quarta-feira, 23 de março de 2011

A mítica colecção de livros de M. Sasek, editada pela Civilização

Uma reedição vintage dos anos 60 que está a ser um grande sucesso internacional
Civilização publica colecção mítica de livros de M. Sasek sobre Londres, Paris, Roma e Nova Iorque

Isto é... Londres, Paris, Roma e Nova Iorque é uma colecção de guias intemporais para adultos e crianças com ilustrações vintage requintadas e apelativas, impressa pela primeira vez nos anos 60. A nova versão mantém a excelência de conteúdos e imagens da original e está a ser um imenso sucesso internacional. 

Título: Isto é Londres
N.º Páginas: 64

Sinopse: Com a inteligência e a sensibilidade que tornaram famosos os seus encantadores livros sobre Paris, Nova Iorque e Roma, M. Sasek apresenta uma Londres elegante e moderna com Isto é Londres, publicado em 1959 e agora actualizado para o século XXI. Neste livro, o famoso pintor partilha as suas impressões de Londres com o nevoeiro, os belos edifícios, os monumentos históricos, as pontes, os parques, as lojas, Piccadilly, os táxis, os guardas e os outros habitantes. Ilustrações elegantes e alegres de uma das cidades mais interessantes do mundo. 

Título: Isto é Paris
N.º Páginas: 64

Sinopse: Com a inteligência e a sensibilidade que tornaram famosos os seus encantadores livros sobre Londres, Nova Iorque e Roma, M. Sasek apresenta uma Paris elegante e moderna com Isto é Paris, publicado em 1959 e agora actualizado para o século XXI. Neste livro, o famoso pintor partilha as suas impressões de Paris com os famosos edifícios, os belos jardins, os museus, as esplanadas de café e os habitantes: artistas, porteiros, floristas e milhares de gatos. Dá um passeio pelas margens do Sena, visita o Louvre ou sobre ao topo da Terro Eiffel. Ilustrações elegantes e alegres de uma das mais bonitas cidades do mundo. 

Título: Isto é Roma
N.º Páginas: 64

Sinopse: O famoso artista autor de Isto é Nova Iorque e Isto é Londres, leva-nos desta vez numas férias a Roma verdadeiramente memoráveis. Com as suas ilustrações elegantes e alegres, mostra-nos a Roma Antiga e a Roma actual — fontes que jorram água sob o céu azul, o Fórum, a Escadaria de Espanha, a Via Ápia e a mais famosa igreja do mundo — a Basílica de S. Pedro. Vemos laranjas e limões amadurecerem nos pátios e palmeiras crescerem nos telhados. Vemos estátuas e motociclos e pessoas felizes por todo o lado. Um livro para todos os que lançaram uma moeda na Fontana di Trevi, e para os que não o fizeram. 

Título: Isto é Nova Iorque
N.º Páginas: 64

Sinopse: Com a inteligência e a sensibilidade que tornaram famosos os seus encantadores livros sobre Paris, Londres e Roma, M. Sasek apresenta a fantástica cidade que nunca dorme em Isto é Nova Iorque, publicado em 1960 e agora actualizado ao século XXI. O holandês que comprou a ilha de Manhattan aos Nativos Americanos, em 1626, por vinte e quatro dólares em artigos domésticos não fazia ideia de que esta viria a ser a maior pechincha da História dos Estados Unidos da América. Tudo em Nova Iorque é grande — os edifícios, os engarrafamentos, os carros, os jornais de domingo. Aqui vemos o ferry de Staten Island, a Estátua da Liberdade, Greenwich Village, Times Square, o Rockefeller Center, Harlem, Chinatown e o Central Park. 

Novidade Porto Editora - "Uma mulher em fuga"

A Porto Editora publica Uma mulher em fuga, de Marion McGuilvary, um romance que chega às livrarias no dia 31 de março.
Uma mulher em fuga conta a história de Edith Lutz, uma mulher que, apesar de ter mantido secreta a sua identidade e iniciado uma nova vida, está sempre a ser perseguida pelo seu passado. 
Marion McGuilvary escreve regularmente para o The Times e já colaborou com o The Observer e Vogue. Este seu primeiro romance, sobre amor, traição e identidade, foi efusivamente saudado pelos seus leitores e pela crítica. 

