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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Novidade Sextante - "A verdadeira história do bandido Maximiliano", de Jacinto Rego de Almeida

Um manuscrito perigoso, uma família de bandidos e o clima tropical brasileiro são alguns dos elementos de A verdadeira história do bandido Maximiliano, o novo romance de Jacinto Rego de Almeida que a Sextante Editora publica no dia 22 de Junho.
Este é um thriller literário repleto de humor e aventura, passado em Portugal e no Brasil, e cujo lançamento está inserido no programa do Festival Silêncio. A apresentação está a cargo do Professor Manuel Vilaverde Cabral e vai decorrer esta quarta-feira, às 19h00, no foyer do Cinema São Jorge, em Lisboa.
A Sextante Editora publicou, em 2009, O assassinato de Berta Linhares, do mesmo autor.

Título: A verdadeira história do bandido Maximiliano
Autoria: Jacinto Rego de Almeida
N.º Páginas: 152

Lançamento: 22 de Junho

Sinopse: O manuscrito de um livro - uma narrativa policial passada em Portugal e na fronteira do Brasil com a Bolívia - é encontrado numa carruagem do metropolitano de Lisboa e chega às mãos do editor Soares dos Reis. O manuscrito testemunha afinal uma história verdadeira, e Max, um líder mafioso, exige a edição do livro em troca de dinheiro e protecção. Nada é o que parece ser, várias histórias se cruzam, de velhos assaltantes a ourivesarias, da bela ucraniana Natasha, de um antigo sargento da guerra da Chechénia, enfim, o bandido Maximiliano candidata-se a vereador e o final surpreendente confirma a ideia de que a boa história é aquela que nunca acaba.

Sobre o autor:
Jacindo Rego de Almeida nasceu no ano de 1942 em Alcanhões (Santarém), onde reside actualmente. Entre 1968 e 2004 viveu no estrangeiro, exilado até 1974, e no exercício do cargo de conselheiro económico da Embaixada de Portugal no Brasil após a Revolução de Abril. Os seus livros abrangem os domínios da crónica, conto, romance e literatura de viagem.
Tem editadas três colectâneas de contos: As palavras e os actos, publicado no ano seguinte em Lisboa com o título O afiador de facas; O monóculo; e A gravação. O seu livro Um olhar sobre o Brasil é o título de uma colectânea de crónicas publicadas no JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias. Em coautoria com Carlos Cáceres Monteiro, publicou Mistérios da Amazónia - Cadernos de uma expedição nas Guianas e no Brasil. Tem editados três romances: Crime de Estado, O diplomata e o agente funerário e O assassinato de Berta Linhares. 
É colaborador do JL e têm sido publicados contos e crónicas da sua autoria em vários jornais e revistas em Portugal e no estrangeiro. 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Novidade Sextante - "Histórias vindas a conto", de Filomena Marona Beja

No dia 7 de Junho, a Sextante Editora publica Histórias vindas a conto, livro que marca a estreia da autora na narrativa curta e que reúne 10 histórias, cada uma ilustrada com uma fotografia de André Beja. 
Filomena Marona Beja tem um prestigioso percurso enquanto romancista, tendo sido galardoada com o Grande Prémio de Romance e Novela da APE/DGLB com A Cova do Lagarto (Sextante, 2007), e agora publica o seu primeiro livro de contos, cujos temas dão destaque à sociedade portuguesa em diferentes épocas, e onde está garantida a qualidade literária que lhe é habitual e o seu estilo de escrita inconfundível, rápido e assertivo. 
A apresentação oficial deste livro está a cargo da escritora Teolinda Gersão e vai decorrer no dia 30 de Junho, às 18h30, na livraria Bulhosa de Entrecampos, em Lisboa.

Título: Histórias vindas a conto
Autoria: Filomena Marona Beja
N.º Páginas: 152

Lançamento: 7 de Junho
PVP.: 13,90€

Sinopse: Dez histórias vindas a conto. Pretexto para o ofício de escrever. Para a arte do fotógrafo. Um encontro com personagens a interpretar as suas vidas. Culturas. Sem esquecer que esta foi a primeira década do terceiro milénio. Nem que contar também é literatura. Também é ver e guardar. 


