segunda-feira, 4 de julho de 2011

Passatempo - "Prazeres Inconfessos"

Em colaboração com a 1001 Mundos, o Pedacinho Literário tem o prazer de oferecer dois exemplares do livro Prazeres Inconfessos, da fantástica autora Laurell K. Hamilton.

Para participar e se habilitar a ganhar um destes imperdíveis exemplares, basta responder à pergunta que se encontra no formulário abaixo e preencher todos os campos obrigatórios. 
Ponha a sua criatividade à prova!, revele os seus segredos mais íntimos... mas sempre com atenção às regras do passatempo.


Regras do Passatempo:
1) O Passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 12 de Julho (terça-feira).
2) Só é válida uma participação por pessoa e residência.
3) Participações com respostas erradas e/ou dados incompletos serão automaticamente anuladas.
4) O vencedor será sorteado pela administração do blogue, será posteriormente contactado por e-mail e o resultado será anunciado no blogue.
5) Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas.
6) A administração do blogue não se responsabiliza pelo possível extravio no correio de exemplares enviados pela mesma.


Boa sorte a todos!

Opinião da Vencedora do 1.º Passatempo Sarah Addison Allen


Título: O Jardim Encantado
Autoria: Sarah Addison Allen
N.º Páginas: 267


Opinião de Carla Trindade:
O Jardim Encantado, O Quarto Mágico ou O Feitiço da Lua… hum… foi sem dúvida difícil escolher sobre qual deles escreveria esta crítica. Qualquer um deles é por si só um livro especial, único e marcante. Assim como a própria escrita que destaca Sarah Addison Allen se revela envolvente e apaixonante. Faz-nos sonhar enquanto página a página nos deliciamos com lugares mágicos e acontecimentos tão incríveis onde só a nossa imaginação consegue chegar. Sarah dá-nos a mão e consigo caminhamos ao sabor das suas deliciosas palavras onde saboreamos o doce sabor do sonho, do encantamento e fascínio, dos aromas e nos seduzimos com as suas personagens que dão vida a histórias e cenários sublimes e idílicos. Quase conseguimos sentir o perfume do jardim, o aroma do bolo acabado de fazer, a suavidade do ar que se respira. São, sem dúvida, momentos de leitura únicos.
Acabei por optar pelo Jardim Encantado, talvez por ser o primeiro que me fez mergulhar neste mundo do sonho e aventura onde uma excêntrica macieira produz frutos capazes de profecias nem sempre agradáveis e, vulgarmente até, algo estranhas. A árvore tem uma forte personalidade e atira-os a quem eles se destinam, portanto quem comer uma destas maçãs… que se prepare!
Pois… mas como nem só de macieiras diferentes e maçãs estranhas se faz este Jardim Encantado falta também falar das misteriosas flores comestíveis que abundam neste espaço. Cada uma tem um poder muito próprio, muito especial e sem dúvida muito enfeitiçante! Quem degustar uma pétala apenas que seja, depressa sentirá os seus efeitos...
Este jardim tão único quanto especial pertence às mulheres da família Waverley: Claire, Evanelle e Sydney.
Claire tem uma empresa de catering e é conhecida pelos seus famosos cozinhados: pratos preparados tendo como ingredientes principais os frutos, plantas e especiarias existentes no Jardim Encantado. Quem os ingerir terá, inevitavelmente alguma consequência, boa ou má… isso logo se verá!
Claire é uma mulher simples e reservada que tem medo de sobressair, mas é uma referência pelo seu dom da culinária. Sente-se enclausurada pelo medo de não ser aceite pelos vizinhos por ser uma Waverley, cujo nome é sinónimo de se ser estranho e diferente, pois só as Waverley têm dons “peculiares”. Claire nunca se apaixonou até conhecer um vizinho muito especial…
Evanelle, a prima já com alguma idade, tem a particularidade de oferecer presentes por vezes estranhos e singulares, sem qualquer razão aparente ou… pelo menos à primeira vista! Não sabe como nem por que razão, mas tem de oferecer aquilo àquela pessoa. Mais tarde todas essas ofertas se vêm a revelar bastante úteis a quem as recebe, portanto mais vale não questionar a utilidade do presente e muito menos pensar em recusá-lo!
Sydney é a jovem irmã de Claire, destaca-se pela sua beleza, rebeldia e espírito aventureiro. O mesmo que a leva a sair de Bascom à procura de uma vida melhor e também numa tentativa algo frustrada de fugir ao legado que as Waverley carregam consigo. Sydney tem o dom de saber arranjar e pentear cabelos como ninguém, mas ignora-o. Passa por vários locais, diversas profissões, inúmeras paixões e acaba por ter uma filha de David, um homem violento que a espanca, precipitando assim a sua fuga pela liberdade perseguindo-a até Bascom.
Sydney sempre tentou fugir ao destino, mas os seus desígnios sempre foram mais fortes e a verdade é que a sua filha Bay, também ela uma Waverley, tem um dom: ver o local onde todas as coisas e pessoas pertencem.
E é com esta tentativa de fuga de uma relação de agressões que David insiste em prosseguir, que se dá o regresso de Sydney a Bascom, o reencontro com a irmã e onde o melhor amigo de infância se revela bem mais do que isso…
Personagens intensas, únicas e muito singulares dão vida a um livro sem dúvida diferente com uma história fantástica, onde a leitura envolvente e apaixonante faz com que cada página seja vivida num delicioso mergulho ao mundo da fantasia e encantamento.
Recomendo vivamente a todos aqueles que gostam de sonhar e também a todos os que ainda precisam de aprender!