Título: Uma mulher em fuga
Autoria: Marion McGuilvary
N.º Páginas: 320

Lançamento: 31 de março
PVP.: 16,60€

Sinopse: Ela tinha uma vida, um marido, um lar. O que a fez abandonar o seu mundo? 
Edith Lutz, Agnes Morales, ou Agnes McBride... da Escócia, de Nova Iorque, da América do Sul, ou de Londres... mulher de um académico, dactilógrafa, recepcionista, ou governanta... passou grande parte da vida a reinventar-se num esforço para evitar o passado. 
Com uma nova identidade e uma nova imagem, Edith aceita um emprego como governanta na casa do editor de sucesso Adam Davenport, recém-divorciado e pai de dois filhos adolescentes, com o intuito de levar uma vida despercebida. Porém, contra todas as expectativas, a relação com Adam torna-se algo íntimo, e ela ousa sonhar com um futuro tranquilo. 
Mas o passado de Edith está no seu encalço e poderá bater-lhe à porta a qualquer momento...
Em Uma mulher em fuga, seu primeiro romance, Marion McGuilvary envolve-nos numa história de amor que é também uma história de traição — e de segredos fechados a sete chaves. 

Sobre o autor:
Marion McGuilvary estudou Árabe na Universidade de Westminster e Design Gráfico e Ilustração no Camberwell College of Arts. 
Colaborou com a Vogue, com o The London Financial Times — tendo sido nomeada para o prestigiado Glenfiddich Food & Drink Award na categoria de Restaurant Critic of the Year —, com o The Observer, e escreve agora regularmente para o The Times. 
É autora de três livros de não ficção (Things Your Mother Never Told You, Seduce me! e Aphrodisiac), sendo Uma mulher em fuga o seu primeiro romance. 

segunda-feira, 21 de março de 2011

Celestial, Cynthia Hand



Título Original: Unearthly
Autoria: Cynthia Hand
Editora: Saída de Emergência
Nº. Páginas: 285
Tradução: Maria Teixeira Pinto


Sinopse:

No começo há um rapaz entre as árvores...

Clara Gardner descobriu há pouco tempo que é uma sangue-de-anjo. Ter sangue de anjo a correr-lhe nas veias, faz com que fique mais inteligente, mais forte e mais rápida do que os humanos. Significa também, que tem um propósito. Uma razão para ter sido colocada na terra. No entanto, descobri-lo, não é fácil.
As suas visões de um enorme incêndio florestal e de um rapaz atraente que ela não reconhece, levam-na para uma nova escola, numa nova cidade. Quando conhece Christian, o rapaz dos seus sonhos (literalmente), tudo parece encaixar no lugar — e, ao mesmo tempo, fora do lugar. Afinal, existe Tucker, ouro rapaz que apela o lado menos angélico de Clara.
Ela deseja apenas encontrar o seu caminho num mundo que já não compreende. Mas encontra perigos invisíveis e escolhas que nunca pensou ter de fazer — entre a honestidade e o engano, o amor e o dever, o bem e o mal. Quando o incêndio da sua visão finalmente acontecer, estará Clara preparada para enfrentar o seu destino?


Opinião:

Celestial é, sem dúvida, um romance apaixonante e mágico. A leveza e naturalidade com que Cynthia Hand embala o leitor numa deliciosa viagem pelo mundo destes míticos seres angelicais é, simplesmente, maravilhosa e quase impossível de esquecer. Até o mais pequeno dos pormenores é de uma beleza e singularidade espantosas, o que transmite, de forma bastante clara, o cuidado que a autora teve em mostrar, a um leitor acostumado a ler um pouco de tudo num universo de fantasia incrivelmente vasto e diversificado, algo de novo, único e especial.