Sobre a autora:
Filomena Marona Beja nasceu em Lisboa, a 9 de Junho de 1944. Até Junho de 2008, desenvolveu na área da Documentação técnico-científica a sua actividade profissional. Publicou os romances Betânia (Cotovia, 2000), A sopa (Ambar, 2004), com o qual ganhou o Grande Prémio da Literatura DST em 2006, A duração dos crepúsculos (Dom Quixote, 2006) e A Cova do Lagarto (Sextante, 2007), que foi galardoado com o Grande Prémio de Romance e Novela da APE/DGLB.
A Sextante reeditou em 2009 o seu romance de estreia, As cidadãs, e publicou no ano seguinte o romance Bute daí, Zé!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Novidade Sextante - "Até ao fim - a última operação"

A Sextante Editora publica, no dia 16 de Abril, Até ao fim - a última operação, de António Vasconcelos Raposo.
Até ao fim - a última operação é um romance inspirado em factos reais da guerra colonial em Angola, ilustrado com várias fotografias da época.
A apresentação oficial deste livro vai ter lugar no festival literário LeV - Literatura em Viagem, em Matosinhos, no dia 17 de Abril, pelas 15h30. Posteriormente será feita uma nova sessão em Lisboa, no Museu da Maarinha, no dia 7 de Maio, às 18h30.

Título: Até ao Fim - A última operação
Autoria: António Vasconcelos Raposo
N.º Páginas: 120

PVP.: 13,90€

Sinopse: Mais dois passos dados por todos e ficámos a uma distância de oito metros. A luz era já mais intensa e sentimos os primeiros movimentos, alguém que se levantava. Do chão surgiram os primeiros sons. Começavam lentamente a despertar. O primeiro guerrilheiro em pé foi o sinal para que todos iniciássemos o ataque. E todos entendemos esse sinal. Foi uma corrida tão rápida, tão eficaz, que não precisávamos de dar um único tiro, apenas se escutou naquela mata o grito dos Fuzileiros: «Vamos a eles, vamos a eles! Apanha à mão! Apanha à mão!...»

Sobre o autor:
António Vasconcelos Raposo nasceu em Ponta Delgada, São Miguel, Açores, e é licenciado em Edução Física e Desporto com Mestrado em Treino de Alto Rendimento em Natação. Toma contacto com os Fuzileiros aos dezasseis anos, por altura da passagem do DFE 8 do Comandante Pereira Bastos por São Miguel em viagem de instrução. Em Fevereiro de 1972 ingressa na Marinha, e em Maio do mesmo ano inicia o curso para Fuzileiro Especial realizado na Escola de Fuzileiros em Vale de Zebro. Esteve na guerra em Angola como quarto oficial do Destacamento de Fuzileiros Especiais N.º 2 (DFE 2).
É autor de vários livros na área da Metodologia do Treino Desportivo editados em Portugal e em Espanha. É colaborador na coluna de opinião do jornal A Bola.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Novidade Sextante - "Iberiana"

A Sextante Editora publica, no dia 14 de Abril, um romance de João Lopes Marques.
Iberiana é uma viagem do País Basco à Geórgia em busca das raízes que deram origem às civilizações ibéricas. Através de uma narrativa cheia de ironia, as motivações políticas e religiosas do nosso tempo são caricaturadas, expondo o ridículo de tantas crenças e hierarquias.
A apresentação oficial deste livro, como não podia deixar de ser, vai ter lugar no evento LeV - Literatura em Viagem, em Matosinhos, no dia 16 de Abril, pelas 16h45. Posteriormente será feita uma nova sessão em Lisboa.

