quinta-feira, 7 de junho de 2012

Novidade Saída de Emergência - "Nero", Vincent Cronin


Nero terá sido o mais famoso dos imperadores romanos. 
A ele se atribuem algumas das mais terríveis crueldades da história.

Título: Nero
Autoria: Vincent Cronin
N.º Páginas: 432

Lançamento: Já disponível
PVP.: 18,97€

Sinopse: Nero, discípulo de Séneca, revelou bem cedo a sua ambição pelo poder. Mas quem poderia imaginar que dos valores morais do filósofo Séneca nasceria um homem tão implacável e cruel?
Nas intrigas da Roma antiga, encontra-se a noção de que Nero conduziu o legado do Império com uma crueldade exarcebada, cego pela vontade de satisfazer o seu enorme ego. 
O declínio de Roma, a perseguição aos cristãos e a tragédia de Séneca são tratados com grande mestria ao longo das páginas deste romance. Nero é uma obra com todos os ingredientes que caracterizam uma época repleta de intrigas políticas, conspirações, assassinatos, traições, orgias, incestos, e outros excessos. Mas também existe filosofia, poesia e música neste romance biográfico. Este é o primeiro romance histórico a abordar a vida de Nero de uma forma credível e com profunda investigação. 

Sobre o autor:
Vincent Cronin (1924-2011), filho do romancista escocês A. J. Cronin, serviu como oficial do exército britânico durante a segunda guerra mundial e foi um decano da literatura inglesa.
O seu livro The Last Migration, vencedor do Heinemann Award, centra-se na viagem que realizou com os Gashgai do Irão do Sul.
Obteve parte da sua reputação com biografias sobre os primeiros missionários da cristandade na India (A Pearl to India: The Life of Roberto de Nobili) e na China (The Wise Man from the West: Matteo Ricci and his Mission to China), para além de uma serie de outras biografias posteriores – de Napoleão; de Catarina, a Grande; de Luís XVI e Antonieta.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Novidade ASA - "A Casa dos Primatas", Sara Gruen


A Casa dos Primatas é uma leitura arrebatadora que nos abre a porta do mundo animal como poucos romances fizeram, garantindo a Sara Gruen o lugar de uma contadora de histórias magistral que nos faz olhar para nós próprios como nunca antes foi possível.

Título: A Casa dos Primatas
Autoria: Sara Gruen
N.º Páginas: 304

Lançamento: Já disponível
PVP.: 14,40€

Sinopse: Sam, Bonzi, Lola, Jelani e Makena não são símios normais. Estes bonobos, como outros membros da sua espécie, são capazes de raciocinar e de manter relacionamentos intensos. Mas, ao contrário da maioria dos bonobos, também conhecem a linguagem gestual. 
Isabel Duncan, investigadora do Laboratório de Pesquisa da Linguagem dos Símios, não compreende as pessoas mas está perfeitamente à vontade com os animais, em especial com os bonobos.
Quando uma explosão abala o laboratório, ferindo gravemente Isabel e «libertando» os símios, a reportagem de interesse humano de John torna-se a reportagem da sua vida, o que fará pôr em risco a carreira e o casamento. É nessa altura que os bonobos desaparecidos são apresentados num reality show televisivo, emitido em circunstâncias misteriosas e capaz de se transformar no maior - e mais improvável - fenómeno da história da moderna comunicação social. Milhões de fãs ficam colados ao ecrã, a verem os símios a encomendar fast food cheia de gordura, a terem relações sexuais por tudo e por nada e a gesticularem a Isabel para os salvar.

Sobre a autora:
Sara Gruen é autora do bestseller Água para Elefantes e do também bestseller Riding Lessons e ainda de Flying Changes. Vive na Carolina do Norte com uma versão muito pessoal de uma família multifacetada: um marido, três filhos, quatro gatos, dois cães, dois cavalos e uma cabra.
Para escrever este romance, Sara Gruen estudou Linguística e um sistema de lexigramas que lhe permitiram comunicar directamente comos bonobos que vivem no Great Ape Trust, em Des Moines, no Iowa, EUA. Considera-os agora parte da sua extensa família e, na opinião dos bonobos, o sentimento é mútuo.

Novidade Saída de Emergência - "Jornada do Assassino", Robin Hobb


Os poderes do Assassino tornaram-no uma lenda. Mas quando ensinar o herdeiro a usá-los, ficará o reino mais seguro ou irremediavelmente perdido?

