quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Resultado do Passatempo - "Uma Mulher de Sonho", de Fern Michaels

Antes de mais, quero deixar um muito obrigado a todos os que participaram e que, com isso, ajudaram ao enorme sucesso de mais um fantástico passatempo! 

Assim, o exemplar da edição especial do livro Uma Mulher de Sonho, escrito por Fern Michaels e gentilmente cedido pela Editorial Presença vai para:

150. Ana Catarina (...) Miranda!

Muitos parabéns à feliz contemplada!

Mais uma vez, não deixem de tentar a sua sorte e, por isso, continuem a participar nos passatempos que vamos colocando no blogue. 

Parabéns, boas leituras e boas férias (para quem for caso disso)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Novidade Bertrand - "A Coisa mais Bela", Maria Daniela Raineri

Título: A Coisa mais Bela
Autoria: Maria Daniela Raineri
N.º Páginas: 232

Lançamento: Já disponível
PVP.: 16,50€

Sinopse: E se de repente te entrasse pela porta uma irmã que não sabias ter?
É isso mesmo que acontece a Antónia, uma trintona solteira (com um ex-namorado gay), introvertida e gorducha, incapaz de resistir ao chamamento dos doces. O aparecimento de Lucilla - linda e esguia - vem deixar a sua vida de pernas para o ar, mas entre ciúmes, abraços, mentiras e gargalhadas, Antónia vai aprender a conhecer-se melhor, a dizer não quando é preciso e, quem sabe, a apaixonar-se de novo. 


Sobre a autora:
Maria Daniela Raineri trabalhou durante muitos anos num escritório e actualmente escreve para a televisão e cinema. É autora de três romances best-sellers em Itália. 

Da mesma autora:

Novidade Quinta Essência - "Cobiça", J. R. Ward

Sete pecados mortais... sete almas para salvar.
Esta é a primeira.

Título: Cobiça
Autoria: J. R. Ward
N.º Páginas: 536

Lançamento: Já disponível
PVP.: 17,50€

Sinopse: Redenção não é uma palavra que Jim Heron conheça muito bem. A sua especialidade é a vingança e, para ele, o pecado é relativo. Mas tudo muda quando se torna um anjo caído e é incumbido da tarefa de salvar sete pessoas dos sete pecados mortais... e o fracasso não é permitido.
Há muito que Vin diPietro se entregou ao trabalho... até que o destino intervém na forma de um autoproclamado salvador de aspecto duro e de uma mulher que o fará questionar o seu destino. Vin tem de unir forças a um anjo caído não só para conquistar a sua amada... mas também para salvar a sua alma.

Sobre a autora:
J. R. Ward é a autora dos romances da Irmandade da Adaga Negra. Foi galardoada com o prestigiado Rita Award para Melhor Romance Paranormal, tendo sido ainda nomeada várias vezes para os prémios da revista Romantic Times. Vive no Sul dos Estados Unidos com o seu marido incrivelmente generoso e o seu amado golden retrivier. Depois de se ter formado em Direito, começou a sua vida profissional na área da saúde, em Boston, tendo passado muitos anos como chefe de equipa de um dos centros clínicos dessa cidade. 

Imprensa:
‹‹Fãs da Irmandade da Adaga Negra, arranjem outra prateleira: a vossa próxima série viciante acabou de começar...››
Publisher's Weekly

‹‹Cobiça é um romance de fantasia com um ritmo rápido, cheio de acção, que prende o leitor e não o larga até às páginas finais.››
LoveVampires.com

‹‹Se procura um romance paranormal (...) com personagens surpreendentes, uma mitologia interessante, óptimos diálogos, uma narrativa empolgante, uma boa história de amor (...) sugiro Cobiça.››
RomanceNovel.tv

domingo, 14 de agosto de 2011

Desaparecidos, Michael Grant



Título Original: Gone
Autoria: Michael Grant
Editora: Planeta Manuscrito
Nº. Páginas: 455
Tradução: Victor Antunes


Sinopse:

Num abrir e fechar de olhos, todos desapareceram.
Todos menos os mais novos: os adolescentes, os alunos dos primeiros anos, as crianças pequenas. Não ficou um único adulto. Não havia professores, nem polícias, nem médicos, nem pais. Como também de repente deixou de haver telefones, internet e televisão. Nenhuma maneira de perceber o que se tinha passado. Nenhuma maneira de pedir auxílio.
A fome é uma ameaça. A lei é imposta pelos mais fortes. Uma criatura sinistra aguarda na sombra a sua oportunidade. Os animais sofrem mutações. O mesmo acontece com os próprios adolescentes – que adquirem poderes estranhos, inconcebíveis, mortíferos –, que se vão desenvolvendo e afirmando de dia para dia. Um terrível mundo novo. Definem-se facções, o confronto é inevitável. Os miúdos da cidade contra os meninos ricos. Os mais fortes contra os mais fracos. Os que têm poder contra os que não o têm. E o tempo escoa-se inexoravelmente. Todos, sem excepção, estão condenados a desaparecer no dia em que completarem quinze anos.


Opinião:

Sensacionalmente espectacular, foi com este pensamento em mente que terminei a leitura de Desaparecidos. E, agora, pergunto-me: poderia ser de outra forma?
Este é um livro fabulosamente bem escrito e coerente. Cativante e expectante. Até ao último momento tudo pode acontecer e é essa expectativa e iminente insegurança e surpresa que motiva o leitor a continuar a folhear página, atrás de página, atrás de página.

As personagens principais e mais enaltecidas neste primeiro livro são simplesmente únicas, completamente diferentes entre si com medos e desejos distintos, perfeitas à sua maneira e extremamente comovedoras e emocionantes. Sam Temple assume a liderança, apresentando-se com uma personalidade forte, mente certa e atitude convicta. Ainda que, por diversas vezes, se sinta abalado com tudo o que está a acontecer à sua volta e sem saber bem como agir, Sam é uma personagem que se mantém robusta do começo ao fim, assumindo um papel de líder ou chefe quando necessário e sempre procurando encontrar o melhor termo de igualdade e sobrevivência entre e para todos. Este último é o aspecto mais importante de toda a nova e incompreensível jornada por que todos passam – acima de tudo, sobreviver.
Astrid Ellison, ou mais conhecida como Astrid, o Génio, é, sem sombra de dúvida, a figura feminina que mais se destaca pela forma madura e adulta com que se esforça por solucionar problemas inesperados, com que cuida do irmão mais novo e doente mesmo sabendo o segredo que ele obscuramente guarda e, principalmente, pela maneira como parece ser o elo sólido e solidário que serve de ligação e compromisso entre Sam Temple e outras personagens ligeiramente mais secundárias.

Caine Soren foi uma surpresa, assim como Diana Ladris e Drake Merwin. Pertencendo aos ditos ricos e problemáticos alunos da Coates Academy, são personagens que se integram muito bem nas diversas fases mais susceptíveis, perigosas e maquiavélicas da narrativa. Caine, o Intrépido Líder dos “anormais” da Coates é constante no perseguir de um sonho – ser o responsável por todos os jovens e crianças de Perdido Beach e da Coates assim como o mais poderoso dos anormais – ou seja, daqueles que detém o poder. Diana é algo subversiva e, por vezes, dúbia, deixando o leitor na expectativa de que, talvez, abra os olhos e mude de lado mas, ainda assim, consciencializando o mesmo do seu lado mesquinho e puramente negro e mau. Finalmente, Drake. Drake é cruel, agressivo e feroz a um nível que eu nunca antes tive oportunidade de ler. Se por vezes sentimos uma certa e algo improvável empatia com ele, rapidamente nos vemos forçados a redobrar o nosso sistema de segurança pela imprevisibilidade e excentricidade que Drake é capaz de mostrar de um momento para o outro. Contudo, é uma personagem que decididamente surpreende pela personalidade fixa e imutável, ainda que esta vá progredindo a níveis exacerbados de diabolismo durante o desenrolar da história.