Título: Iberiana
Autoria: João Lopes Marques
N.º Páginas: 208

PVP.: 13,90€

Sinopse: O improvável sumiço de Guernica, quadro maior de Pablo Picasso, parece indiciar um novo tempo histórico na Península Ibérica. Zigor confirmá-lo-á ao vasculhar as suas raízes bascas: enreda-se numa enigmática teia de contornos milenaristas. Num movimento espiritual que se autodenomina «Iberiana». Engolido pelos ideais salvíficos da pseudo-religião, rumará às mais recônditas entranhas iberianas. À mítica Ibérica do Cáucaso, situada na actual Geórgia, Iberiana explora os mistérios da origem dos povos peninsulares. Uma viagem no tempo que é, sobretudo, uma reflexão irónica, por vezes caricatural, sobre a permanente tensão entre o poder temporal e o poder espiritual.

Sobre o autor:
Jornalista freelancer, estreou-se na ficção em 2007 com o romance O homem que queria ser Lindbergh, logo seguido de Terra Java (Oficina do Livro). Além de crónicas para a revista Rotas & Destinos e o semanário Eesti Ekspressm escreve os guiões do programa Cuidado com a Língua!, na RTP.
É apaixonado por microcontos, de que a sua saga-maratona-inferno Circo Vicioso é reflexo. Nasceu em Lisboa, a 28 de Agosto de 1971, embora o seu auto-infligifo exílio o retenha em Tallinn, também a capital de um belo país chamado Estónia. Ali publicou três livros: Minu ilus eksiil Eestis, Mees, kes tahtis olla Lindbergh e, mais recentemente, Minu vaga ilus eksiil Eestis.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Novidade Sextante - "HHhH - Operação Antropóide"

Laurent Binet, autor revelação francês, assina HHhH — Operação Antropóide, vencedor do Prémio Goncourt 2010 para 1º. romance e que a Sextante Editora publica a 14 de Abril.
Fascinado pela Segunda Guerra Mundial, Laurent Binet escreve um magnífico romance sobre o assassinado de Reinhard Heydrich, o chefe dos Serviços Secretos nazis e braço-direito de Himmler, comandante das Schutzstaffel (SS) e uma figura-chave na preparação do Holocausto. 
O autor estará em Portugal para o lançamento do seu romance, primeiro no evento LeV - Literatura em Viagem, em Matosinhos, e depois no Instituto Franco-Português, em Lisboa, cuja apresentação estará a cargo de Manuel Alegro. 

Título: HHhH — Operação Antropóide
Autoria: Laurent Binet
N.º Páginas: 304

Lançamento: 14 de Abril
PVP.: 16,60€

Sinopse: Praga, Primavera de 1942, Operação Antropóide: dois paraquedistas chechoslovavos são encarregados de assassinar Reinhard Heydrich, o chefe dos Serviços Secretos nazis e da Gestapo, ‹‹o homem mais perigoso do Terceiro Reich››. Heydrich era o braço-direito de Himmler e o chefe de Eichmann, e os nazis brincavam com o acrónimo HHhH: Himmlers Hirn heißt Heydrich, o cérebro de Himmler chama-se Heydrich. Todos os personagens deste livro existiram ou existem ainda. Todos os factos relatados são autênticos. Mas por detrás dos preparativos do atentado, uma outra batalha tem lugar, a que a ficção romanesce trava com a verdade histórica. E é necessário levar a história até ao fim. 

Sobre o autor:
Laurent Binet tem 38 anos. Cumpriu o serviço militar na Eslováquia e viveu em Praga. É professor de língua francesa em Seine-Saint-Denis e encarregado de curso na universidade. Com HHhH venceu o Prémio Goncourt para 1º. romance. 