Título: A Jornada do Assassino
Autoria: Robin Hobb
N.º Páginas: 432

Lançamento: Já disponível
PVP.: 18,55€

Sinopse: Depois do desafio lançado ao Príncipe Respeitador pela narcheska das Ilhas Externas, só lhe resta embarcar para o país de Eliânia em busca do dragão de Aslejval que tanto pode existir como não passar de uma lenda antiga. Fitz, o mais famoso e temido assassino do reino, irá com ele. Mas a partida do herdeiro ao trono dos Seis Ducados para uma atribulada viagem marítima até uma terra de antepassados e inimigos não é algo que se faça de ânimo leve. Que desafios irão ter de enfrentar os nossos heróis? As magias que ambos manejam imperfeitamente, serão uma ajuda ou um empecilho? E o que acontecerá aos Seis Ducados se o herdeiro desaparecer para sempre nessa terra misteriosa e distante?

Sobre a autora:
Robin Hobb de nome verdadeiro Margaret Astrid Lindholm Ogden, nasceu em 1952 na Califórnia. Usa o pseudónimo Robin Hobb devido às vendas pouco satisfatórias sob o nome Megan Lindholm.
Robin Hobb tem escrito histórias desde que aprendeu a escrever. Sabia desde tenra idade que queria ser escritora mas era realista o suficiente para saber que muito poucos são capazes de se sustentarem financeiramente apenas através da escrita. Todavia, lutou pelo seu sonho e preparou-se para desempenhar outras profissões enquanto se dedicava à escrita.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Novidade Porto Editora - "A Última Carta de Amor", Jojo Moyes



Jojo Moyes, que visitou a Feira do Livro de Lisboa no ano passado, é uma das poucas escritoras premiadas por duas vezes com o Romantic Novel of the Year, tendo o primeiro sido atribuido ao seu romance Foreign Fruit. Desta vez, o prémio foi para A Última Carta de Amor, o mais recente romance da autora, que foi publicado pela Porto Editora no dia 1 de Junho.
Segundo a The Romantic Novelists' Association, ‹‹este romance combina uma escrita refinada com uma história romântica de grande originalidade, resultando numa leitura muito gratificante. Uma vitória merecida››. A Última Carta de Amor é uma história apaixonante passada em duas épocas distintas, no tempo presente e nos anos 60, ambiente que Jojo Moyes recria na perfeição. 

Título: A Última Carta de Amor
Autoria: Jojo Moyes
N.º Páginas: 456

Lançamento: Já disponível
PVP.: 16,60€

Sinopse: Inglaterra, 1960. Quando Jennifer Stirling, uma mulher de vinte e sete anos, acorda no hospital, após um trágico acidente de automóvel, não tem qualquer lembrança da sua vida passada. Não reconhece o marido, não recorda a sua própria casa e tão-pouco se identifica com a vida que lhe dizem ser a sua. Quando encontra uma certa apaixonada, escrita por um homem que assina apenas ‹‹B›› e que lhe pede para abandonar o marido, irá a todo o custo tentar descobrir a identidade desse homem, enquanto enfrenta os preconceitos sociais estabelecidos. 
Anos volvidos, em 2003, uma outra mulher, Ellie, descobre nos arquivos poeirentos do jornal onde trabalha a mesma carta enigmática. Fica de imediato obcecada pela história, que lhe permitirá escrever um artigo que relance a sua carreira e talvez até a ajude a lidar com a sua própria vida amorosa. Afinal, se aquela história tiver tido um final feliz, quem lhe garantirá que o homem com quem se envolveu não acabe também por deixar a mulher? 
Uma história de amor apaixonante e arrebatadora, com um final absolutamente inesperado. 

Sobre a autora:
Jojo Moyes nasceu em 1969 e cresceu em Londres. Estudou Jornalismo e foi correspondente do jornal The Independent até 2002, quando publicou o seu primeiro romance, Retrato de Família, e resolveu dedicar-se à escrita a tempo inteiro. Publicou depois Foreign Fruit (2003), The Peacock Emporium (2004), The Ship of Brides (2005), Silver Bay - A Baía do Desejo (2007), Um Violino na Noite (2008), The Horse Dancer (2009) e A Última Carta de Amor (2010).
Jojo Moyes foi uma das poucas autoras a ganhar por duas vezes o prémio Romantic Novel of the Year, primeiro com Foreign Fruit e agora com A Última Carta de Amor. Do catálogo da Porto Editora constavam já os seus romances Silver Bay - A Baía do Desejo, Um Violino na Noite e Retrato de Família.