Clara Gardner tem o aspecto de uma rapariga normal (talvez, com excepção para o seu cabelo indomável), mas a verdade é que tudo nela grita diferente! Por ser sangue-de-anjo, Clara é mais rápida, mais inteligente e mais forte que os humanos e embora nem sempre use esses dons em seu proveito, a verdade é que tem de aprender a viver com eles sem chamar demasiadas atenções para si, o que, por vezes, pode não só ser problemático como praticamente impossível. O mesmo acontece com o seu irmão Jeffrey e com a sua mãe Margaret, uma Dimidius com mais de cem anos. Porém, ser-se sangue-de-anjo também tem as suas desvantagens — Clara tem um propósito, ou seja, uma missão que tem de obrigatoriamente cumprir sem saber bem como, porquê ou quando. Esse propósito aparece-lhe em forma de visão, cada vez mais recorrente à medida que o fatídico momento se aproxima, mas sempre demasiado fragmentado para ser totalmente compreendido. Assim, Clara vê-se obrigada a mudar de casa e a recomeçar uma nova vida numa nova cidade. É lá que encontra Christian, o rapaz que constantemente invade a sua visão e assume-se como o propósito, mas também Tucker, irmão gémeo de Wendy, uma rapariga invisível com quem Clara trava facilmente uma amizade. Será nessa cidade, Jackson Hole, que Clara conhecerá o verdadeiro amor e terá consciência do seu real dever enquanto parte anjo — e será também lá que Clara terá de tomar a decisão mais difícil de toda a sua vida até ao momento.
Pessoalmente, existem dois pontos muito fortes neste livro — primeiro, todas as particularidades que o leitor vai encontrando, ao longo da narrativa, relativas aos anjos; a sua hierarquia e níveis de pureza, os poderes, o desenvolvimento das asas e a aprendizagem do voo, as diferenças entre os anjos ditos bons e os anjos caídos, toda a potencialidade do propósito, etc.. Segundo, a personagem principal, Clara, que, para mim, tem uma força e uma naturalidade humana com a qual o leitor se consegue facilmente identificar, tornando-a assim autêntica. No entanto, penso que praticamente tudo neste livro é positivo. A partir do momento em que Clara muda de cidade, todas as descrições do meio ambiente e da natureza são tão vívidas e conscientes que o leitor praticamente que as consegue visualizar mentalmente. O mesmo acontece com os relacionamentos entre as personagens, as amizades e os amores, que se apresentam com uma naturalidade e simplicidade bastante credível. O ritmo da narrativa é constante, mantendo o leitor preso à trama e em total necessidade de descobrir mais acerca do dia-a-dia de Clara, mas, chegando aos últimos capítulos, a intensidade aumenta de tal maneira que é difícil não suster o fôlego, e apesar de ter ficado muito em aberto — principalmente em relação ao que aconteceu a Margaret e Jeffrey, assim como ao que vai ser do futuro de Clara — acredito que foi o melhor final possível de modo a cativar o leitor a sentir aquela ansiedade louca que o fará devorar o próximo volume logo a partir do momento em que lhe colocar a vista em cima.

Ainda que seja um romance com um trio amoroso visível a partir de cerca de meio do livro e que, para além disso, tenha uma acção algo juvenil que é capaz de atrair um público mais jovem, não tenho dúvidas que os ditos young adults ficarão, de igual forma, surpreendidos e seduzidos pelo mundo que Cynthia Hand nos apresenta neste seu romance de estreia. Gostei da sua escrita subtil e pessoal, fácil até, e dos pontos humorísticos encontrados aqui e ali. Admiro o poder que as suas personagens exercem no leitor, uma atracção irresistível, e a forma como o conduzem por todo um mar de emoções e sentimentos, mas, principalmente, fiquei incrivelmente satisfeita e preenchida com a sua inegável criatividade e imaginação.
Celestial é um livro extraordinariamente intenso e apelativo. Um romance que irá agradar não só aos apaixonados pelo tema como também a qualquer regular leitor de fantasia ou romance. Uma história que vale a pena ler, não só pelo seu lado humano como pelo incrível poder angelical.

domingo, 20 de março de 2011

Mataram a Rainha! - A Época dos Venenos I, Juliette Benzoni



Título Original: On a tué la reine! – Le temps des poisons
Autoria: Juliette Benzoni
Editora: Planeta Manuscrito
Nº. Páginas: 279
Tradução: Irene Daun e Lorena e Nuno Daun e Lorena


Sinopse:

Fugida do convento onde a mãe a queria obrigar a tomar o véu para assegurar a fortuna paterna, Charlotte de Fontenac refugia-se em casa da tia de Brecourt, irmã do defunto. A jovem perde-se na noite e surpreende um ritual aterrador numa capela abandonada...
Um desconhecido arranca-a à sua perigosa contemplação...
Tudo se passa numa época em que o vento pestilencial do caso dos venenos sopra sobre Paris e a corte de Luís XIV. Madame de Brecourt envia Charlotte para o Palais-Royal, para a corte da jovem duquesa de Orleães, Madame, a pitoresca princesa Palatina. Um caminho singular, o dos palácios reais, abre-se diante de Charlotte, mais perigoso do que se imaginaria. Um capricho da natureza fá-la parecer-se com um antigo amor de Luís XIV, o que lhe vale o ódio silencioso de madame de Maintenon, em vias de tomar o lugar de madame de Montespan. No momento de maior perigo é a rainha Maria Teresa que vem em seu socorro, mas por pouco tempo, pois morre no espaço de quatro dias...
Mortes suspeitas, missas negras, um amor que não ousa dizer o seu nome e protecções que desaparecem uma após outra. Que vai ser de Charlotte?