Imprensa internacional:

As cem últimas páginas são extraordinárias. Primeiro romance, golpe de mestre. 
Le Figaro

Formidável, magnífico!
Claude Lanzmann, realizador de Shoah

Binet sabe que a escrita é uma aposta ambígua, que exige uma ética da linguagem e uma moral da forma. O seu primeiro romance demonstra-o magnificamente. 
Le Monde des Livres

Notável primeiro romance.
Nouvel Observateur

Laurent Binet presta uma magnífica homenagem aos dois autores do atentado, Kubis e Gabcik, sempre no seu estilo desconcertante. 
L'Express
________________

A Segunda Guerra fascina-me porque condensa tudo o que há de pior e de melhor na humanidade. É a tragédia das tragédias, a maior epopeia da História, o romance infinito, um reservatório de histórias terríveis, patéticas, esplêndidas, heróicas, que parece não se esgotar nunca. É mais forte que a Ilíada, mais forte que Ésquilo, mais forte que tudo. É o terror e a piedade, e para mais é tudo verdade. 
Laurent Binet

Seria bom que muita gente lesse este livro. Provar-se-ia que um primeiro romance pode obter de imediato um êxito inteiramente merecido. Provar-se-ia também que Laurent Binet consegue, desde o início, impor o seu estilo, a sua escrita, a sua maneira muito original de contar um episódio trágico da Segunda Grande Guerra. 
Bernard Pivot, da Academia Goncourt

quinta-feira, 17 de março de 2011

Novidade Sextante - "Três vidas de santos"

A Sextante Editora publica, no dia 24 de Março, Três Vidas de Santos, o primeiro livro de contos de Eduardo Mendoza.
Tendo como referências Henry James, Joseph Cornrad e Alice Munro, Eduardo Mendoza escreve três contos, A Baleia, O Fim de Dubslav e O Equívoco, escritos em momentos diferentes, e cujos protagonistas, «se não são santos, também não são más pessoas» (Prólogo).
Depois de A Assombrosa Viagem de Pompónio Flato, publicado pela Sextante no final do ano passado, Eduardo Mendoza, considerado um dos principais escritores espanhóis e vencedor do Prémio Planeta 2010, regressa às livrarias com mais um livro repleto de humor e perspicácia.

Título: Três vidas de santos
Autoria: Eduardo Mendoza
N.º Páginas: 152

PVP.: 13,90€

Sinopse: «As narrativas que integram este livro falam de indivíduos que não pertencem à categoria dos mártires nem dos anacoretas nem dos santos influentes. Em rigor, não são santos ou são-no numa terceira categoria que a Igreja não reconhece e até condena.
A maioria destes santos que o não são parte de uma ideia equivocada, de um trauma psicológico. Como a sua luta é interior e ninguém se interessa pelo seu aspecto, quase não têm representação gráfica. Em contrapartida, são os favoritos da literatura, por razões óbvias. Dom Quixote, Hamlet e o capitão Ahad são exemplos válidos, a literatura russa alimenta-se deles» (Do Prólogo)

Sobre o autor:
Eduardo Mendoza nasceu em Barcelona em 1943. Escreveu entre outros romances A verdade sobre o caso Savolta (1975, Prémio da Crítica), O mistério da cripta assombrada, O labirinto das azeitonas, A cidade dos prodígios (1986, Prémio Cidade de Barcelona), Uma comédia ligeira (1996, Prémio de Melhor Livro Estrangeiro em Paris em 1998), A aventura do cabeleireiro de senhoras (2001, Prémio para o «Livro do Ano» do Grémio dos Livreiros de Madrid) e Maurício ou as eleições sentimentais (2006, Prémio de Romance da Fundação José Manuel Lara). Com Riña de gatos venceu o Prémio Planeta 2010. A Sextante Editora iniciou em 2010, com A assombrosa viagem de Pompónio Flato, a publicação regular em Portugal das obras de Eduardo Mendoza.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Novidade Sextante - "A Cidade de Ulisses"

No ano em que celebra 30 anos de carreira literária e depois de 14 anos sem publicar um romance, Teolinda Gersão regressa com A Cidade de Ulisses, que chega às livrarias no dia 10 de Março.
Sob a forma de homenagem a Lisboa, A Cidade de Ulisses é um romance narrado por um artista plástico que conta a sua história de amor por uma mulher e por uma cidade.
A apresentação pública deste romance estará a cargo de Inês Pedrosa e vai acontecer no dia 30 de Março, pelas 19:00, na Casa Fernando Pessoa. Seguir-se-á um cocktail celebrando os 30 anos de  vida literária de Teolinda Gersão e o 4.º aniversário  da Sextante.