O enredo, para além de brilhantemente bem construído e pensado, é também imensamente criativo e inovador. Imagine-se o caos que seria se, numa fracção de segundo – num autêntico abrir e fechar de olhos –, todos os maiores de quinze anos desaparecessem não se sabe para onde... e, para piorar, se igualmente deixasse de haver internet, televisão e telefone e a corrente eléctrica existente passasse a ser uma incerteza no que diz respeito a saber-se em concreto a duração de tempo em que continuaria a ser sustentável... Agora, acrescente-se a racionalização da comida, a tentativa de descoberta do que se está a passar, o pânico e desespero presente um pouco por todo o lado, a muito pouco provável sobrevivência dos mais pequenos, etc....

Michael Grant criou, em Desaparecidos, uma trama de suster o fôlego da primeira à última frase. Às tantas, o leitor sente-se tão desconfortável e irrequieto perante uma desumanidade e violência gritantemente atroz e triste que nem sabe bem para que lado se virar. É o realismo e a ferocidade com que Grant presenteia o seu público que faz, deste seu primeiro volume de uma série no mínimo esplêndida, um dos livros mais perturbadores e conscientes que tive o prazer de ler. Em última instância, Desaparecidos foi um livro que adorei folhear. Este é comovente, inquietante e recheado de surpresas do princípio ao fim. Quando o leitor acredita não ser capaz de se ver novamente surpreendido, é quando Grant dá a volta a tudo o que então ficou conhecido para apresentar uma versão ainda mais dominadora e bárbara que a anterior. Apesar de se tratar de uma obra juvenil e direccionada a um público mais jovem dada a linguagem simples e quase cinematográfica, a idade das personagens e alguns momentos escritos, não creio que o seu conteúdo possa ser profunda e completamente apreendido por uma camada de leitores tão nova. Pessoalmente, vejo Desaparecidos como um livro juvenil escrito para adultos. E, sinceramente, mal posso esperar para saber que segredos e selvajarias esconde a Sombra, que mais irá acontecer na ZRJ – Zona Radioactiva Juvenil –, e quanto mais sombrios e selvagens se tornarão os seus habitantes.
Uma estreia perfeita. Um livro que todo o amante de ficção científica e até de fantasia deveria de ler. Muito, muito bom. Agora, que venha FOME!

sábado, 13 de agosto de 2011

Comunicado

Caros leitores, seguidores e amigos do blogue... 

Venho informar-vos que, por estarmos em Agosto e este ser um mês mais parado e de "férias", não haverá Autor do Mês corrente. Assim, durante Agosto serão publicados os resultados dos dois passatempos referentes ao Autor do Mês de Julho e, em Setembro, voltaremos não só com a rubrica como tentaremos, também, trazer muitas novidades e prémios visto estarmos prestes a comemorar dois anos de existência!

Entretanto, não se esqueçam de participar nos dois passatempos que temos actualmente no ar - Uma Mulher de Sonho, de Fern Michaels e editado via Editorial Presença e O Guerreiro Highlander, de Monica McCarty, da Planeta Manuscrito. 

Beijinhos e Abraços, 
Administração do Pedacinho Literário

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Novidade Quinta Essência - "Ligações Proibidas", Cheryl Holt

Ele ensinou-lhe o significado da paixão...

Título: Ligações Proibidas
Autoria: Cheryl Holt
N.º Páginas: 383

Lançamento: 15 de Agosto
PVP.: 15,90€

Sinopse: Abigail Weston, uma solteirona resoluta de vinte e cinco anos, está decidida a ver a irmã mais nova casada com um homem de bem. Contudo, a sua falta de experiência com o sexo oposto impede-a de apaziguar os medos da irmã em relação à noite de núpcias - a não ser que se atreva a dar um passo arriscado de forma a aprender o que a intimidade entre um homem e uma mulher implica. No entanto, o único homem em Londres qualificado para a ensinar fá-la desejar algo que ela nunca esperou: experimentar todos os prazeres por sí própria...
James Stevens - rico, imoral e tremendamente aborrecido com a sociedade londrina - acredita que nada é capaz de chocá-lo. Embora o pedido de Abigail, a explicação verbal dos prazeres da carne, seja um pouco surpreendente, o que o espante realmente é a sua reacção poderosa em relação à inocência e beleza dela. Um romance entre ambos pode trazer grandes êxtases carnais, mas qualquer coisa mais arruinaria para sempre Abigail. Pela primeira vez na vida, James suspeita que a mera intimidade física nada é quanto comparada ao amor verdadeiro...

