrever muito mais sobre As Cinquenta Baboseiras de Toni sem, dessa forma, divulgar todas as pequenas surpresas que transformam esta leitura num sucesso de sorrisos, pelo que me resta, somente, referir que esta tanto pode ser uma trama divertida como, para alguns, extremamente «repugnante», na medida em que, para aqueles que vêem em E. L. James e no seu Mr. Grey uma fonte de inspiração e desejo, este não será, certamente, livro que quererão ler, mas para todos os outros curiosos—como eu—no mínimo, será enredo que arrancará uma ou outra gargalhada.

Uma aposta bem diferente e original por parte da Planeta Manuscrito, numa autora até então, para mim, desconhecida, mas detentora de um sentido de humor revigorante e muito transparente, contagiante mesmo.  Gostei.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Passatempo «Espera por Mim», Gayle Forman


Em colaboração com a Editorial Presença, o Pedacinho Literário tem o prazer de oferecer um exemplar de uma das continuações mais aguardadas no romance contemporâneo YA, Espera por mim, da autora Gayle Forman.

Para participar e se habilitar a ganhar este fantástico prémio, basta que responda correctamente às questões que se encontram no formulário em baixo, e que preencha todos os campos obrigatórios.
Por favor, tenha em atenção das regras do passatempo!

As respostas às questões podem ser encontradas aqui e/ou aqui/Editorial Presença!

Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 de 2 de Julho (terça-feira)
2) Só é válida uma participação por pessoa e/ou e-mail.
3) Participações com respostas incorrectas e/ou dados incompletas serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blogue, será posteriormente contactado por e-mail e o resultado será anunciado no blogue.
5) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
6) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio, no correio, de exemplares enviados por si e/ou pela editora em questão.


Boa sorte a todos!

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