Opinião:

Juliette Benzoni tem o dom de, através da sua escrita, transportar o leitor para todo um novo e inesperado universo de costumes antigos e beldades palacianas. Mataram a Rainha!, não é excepção. Com um toque épico e delicado, atento aos pormenores e às descrições reais, a escritora desenvolve toda uma trama de intriga e ódio, malvadez e luxúria, em redor de uma personagem principal incrivelmente forte e segura de si, capaz de agarrar o leitor durante toda a narrativa.

Charlotte de Fontenac é uma jovem mademoiselle francesa presa a uma vida que pouco ou nada lhe diz. Encarcerada, a pedido da mãe, no Convento das Ursulinas, Charlotte recebe a triste notícia de que, em breve, a sua estadia será permanente, o que a leva a elaborar, em tempo recorde, um plano de fuga. Uma vez em liberdade, e testemunha de um crime horrendo que um polícia enigmático a obriga a esquecer, Charlotte procura refúgio em casa da sua adorada tia, madame de Brecourt, que, com os seus conhecimentos, consegue levar a sua sobrinha até porto seguro, bem longe das influências e questionáveis vontades de sua mãe. Uma vez debaixo da asa real, Charlotte começa a travar algumas amizades que, ao longo da sua jovem vida, lhe serão de extrema importância. No entanto, nem tudo o que se desenvolve numa corte é de falatório comum e é por isso que muitos segredos e intrigas terão de ser preservados e, se necessário, até mesmo silenciados.
Numa época em que o caso dos venenos acarta demasiadas mortes em todo o lado, fica impossível não desconfiar do próximo, seja ele quem for. Com bruxaria, poções e pós, não só o mais comum dos habitantes da famosa Paris é suspeito de práticas animalescas como também, à casa real, serão apontados vários dedos. E é num ambiente de eterno receio e terror, com perseguições e torturas, mesquinhez e segredos, planos diabólicos e um amor exacerbado por tudo o que é dourado e brilhante, em conjunto com uma Inquisição poderosa e uma perspectiva espanhola algo ultrajante, que Mataram a Rainha! claramente se consagra como um romance histórico de leitura obrigatória.
Charlotte é uma personagem de peso. Apesar da natural inocência própria da sua juventude, ela tem, ao mesmo tempo, uma personalidade vincada e destemida, sendo assim o fio condutor necessário para ligar todos os acontecimentos maravilhosamente escritos, entre si. É inevitável o leitor não sofrer por ela, não viver por ela, e toda a ambiência da Corte do Rei Sol é simplesmente maravilhosa, enaltecendo ainda mais a força desta incrível jovem rapariga. É quase impossível o leitor não desejar ter a oportunidade de experienciar, na pele, cada momento, cada amor e cada intriga. Os palácios, os jardins e as paisagens, os vestidos e os bailes, as festas e as amizades, tudo é grandioso numa corte banhada a ouro.

Mataram a Rainha! foi uma leitura que me maravilhou por completo. Ainda que, inicialmente, me tenha sido difícil associar todos os nomes à devida personagem e, também, entrar profundamente na história devido a um tipo de linguagem a que há muito não estava acostumada, Juliette Benzoni tem, inadvertidamente, um dom que, apesar de tudo, consegue simplesmente cativar e motivar o leitor a descobrir o futuro iminente das suas personagens delicadas. Com um final incrível e em suspenso, é com uma enorme ansiedade que vou aguardar pela continuação deste Mataram a Rainha! — A Época dos Venenos, I.
Maravilhoso. Incrível. Ousado. Um romance histórico impressionante e altamente recomendável. Adorei. 

Vamos jogar?


1) Felizmente, não existe apenas um. São vários, embora não muitos. Vou deixar o nome de dois: A Paixão das Almas, Ronlyn Domingue e ROSAS, Leila Meacham.

2) Por mais que queira escolher somente um, não consigo. Gosto de diversificar, tanto em géneros como em estilos, pelo que se torna impossível escolher um livro. 