Sobre a autora:
Cheryl Holt é advogada, romancista e uma mãe de família que viva em Los Angeles. 
Formada em Direito pela Faculdade de Wyoming, trabalhou num escritório de advogados e no gabinete do promotor distrital em Denver antes de se dedicar exclusivamente à escrita.
A autora, considerada a rainha do romance sensual, foi distinguida com vários prémios, designadamente o de Melhor Romancista do Ano, atribuído pela revista Romantic Times Books Reviews. Noites de Paixão, também publicado pela Quinta Essência, foi eleito Top Pick pela publicação Romantic Times e esteve na lista dos livros mais vendidos do jornal USA Today.

Imprensa:
‹‹As personagens vibrantes e o enredo agitado prenderam-me desde a primeira página. Cheryl Holt é uma nova voz fresca do romance histórico. Bravo!››
Affaire de Coeur

‹‹A melhor autora de romances sensuais.››
Statesman Journal

‹‹A autora captou maravilhosamente o amor atormentado entre este improvável par.››
Bookishly Attentive

Da mesma autora:

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Noites de Paixão, Cheryl Holt



Título Original: Further than Passion
Autoria: Cheryl Holt
Editora: Quinta Essência
Nº. Páginas: 295
Tradução: Maria Emília Ferros Moura


Sinopse:

Kate Duncan concorda em ajudar a prima a conquistar um marido até que percebe que a jovem deseja usar uma suposta poção de amor para seduzir Marcus Pelham. Para provar que o elixir não passa de uma bebida sem qualquer efeito mágico, Kate bebe-o e vive o momento mais sensual da sua vida ao apanhar Marcus em plena sessão amorosa com outra mulher. Todos os nervos do corpo de Kate reagem ao observá-lo no meio das sombras, mas o despertar dos sentidos será uma consequência da poção ou do atraente homem? Felizmente, Marcus não repara que Kate o espia, ou pelo menos ela assim o pensa...
Na qualidade de conde de Stamford, Marcus tem a seus pés muitas mulheres. Contudo, nada o excitou tanto como a imagem de Kate a observá-lo. Marcus vai então tentar seduzir Kate e bebe, também ele, a poção. Contudo, o jogo assumo contornos inesperados quando Marcus se vê verdadeiramente atraído pela inocente Kate. Ao ensinar-lhe a excitante arte da sedução, será que se apaixona perdidamente pela primeira vez? E será ele capaz de amar uma única mulher para o resto da vida?


Opinião:

O romance histórico sensual, aparte da fantasia no geral, é dos géneros literários que mais estimo e gosto de folhear. Felizmente, já tive o prazer de conhecer grande parte das obras de algumas das autoras do género fortemente aclamadas pela critica internacional e encontro em Cheryl Holt mais uma referência de grande mérito e deleite. Apaixonante, espectacularmente bem escrito e cativante, são apenas alguns dos sinónimos que caracterizam tanto a escrita como a própria história com que a autora presenteia o seu público em Noites de Paixão. Tocado pela força do amor e pelo poder da amizade, este é um romance imperdível para todos os apreciadores do sensualismo inerente à História e, como se tudo isso não fosse por si só chamativo o suficiente, Noites de Paixão apresenta-se ainda num formato atraente com uma capa apelativa e uma fita de cetim rosa a simbolizar o seu conteúdo algo proibido e secreto.