Imprensa:
‹‹Um romance arrebatador.››
Daily Telegraph

‹‹Uma história incrivelmente enternecedora, Jojo Moyes explora de forma magistral a forma como o amor, a perda e umas poucas palavras podem fazer renascer uma vida ou destroçar um coração.››
Marie Claire

‹‹Emocionante, enternecedor, intrigante; a atmosfera é perfeita, o enredo, genial e as personagens, brilhantes.››
Penny Vincenzi

‹‹Um livro fantástico, comovente e evocativo - ideal para todos os fãs de Mad Men.››
Sophie Kinsella

‹‹Escrito com uma prosa poética e personagens comovedoras, este livro fascinante encontra um eco profundo no mundo apressado dos dias de hoje.››
Publishers Weekly

sábado, 2 de junho de 2012

Grita, Laurie Halse Anderson [Opinião]





Título Original: Speak
Autoria: Laurie Halse Anderson
Editora: ASA
Nº. Páginas: 173
Tradução: Susana Serrão


Sinopse:

Melinda Sordino é a pessoa mais odiada no Liceu de Merryweather. No final do verão chamou a policia, acabando com uma festa e colocando um sarilhos alguns dos finalistas mais populares da escola. Melinda tem um segredo que guarda bem fundo, dentro de si, e que não pode contar a ninguém. Mas Melinda está a ser corroída pelo que aconteceu, e o mundo de reclusão que construiu para si ameaça ruir a qualquer momento.


Opinião:

O seu maior problema, foi não ter gritado «NÃO».
O redemoinho avultado de sentimentos que camufla a aparência inocente de uma rapariga cuja pureza lhe foi retirada à força, é o pensamento constante de que a normalidade é algo muito pouco tangível. A mágoa, o ressentimento e a culpa própria apoderam-se do seu subconsciente e, sem dar por isso, Melinda transforma-se num espectro sem emoções externas, sem desejos adolescentes e, principalmente, sem qualquer vontade de viver.

Grita trata-se de uma versão algo romanceada de um mal que, cada vez mais, tem vindo a afectar o intelecto emocional de muitas mulheres que, numa tentativa de se tornarem invisíveis para o mundo e para uma sociedade altamente nociva, preferem silenciar-se e recolher-se internamente em detrimento de expressarem, por palavras, gestos ou figuras, o que verdadeiramente lhes abalou o íntimo.
Dotada de um estilo simples mas, em última análise, perturbado, Laurie Halse Anderson dá, com a sua história, voz a um sem número de rostos ocultos, preocupando-se sempre em exprimir, o mais claramente e emotivamente possível, todos os estados e etapas de uma depressão causada por um trauma que se viu alojado no mais profundo do «nosso» ser.

De uma premissa tão simples, nunca eu imaginei que me veria assoberbada por um leque sem fim de emoções e sentimentos contraditórios, desde compaixão a revolta, até mim enviados, enquanto leitora, por uma protagonista tão ingénua e inofensiva.
Melinda pode ter sido, outrora, uma rapariga fugaz e inteligente, sociável e divertida, mas o seu estado de espírito neste romance mostra-se tudo menos alegre e jovial. Representando o seu total oposto, esta é uma personagem que encontra refúgio na arte e na possibilidade de vir a ultrapassar um acontecimento fortemente marcante e que, de modo imperioso, se espalhou por toda a comunidade estudantil em que, noutro tempo, se sentiu inserida. Com as consequências dos seus actos assentes bem à flor da pele, esta não será uma jornada fácil nem, tão-pouco, compensadora, mas para Melinda o que importa é obter justiça, apoio e, quem sabe, voltar a reencontrar aquela que um dia assumiu a sua identidade e aí, retornar ao que deixou ficar para trás.

Ainda que sem espaço para grande desenvolvimento, esta pequena trama mostra-se imperdoável no modo em como retrata os pais de Melinda que, sempre mais preocupados com as boas notas e as atitudes correctas, se deixam ficar cegos perante as mudanças bem presentes de humor e comportamento da filha de ambos. Admito não me ter sido fácil percorrer os momentos dedicados a estes intervenientes secundários, mas mais difícil ainda foi presenciar a impotência de uma adolescente face a essa falta de preocupação por parte das pessoas que, aparentemente, deveriam de ser o seu pilar de força.

Também o afastamento por parte daquelas que proclamavam ser suas amigas foi, para mim, muito intenso. Assistir ao abandono de Melinda numa das ocasiões mais complicadas – e complexas – por que passará na sua vida foi uma dor que eu própria senti, pois a clareza e veemência com que Anderson trespassa todos esses sentimentos e emoções para fora do papel é, sem dúvida, um dos seus grandes trunfos, enquanto autora, nesta trama.