Novidade Editorial Presença - "O Guardião de Rowan - A Tapeçaria, Livro 1", de Henry H. Neff

Romance de estreia com ilustrações do autor!

Título: O Guardião de Rowan - A Tapeçaria, Livro 1
Autoria: Henry H. Neff
N.º Páginas: 360
Colecção: Via Láctea, N.º 81

Lançamento: Já disponível
PVP.: 18,07€

Sinopse: A vida sossegada de Max McDaniels está prestes a nunca mais voltar a ser como dantes. Durante uma visita com o pai ao Instituto de Arte de Chicago, uma velha tapeçaria celta ganha vida à sua frente e, pouco depois, Max recebe um enigmático convite para ingressar na Academia de Rowan. Aí aguardam-no criaturas fantásticas, um currículo exigente e colegas com capacidades extraordinárias, mas também uma batalha ancestral entre as forças da luz e das trevas. Neste romance de estreia, o autor e ilustrador Henry H. Neff combina elementos de fantasia, ficção científica e mitologia para criar uma história emocionante que nos conquista do início ao fim. 

Sobre o autor: 
Henry H. Neff é um ex-consultor de gestão da zona de Chicago. Actualmente é professor de História e Belas-Artes num liceu de São Francisco. Este é o seu primeiro romance e será publicado em cerca de dez países.

Citação de Imprensa Estrangeira:
‹‹A inteligência de Max e o seu carácter bem-intencionado conferem à história uma base emocional sólida, ao mesmo tempo que as reviravoltas surpreendentes nos mantêm agarrados às páginas. O primeiro romance de Neff vai certamente cativar muitos novos fãs ansiosos por saber o que irá acontecer a seguir.››
VOYA


Para mais informações, consulte aqui!

Beijo do Ferro, Patricia Briggs



Título Original: Iron Kissed
Autoria: Patricia Briggs
Editora: Saída de Emergencia
Nº. Páginas: 261
Tradução: Manuel Alberto Vieira e Ester Cortegano


Sinopse:

Mercy Thompson é mecânica de automóveis e uma rapariga tão bela quanto independente. O seu segredo? Consegue mudar de forma. A sua perdição? Não consegue mudar de lealdade. Como tal, quando o seu antigo mentor é preso por assassínio e deixado a apodrecer atrás das grades pela sua própria espécie, Mercy está disposta a arriscar a vida numa missão solitária para limpar o nome dele. Mas a sua lealdade também vai ser testada de outros lados: os lobisomens não são conhecidos pela sua paciência e, se Mercy não se decide entre os dois de quem gosta, Sam e Adam podem fazer a escolha por ela...
Com enredos tortuosos, personagens inesquecíveis e uma escrita dinâmica, Patricia Briggs eleva a fantasia urbana a novos patamares de qualidade.


Opinião:

É por romances como Beijo do Ferro que Patricia Briggs tornou-se, com relativa rapidez e facilidade, uma das autoras que mais admiro e aprecio; e que Mercy Thompson se transformou numa das personagens femininas de que mais gosto e mais prazer sinto em folhear. E porquê? Porque é simplesmente genial a forma como a autora aborda uma temática tão batida e banalizada do sobrenatural e, ao mesmo tempo, constrói uma personagem tão encantadoramente humana como especial.