Título: A Cidade de Ulisses
Autoria: Teolinda Gersão
N.º Páginas: 208

Lançamento: 10 de Março
PVP.: 15,50€

Sinopse: Um homem e uma mulher encontram-se em Lisboa. A sua história, que é também uma história de amor por uma cidade, levará o leitor a percorrer múltiplos caminhos, entre os mitos e a História, a realidade e o desejo, a literatura e as artes plásticas, o passado e o presente, as relações entre homens e mulheres, a crise civilizacional e a necessidade de repensar o mundo.

Sobre a autora:
Teolinda Gersão é autora de O silêncio (romance, Prémio Pen Club 1981), Paisagem com mulher e mar ao fundo (romance), Os guarda-chuvas cintilantes (diário ficcional), O cavalo de Sol (romance, Prémio Pen Club 1989), A casa da cabeça de cavalo (romance, Grande Prémio APE 1985; shortlisted para o Prémio Europeu de romance Aristeion), A árvore das palavras (romance), Os teclados (novela, Prémio da Associação Internacional dos Críticos Literários), Os anjos (novela), Histórias de ver e andar (contos, Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco 2002), O mensageiro e outras histórias com anjos (contos), A mulher que prendeu a chuva (contos, Prémio Máxima de Literatura 2008, Prémio de Literatura da Fundação Inês de Castro 2008) e A árvore das palavras (romance).
Está traduzida em onze línguas. A versão teatral de A casa da cabeça de cavalo ganhou o Grande Prémio do Festival Internacional de Teatro de Bucareste, em 2005. O conto «Um casaco de raposa vermelha» foi adaptado a peça radiofónica e transmitido pela BBC e pela New York Public Radio em 2008.

terça-feira, 1 de março de 2011

Novidade Sextante - "Ponto Ómega"

A Sextante Editora publica Ponto Ómega, o mais rceente romance de Don DeLillo que, a
partir do dia 3 de Março, se junta a Submundo, Ruído Branco e O Homem em Queda.
Na sequência da publicação deste livro foi atribuido a Don DeLillo o Prémio PEN/Saul Bellow
2010 de carreira, um dos mais importantes prémios literários norte-americanos. Ponto
Ómega foi considerado pelo Die Zeit um «romance impressionante sobre o tempo,
o espaço e a eternidade.»
Assim como os restantes romances de Don DeLillo publicados pela Sextante
Editora, Ponto Ómega foi traduzido por Paulo Faria, vencedor do Prémio
Especial Tradução LER/Booktailors 2010.

Título: Ponto Ómega
Autoria: Don DeLillo
N.º Páginas: 128

Lançamento: 3 de Março
PVP.: 15,50€

Sinopse: No deserto do Arizona. Um jovem realizador obcecado com uma ideia para um filme: um único plano-sequência, uma única personagem. Frente à câmara e encostado à parede («como num assalto ou num fuzilamento»), está Richard Elster, um intelectual que, ao serviço do Pentágono, traçou a cartografia conceptual da Guerra do Iraque («eu queria uma guerra em haiku... uma guerra em três versos»). Quando a filha de Elster entra em cena, o fio da conversa filosófica dos dois homens é abruptamente cortado e a dinâmica da história conhece uma dramática inflexão.

Sobre o autor:
Don DeLillo nasceu em 1936, em Nova Iorque. É autor de dezasseis romances e quatro peças de teatro. Foi galardoado com o National Book Award, o PEN/Faulkner Award e o Jerusalem Prize. Em 2006, Submundo foi considerado um dos três melhores romances dos últimos vinte e cinco anos pela New York Times Book Review. Em 2010, o escritor Phillip Roth fez parte do júri que atribuiu o Prémio PEN/Saul Bellow de carreira literária a Don DeLillo.