3) Maldito Karma, David Safier. Uma das minhas últimas leituras e que, sem dúvida, recomendo a todas as pessoas, de todas as idades. 

4) Nesta altura, fica complicado indicar dez blogues que ainda não tenham respondido a este desafio, por isso, vou nomear os que visito com maior frequência e, caso já tenham participado (que tenho a certeza de já o terem feito) fica aqui, pelo menos, a lembrança. :) 

Refúgio dos Livros
Bloco de Devaneios
BiblioMigalhas
Cartuchos Literários do Guerreiro
Chá da Meia-Noite
Entre Páginas
Mira46
Leituras de A a B

5) Foi uma autêntica chuva de desafios! Por isso, aqui ficam os vários blogues que me indicaram (e a cada um deles deixo um gigante obrigada)

Refúgio dos Livros
Cartuchos Literários do Guerreiro
Mira46
Bloco de Devaneios

sábado, 19 de março de 2011

Novidade Booksmile - "O Diário de um Banana 4: Um dia de Cão"

É já no dia 2 de Abril que o tão esperado quarto diário do Banana mais famoso do Mundo vai chegar às livrarias. E nada melhor do que festejar o Dia Internacional do Livro Infantil na companhia do Greg!

A Booksmile decidiu fazer uma surpresa aos jovens leitores e vai levar o Greg à FNAC do Centro Colombo, em Lisboa, no dia 2 de Abril para uma sessão de autógrafos muito especial. É que, mesmo antes de abrirem as portas da FNAC (10 horas), às 9h30 já lá estará o Banana à espera das crianças para um alegre convívio e com um brinde especial, bem docinho, para oferecer a todos. 
Vai ser um lançamento em grande, pois os jovens leitores que marcarem presença não só poderão ser os primeiros a comprar O Diário de um Banana 4: Um Dia de Cão, como podem levar os restantes livros da colecção que tenham em casa para o Greg autografar. E parece que o Banana já anda a treinar a assinatura!


Depois da saga Harry Potter, mais nenhuma colecção infanto-juvenil (10+) tem despertado tanta curiosidade como a série O Diário de um Banana, que já vendeu mais de 35 milhões em todo o mundo, 175 mil em Portugal, tendo sido adaptado ao grande ecrã pela Twentieth Century Fox (já está prevista a estreia do segundo filme nos EUA). 
O Diário de um Banana 4: Um Dia de Cão tem uma página especial no Facebook, onde quase 7.000 mil fãs partilham ideias. 
Será, sem dúvida, uma manhã diferente para os mais novos, passada entre os livros e o Banana. É também uma boa oportunidade para, neste Dia Internacional do Livro Infantil, os pais partilharem cultura com quem mais gostam.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Novidade Planeta - "Hotel Lusitano"

Título: Hotel Lusitano
Autoria: Rui Zink
N.º Páginas: 168

Lançamento: 30 de Março
PVP.: 11,95€

Vinte e cinco anos após a primeira edição, só a citação de Eça envelheceu um século neste resumo, pois Hotel Lusitano continua a retratar-nos por inteiro e, se algumas rugas de expressão tiver, só lhe dão mais charme: são do sorriso. 

Os quartos terão agora televisão, haverá um terraço-bar na cobertura, como observa, no prefácio à presente edição, esse americano que quase poderia ser protagonista chamado Richard Zenith. Mas neste Hotel Lusitano, o primeiro romance de Rui Zink, continuamos em casa, ao espelho. 

Sobre o autor:
Rui Zink nasceu em Lisboa em 1961. É escritor e professor no Departamente de Estudos Portugueses na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas na Universidade Nova de Lisboa. 
Estreou-se como ficcionista em 1986 com a novela Hotel Lusitano e desde então publicou mais de duas dezenas de obras, entre ficção, ensaio, literatura para a infância, BD e teatro. Alguns dos seus livros encontram-se traduzidos em inglês, alemão, hebraico, japonês, romeno, italiano, sérvio, croata e francês. É autor dos seguintes romances e novelas: Apocalipse Nau (1996), A Espera (1998), O Suplente (1999), Os Surfistas (2001, romance interactivo), Dádiva Divina(2004, Prémio Pen Club), A Espera (2007), O Destino Turístico (2008, Prémio Ciranda), O Anibaleitor (2010), e, em co-autoria com António Jorge Gonçalves, as novelas gráficas A Arte Suprema (1997, Prémio do Amadora BD para melhor livro) e Rei (2007)
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