Pessoalmente, o ponto mais forte de toda a série é, sem sombra de dúvida, a própria Mercy Thompson e todo o leque variado de personagens que Briggs vai gradualmente apresentado ao leitor e que embelezam e fortificam uma estrutura narrativa de si já robusta e bem pensada e construída. A somar temos a sua escrita. Patricia Briggs faz uso de uma linguagem corrente, moderna e simples, acessível a qualquer tipo de leitor e que, desse modo, se torna duplamente empolgante e entusiástica. Atenta aos pormenores e sem se exceder nos problemáticos e emotivos devaneios de Mercy, a autora confere um certo e muito apreciado sentido de realidade e humanidade a uma história assumidamente sobrenatural.
Um segundo aspecto positivo e excitante que envolve toda a série é o facto de cada volume retratar uma espécie do foro fantástico diferente. Com O Apelo da Lua, o leitor foi de encontro a uma introdução ao mundo pessoal e social de Mercy, uma vez que ela própria, embora sendo uma caminhante por natureza, foi criada e educada no seio desta espécie uivante – os lobos. Assim, o leitor ficou a conhecer não só um pouco do passado da protagonista como as bases pelas quais ela se ergue enquanto humana e enquanto ser solitário e individual e que, em última instância, a fizeram a pessoa que actualmente é. Auxiliado por Vínculo de Sangue, o leitor prossegue viagem por caminhos tortuosos até bem ao centro da colmeia vampírica. Stefan, um vampiro sedutor e atraente, ao pedir ajuda a Mercy permite ao leitor deixar-se embrenhar numa sociedade nocturna erigida por um forte sentido de lealdade, idade e hierarquia, de poder e de atracção sanguínea. Uma vez que o vampirismo continua a agradar às massas, Vínculo de Sangue não só serviu de pretexto à angariação de mais fãs ao séquito de seguidores de Mercy Thompson como também mostrou uma certa versatilidade pouco encontrada em sagas dentro deste género do fantástico e que, normalmente, tendem a centrar-se num único grupo de criaturas paranormais. Agora, com Beijo do Ferro, a batata quente vai cair nas mãos de uma das espécies sobrenaturais mais reservadas e no entanto poderosas e temidas – os seres feéricos –, cuja capacidade de controlo dentro da própria Fairyland diminuiu perante um assombro misterioso de mortes e ataques constantes e culpados inexistentes.
A série torna-se assim bastante interessante e distinta no sentido em que o leitor, a cada volume lido, sente-se mais ligado e envolvido em toda a trama e em todas as dificuldades e situações stressantes que servem de sobressalto na vida de Mercy. Do mesmo modo, que o leitor não se cinge ao simples saber da existência de tais espécies; é-lhe verdadeiramente facultada uma história, uma base e um passado de sofrimento, decisões difíceis e magia que envolve todos os habitantes, mortais e imortais, que perfazem a vida de Mercy uma autêntica e imutável busca por sarilhos.

Em Beijo do Ferro, o trio amoroso vem conferir uma certa suavidade e emoção mais sensível e romântica a uma história recheada de acção. Uma vez que Stefan saiu decididamente da equação – pessoalmente, senti a ausência desta personagem de que tanto gosto – Mercy vê-se permanentemente indecisa entre a escolha de Adam, um macho Alfa que imediatamente a reclamou como sua parceira perante todo o bando e Samuel, uma paixão de infância e cuja amizade e apreço nada poderá quebrar. É neste volume que Mercy faz a sua escolha definitiva e embora, por um lado, não seja uma total surpresa, por outro, não deixa de oferecer alguma novidade menos territorial e persuasiva à qual o leitor não está acostumado. Contudo, e quando lerem – se já não o leram – perceberão o que digo quando afirmo que fiquei um pouco desiludida com a forma como tanto a protagonista como o lobo em questão chegaram à conclusão de que a escolha contrária não só é bastante óbvia como igualmente aceitável.