Imprensa:
Uma escrita de uma beleza e exatidão arrebatadoras.
José Mário Silva, Expresso

DeLillo atingui aqui uma precisão e economia na linguagem que qualquer escritor invejaria.
The Washington Post

Ponto Ómega é um elogio da transcendência em forma de meditação.
El País

Nenhum outro romancista americano do nosso tempo escreve tão argutamente como DeLillo sobre o poder e sobre o seu corolário, a violência.
Financial Times

Escrito num estilo frugal, muitas vezes em staccato, mas também com vislumbres de uma beleza despojada.
The Times

Uma meditação sobre o tempo, a extinção, o envelhecimento e a morte.
Wall Street Journal

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Novidade Sextante - «É Rubem. É muito bom.»

Título: Bufo & Spallanzani
Autoria: Rubem Fonseca
N.º Páginas: 232

PVP.: 16,60€

Sinopse: «Quando chegou ao local do encontro, Guedes já sabia que Delfina não estava a dormir, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranquilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro. Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.»
De novo um livro de perfil policial com muita literatura dentro: uma mulher da alta sociedade aparece morta, tem uma relação com um escritor que está escrever um livro, o detective é uma espécie de Columbo e o marido um rico mafioso. Vários suspeitos, uma história complexa, lírica e dura.

Sobre o autor: 
Contista, romancista, ensaísta, guionista e «cineasta frustrado», Rubem Fonseca só precisou de publicar dois ou três livros para ser consagrado como um dos mais originais prosadores brasileiros contemporâneos. Com as suas narrativas velozes e sofisticadamente cosmopolitas, cheias de violência, erotismo, irreverência e construídas em estilo contido, elíptico, cinematográfico, reinventou para a língua portuguesa uma literatura noir ao mesmo tempo clássica e pop, brutalista e subtil – a forma perfeita para quem escreve sobre «pessoas empilhadas na cidade enquanto os tecnocratas afiam o arame farpado». Já era considerado o maior contista brasileiro quando, em 1973, publicou o seu primeiro romance, O caso Morel, um dos mais vendidos daquele ano, depois traduzido para o francês e acolhido com entusiasmo pela crítica europeia. Começava então a sua carreira internacional. Em 2003, ganhou o Prémio Juan Rulfo e o Prémio Camões, o mais importante da língua portuguesa. Recebeu cinco vezes o Prémio Jabuti. Várias das suas histórias foram adaptadas ao cinema, ao teatro e à televisão.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Novidade Sextante


Trinta e seis anos depois de ter sido editado pela primeira vez em Portugal, a Sextante tem o prazer de publicar uma nova edição de O ogre, de Jacques Chessex, romance vencedor do Prémio Goncourt em 1973. A obra daquele que é um dos mais reputados escritores de língua francesa da actualidade – é natural da Suíça – chega às livrarias a 16 de Julho.

Em 2007, a Sextante já havia publicado, do mesmo autor, O vampiro de Ropraz. Na altura, João Tordo considerou-o «uma pequena grande novela», uma narrativa «de humor subtil» e «escrita ao ritmo de um diário». Esta nova edição de O ogre devolve aos leitores portugueses a possibilidade de contactarem com a escrita do autor suíço (falecido em 2009, com 75 anos) e simultaneamente de conhecerem a sua obra mais aclamada.
Chessex, que em 2004 também venceu o Goncourt mas na vertente de poesia, aborda em O ogre o tema de um pai opressor, que não deixa de o ser mesmo após a morte.


Título: O Ogre
Autoria: Jacques Chessex
Nº. Páginas: 160
Tradução: José Carlos González

PVP.: 14,60€

Sinopse: Destruir o pai. Parece impossível para Jean Calmet, professor de Latim em Lausanne, na Suíça. Depois de assistir à cremação do pai, os fantasmas e as humilhações do passado voltam para o tiranizar. Neste livro, Jacques Chessex desenrola o fio de uma vida devorada por um ogre estrondoso que roubou o prazer da vida aos filhos e lhes fez pagar a sua cobardia. Um pai nunca morre…
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