Como habitualmente presente neste tipo de obras, o ponto forte e que verdadeiramente as enaltece centra-se na ligação tecida entre os dois protagonistas e, como seria de esperar, Holt não lhe foge à regra. A sua excepção recai, possivelmente, na profundidade com que assiste as suas personagens e nos pequenos e numerosos pormenores com que as embeleza. Perante o leitor dispõem-se pessoas comuns, com personalidades vincadas e muito próprias, de estatuto nobre, retratadas de belíssima e irrepreensível forma. Tendo, em última análise, cada um aquilo que merece, Holt transpõe para o papel todas as suas qualidades enquanto exímia contadora de histórias e mostra, acima de tudo, a um público sequioso por uma trama envolvente e expressiva que, por vezes, as aparências iludem – e de que maneira! É através das acções e das atitudes das suas personagens secundárias e até das de maior destaque que Cheryl Holt controla as reviravoltas inesperadas e os acontecimentos de forte impacto, mostrando não apenas um lado bom e confortável das suas personalidades como também os seus momentos mais mesquinhos e maquiavélicos.

Dou nota de destaque ao conteúdo mágico e enigmático que percorre as linhas desta narrativa. A poção que algumas – não é só uma! – das personagens ingere é verdadeiramente curiosa e até intuitiva o que faz com que o leitor entre num constante questionamento perante os acontecimentos amorosos dados e os sentimentos descritos. Será magia ou pura realidade? Esta é uma questão que fica em aberto, permitindo ao leitor dar asas à sua própria imaginação ao deixar-se embrenhar num universo inexplicável mas decididamente sedutor.

As personagens são implacáveis! Tanto o par principal como o secundário são revigorantes. Seguindo por caminhos ora conturbados ora atrevidos, conferem uma vitalidade e continuidade bastante interessantes e motivantes que possibilitam o desfrutar de uma leitura não só agradável como descontraída e fluida. Kate é simplesmente genial. De uma força e controle excessivo, faz o maior dos esforços por não se deixar corromper e quando os problemas lhe batem à porta, enfrenta-os de cabeça erguida e peito cheio. Sem medos ou receios, encara a vida e as suas inconformidades de frente e sem nunca vacilar. No caso de Marcus o cenário é ligeiramente diferente. Acostumado aos prazeres fáceis da carne e do álcool e escandalosamente provocado por uma fortuna que tende a fugir e por uma jovem inocente que procura apoio financeiro e titular nos braços errados, ele deixa-se influenciar por uma obscura e incontrolável sensação de familiaridade e conforto encontrada na presença de Kate e, mesmo sem o saber, será capaz de ir até ao fim do mundo para trazer de volta aquilo que verdadeiramente o faz feliz... e que, até então, esteve adormecido. Quanto ao segundo casal, vou manter o anonimato - para não estragar a surpresa. Contudo, posso afirmar tratar-se de uma relação pura e extremamente enternecedora, capaz de esboçar incontáveis sorrisos e suspiros. Um verdadeiro amor à moda antiga!

Em relação às restantes personagens, a calidez e qualidade persiste. Algumas irritantes outras hilariantes, Cheryl Holt oferece um pouco de tudo criando assim uma atmosfera diversificada e que facilmente apela à empatia entre leitor e personagens.
A trama em si é espectacular. Embora, por vezes, algo previsível, não deixa de manter o interesse e a expectativa bem elevadas e de cativar a cada capítulo percorrido. Com altos de baixos, picos de emoção e suspense, Noites de Paixão é, decididamente, uma obra que interage e provoca o leitor, deixando-o consecutivamente à beira do abismo e seja isso pela forte carga emocional retratada ou pela irritação em relação a algumas personalidades mais singulares.

Um livro interessante e perfeito para acompanhar uma ida à praia ou à esplanada. Uma história envolvente e que se verá percorrida com rapidez e avidez. Uma leitura breve mas incrivelmente satisfatória e aliciante que deixará um sorriso incontornável nos lábios de qualquer seu leitor. Uma autora que recomendo e mais uma excelente aposta da nossa adorada Quinta Essência
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