A acção e o desenrolar da história são também duas componentes importantes e muito estimadas nesta série, especialmente em Beijo do Ferro. Sendo uma obra de pura fantasia urbana, é excelente a maneira como o leitor se vê constantemente rodeado de muita acção e adrenalina, conjugada com a dose certa de suspense e mistério. A apresentação do problema, as várias e perigosas possibilidades de resposta e os inesperados bloqueios pelo caminho apresentam-se não só naturalmente como presenteiam o leitor com uma sensação de frescura e imprevisibilidade à muito ansiada neste género. O cenário adquire também uma importância extrema servindo, inclusive, como mote e personagem integrante em muitos momentos da história – friso a oficina de Mercy, perto do final do livro e Fairyland, sempre repleta de surpresas e magia incalculável.
Destaque ainda para Tim, uma das personagens novas que tanto consegue ser intragável como amistoso e que, inexplicavelmente, seduz e enreda o leitor numa teia de inconfidências e conhecimento peculiar e, ao mesmo tempo, estranho e inseguro; para Ben, que não só surpreende como deixa o leitor com uma visão completamente mudada e compreensiva perante a sua difícil confidência; para os artefactos feéricos que, gradualmente, vão conferindo uma seriedade e sensação de perigo e abandono que deixa o leitor num alerta fixo por sinais e medidas de segurança e resposta e, claro, para Mercy Thompson – uma protagonista que não deixa de surpreender e cativar. Daquelas personagens que o leitor adoraria convidar para um café ou, melhor!, para ver um filme em casa acompanhados de um gigantesco balde de pipocas.

Beijo do Ferro é um terceiro volume esclarecedor em muitos aspectos mas que, inevitavelmente, deixa uma extensa e irrevogável lista de curiosidades por descobrir e perguntas por responder. Acima de tudo, é um livro que aguça a curiosidade para o que aí vem e que permite desvendar um pouco mais do que está por detrás da cortina que esconde muitas particularidades, poderes e influência presentes nos seres feéricos e nos Senhores Cinzentos. Segue-se Cruz de Ossos – fantasmas? –, que certamente irá de encontro a um tema apreciado e ainda pouco explorado. Estou ansiosa pela continuação... e a morrer por um vislumbre da capa. Confesso, podem não agradar a todos, mas acho as capas desta série belissimamente maravilhosas. 

domingo, 3 de julho de 2011

Resultado do 1.º Passatempo Autor do Mês de Junho - Sarah Addison Allen

Antes de mais, quero agradecer a todos os leitores que, ajudando ao sucesso deste primeiro passatempo da nova rubrica do blogue, me mostraram um pouco das suas veias opinativas e entraram num papel de crítico/a que tenho, afincadamente, vindo a desempenhar neste espaço. Acima de tudo, espero que todos se tenham divertido a escrever as vossas opiniões e que este pequeno/grande passatempo tenha servido de incentivo para os muito mais que aí virão...

Agora, o/a vencedor/a...

É com imenso deleite que anuncio que o/a vencedor/a do 1.º Passatempo do Autor do Mês de Junho - Sarah Addison Allen e que, por isso, vai receber em casa um exemplar do mais recente trabalho da autora, A Árvore dos Segredos, gentilmente cedido pela Quinta Essência, é:

Carla Sofia Trindade

Muitos parabéns à feliz contemplada!, que verá a sua opinião publicada, amanhã, aqui no blogue.

Parabéns... e boas leituras a todos!

Novidade Contraponto - "O Ladrão de Sombras", de Marc Levy

Um romance divertido sobre os silêncios que assombram o amor.

Título: O Ladrão de Sombras
Autoria: Marc Levy
N.º Páginas: 176

Lançamento: Já disponível
PVP.: 15,50€

Sinopse: Neste novo romance, Marc Levy conta a história de um rapazinho com um dom invulgar: ele consegue ‹‹roubar›› as sombras das pessoas com quem se cruza. Ao princípio, acontece-lhe involuntariamente e isso chega a assustá-lo. Sempre que se cruza com alguém - seja um amigo, um inimigo ou um desconhecido - a sombra da outra pessoa passa a segui-lo. 
Por vezes contra a vontade do rapaz, as sombras contam-lhe os mais profundos desejos, temores e aspirações das pessoas a quem pertencem. E o rapaz vê-se em mãos com um dom que traz uma grande responsabilidade: ao saber estes segredos, terá de ajudar as pessoas - ajudá-las a recuperar ‹‹essa pequena luz que lhes iluminará a vida››.
Durante umas férias de Verão à beira-mar, apaixona-se por uma rapariga muda, chamada Cléa, com quem comunica através da sua sombra. E a sombra deste primeiro amor acompanhá-lo-á durante anos.
Mais tarde, o ‹‹ladrão de sombras›› torna-se estudante de Medicina, e debate-se com a questão de usar ou não o dom que tem para ajudar a curar - tanto os pacientes como os amigos. Afinal, será ele capaz de adivinhar o que poderá fazer felizes aqueles que o rodeiam? E ele próprio, saberá onde o espera a felicidade?