Pessoalmente, o gradual florescer de Melinda foi o pormenor que mais me satisfez, assim como o seu progressivo interesse pela expressão artística. E embora este não tenha sido um livro cuja escrita me tenha cativado por aí além – pelo menos não na forma como acabou por não deixar espaço para maiores desenvolvimentos –, a história que alberga foi, certamente, uma realidade que apreciei ver perpetrada num enredo que, sem margem para dúvidas, tanto agradará a um público mais velho como mais jovem.

Mais uma excelente aposta da ASA, num género de literatura sentida que apresenta muito mais de reflexão e partilha de sentimentos do que aquilo que o seu tamanho ou sinopse deixa transparecer. Romances para todas as idades, que devido à sua crueza e componente real cativam e marcam. Gostei.


Excerto:
«Mas será que eles são burros de propósito? Terão nascido assim? Eu não tenho amigas. Eu não tenho nada. Eu não digo nada. Eu não sou nada.», pág. 106

Novidade Contraponto - "Eu Sou Deus", Giorgio Faletti



‹‹Encontro um botão e pressiono-o com delicadeza. 
E outro. E mais outro.
Um instante ou mil anos depois, a explosão é um trovão
sem tempestade, a terra que acolhe o céu, um momento
de libertação.
Depois os gritos e a poeira e o barulho dos carros que
chocam uns contra os outros e as sirenes que me avisam
que, para muitas das pessoas que estão atrás de mim, 
chegaram ao fim os oito minutos.
Este é o meu poder.
Este é o meu dever. 
Este é o meu querer.
Eu sou Deus.››

Título: Eu Sou Deus
Autoria: Giorgio Faletti
N.º Páginas: 376

Lançamento: Já disponível
PVP.: 17,70€

Sinopse: Um serial killer aterroriza a cidade de Nova Iorque. As suas acções não seguem os padrões conhecidos pelos criminalistas, sendo a escolha das vítimas totalmente aleatória. Não lhes olha nos olhos enquanto morrem, mas também não o poderia fazer, pois ataca massivamente. As autoridades procuram desesperadamente um rosto, mas o assassino não tem rosto,  nem nome, nem passado, nem futuro. 
Vivien Light, uma jovem detective que esconde os dramas pessoais sob uma sólida imagem profissional, e Russel Wade, um repórter fotográfico com um passado que deseja esquecer, são a única esperança para deter este homicida - um homem que não pode ser responsabilizado pelos seus actos... um homem que acredita ser Deus. 

Sobre o autor:
Giorgio Faletti, licenciado em Direito, foi um cómico de grande sucesso da televisão italiana e mais tarde um cantor de êxito de música popular, chegando a ganhar o Prémio da Crítica no Festival de Sanremo de 1994.
Eu Mato (Contraponto, 2011) foi a estreia de Faletti na literatura, que se revelou, à semelhança de outras aventuras na sua carreira, um retumbante sucesso. Vendeu mais de 11 milhões de exemplares da sua obra só em Itália, e trouxe-lhe o reconhecimento da crítica e do público internacional. 

Imprensa:
‹‹Com um só golpe, Faletti modernizou o tradicional mundo literário e editorial italiano. Em Eu Sou Deus, Faletti regressa ao thriller puro e duro.››
Corriere della Sera

Do mesmo autor:


Novidade Planeta - "Os Diários de Stefan - Origens", L. J. Smith


Título: Os Diários de Stefan - Origens
Autoria: L. J. Smith
N.º Páginas: 200

Lançamento: Já disponível
PVP.: 14,41€

Sinopse: Estamos no ano de 1864 e prossegue a Guerra Civil. Mas Stefan Salvatore trava aos dezassete anos o seu próprio combate. Noivo de alguém que não ama, Stefan apaixona-se por uma misteriosa rapariga chamada Katherine. Com os seus caracóis lustrosos e olhos castanhos maliciosos, Katherine é bela e sedutora... mas possui também um negro segredo, é vampira.

Sobre a autora:
Lisa Jane Smith, cujas obras são uma combinação do género de terror, ficção científica, fantasia e romance, obteve o reconhecimento do público com a série Crónicas Vampíricas, cujo primeiro volume é Despertar. Publicado nos anos 90 e convertido numa referência da literatura juvenil de terror, retoma o clássico tema da luta entre Luz e Sombra, dos seus adorados C. S. Lewis e J. R. R. Tolkien. Segundo palavras da autora, «queria escrever livros como os deles, onde o Bem enfrenta o Mal e vence. Queria ser Frodo, morto de medo em Mordor, consciente de que o Mal que enfrenta é muito maior e mais poderoso do que ele, e ainda assim é capaz de reunir a coragem necessária para tentar e chegar a ser um herói. Queria transmitir aos jovens que não devem renunciar à esperança.

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