Excerto:
‹‹Tenho medo da noite, medo das formas que se ofereciam nas sombras da noite, que dançavam nas dobras dos cortinados, no papel de parede de um quarto de dormir. Sombras que desapareceram com o tempo. Mas basta-me recordar a minha infância para as ver reaparecer, terríveis e ameaçadoras. Um provérbio chinês diz que um homem bem-educado não pisa a sombra do vizinho, e eu não sabia disso quando cheguei a esta nova escola. A minha infância estava ali, naquele pátio de recreio. Queria expulsá-la, tornar-me adulto, mas ela colava-se-me ao corpo delgado e pequeno de mais para o meu gosto.››

Sobre o autor:
Marc Levy é o autor de língua francesa mais lido em todo o mundo: já conta com mais de 20 milhões de exemplares vendidos em mais de 41 países. Levy não é só favorito entre os leitores, também a crítica lhe reconhece um talento excepcional como contador de histórias originais, provocantes e sempre comoventes. 
Nasceu em Boulogne Bilancourt, em 1961. Aos 18 anos, juntou-se à Cruz Vermelha Francesa, instituição com a qual colaborou durante seis anos. Paralelamente, formou-se em Gestão e Informática na Université Paris-Dauphine. Em 1983, fundou uma empresa especializada em design e informática, com projectos em França e nos EUA. Mais tarde, viria a dedicar-se ao design de interiores, fundando outra firma em Paris. Aos 37 anos, Marc Levy escreveu o seu primeiro romance. E Se Fosse Verdade... começou por ser uma história destinada ao homem que o seu filho viria a ser. Encorajado pela irmã, enviou o manuscrito a uma editora, que aceitou publicá-lo. O sucesso fez-se sentir imediatamente e, desde então, os seus romances são presença constante nas listas de best-sellers. Marc Levy tem-se dedicado inteiramente à escrita e dois dos seus romances já foram adaptados com grande sucesso ao cinema.

Novidade Contraponto - "Conspiração 365 - Julho", de Gabrielle Lord

Callum Ormond foi avisado
A contagem decrescente continua e ele já tem menos de seis meses...

Título: Conspiração 365 - Julho
Autoria: Gabrielle Lord
N.º Páginas: 208

Lançamento: Já disponível
PVP.: 8,30€

Sinopse: Libertar-se da rede de pesca é a mais pequena das preocupações de Cal, pois esperam-no inúmeros perigos no cais. Ele consegue esquivar-se da polícia, mas fica em dívida para com o capitão do barco, e o preço a pagar é bem alto. Afinal, como pode ele continuar a investigar o testamento do Piers Ormond enquanto anda a amanhar peixe para recuperar a sua liberdade?
Cal vê-se obrigado a procurar a tia-avó, a única pessoa que o poderá ajudar a prosseguir na sua busca. Só que, com os capangas de Sligo no seu encalço, decerto que o jovem não será a única visita inesperada que Millicent terá. Uma tempestade sinistra está prestes a rebentar. Deverá Cal expor outro familiar ao perigo? 
O relógio não pára. 
Cada segundo pode ser o último. 

Uma aventura de cortar a respiração!

Sobre a autora:
Gabrielle Lord é autora premiada e uma das romancistas de thriller australianas de maior sucesso. Começou a dedicar-se à escrita aos 30 anos. Contudo, os seus primeiros livros acabaram como composto para o cultivo de tomates no seu jardim. 
Os direitos do seu terceiro livro (Fortress) foram adquiridos internacionalmente e a obra foi adaptada a telefilme. Mais tarde, outro dos seus romances (Whipping Boy) foi adaptado à televisão. O dinheiro que recebeu com estas adaptações permitiram-lhe deixar o emprego e escrever a tempo inteiro. Passou a acompanhar cientistas, detectives e antropologistas forenses e a trabalhar numa empresa de segurança privada para se inspirar na sua escrita. Os seus interesses são simples ‹‹Após uma juventude desperdiçada, não me sobraram muitas células cerebrais, por isso gosto de caminhar, meditar, cantar, dedicar-me à jardinagem, conversar com os amigos, estar com a minha família e os meus netos, dar de comer ao meu peixinho dourado.››
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